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sexta-feira, 29 de junho de 2012

ArcelorMittal continua o maior empregador privado

Na classificação dos grandes empregadores privados do Luxemburgo, os três primeiros não mudam: a ArcelorMittal mantém-se na frente, seguida do BGL BNP Paribas e do Cactus. O BIL desceu para o 10o lugar.

No espaço de um ano, o número de efectivos do Banco Internacional do Luxemburgo (BIL) caiu de 3.640 para 2.100 pessoas. O banco desceu assim do 4o lugar para o 10o da lista anual do Statec. O BIL emprega agora menos pessoas que a empresa PricewaterhouseCoopers (2.110). Uma queda que pode ser explicada pela separação do BIL e do RDC Dexia, que eliminou 1.580 postos de trabalho no BIL.

Os Caminhos de Ferro Luxemburgueses (CFL) ocupam agora o 4o lugar, com 3.810 funcionários (mais 170 que no ano passado).

Em Janeiro de 2012, a ArcelorMittal contabilizava 5.960 empregados, o BGL BNP Paribas 4.110 e os supermercados Cactus 3.920.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Arcelor "não vai reactivar unidade de Florange"


"Temos capacidade de produção suficiente no grupo que nos permite não utilizar a unidade de Florange", afirmou M. Mittal, o CEO da Arcelor, durante a Assembleia Geral do grupo que decorreu ontem na cidade do Luxemburgo. O presidente do gigante do aço lembrou, no entanto, que a empresa está a fazer investimentos, na Lorena, no valor de 17 milhões de euros e que por isso a unidade não é para encerrar.

Enquanto lá dentro decorria a Assembleia Geral, cá fora, em frente às instalações da empresa, cerca de 65 trabalhadores do sector da metalurgia manifestavam-se mostrando o seu descontentamento contra a situação actual da siderurgia na região da Lorena. O protesto foi organizado por três sindicatos (CGT, CFDT e FO). Durante a reunião magna da Arcelor, uma delegação dos sindicatos foi recebida pelo vice-presidente da empresa e pelo director de Recursos Humanos. A empresa garantiu aos trabalhadores que está a avaliar o clima económico para decidir se vai ou não relançar o trabalho dos altos-fornos. "Até agora não tomámos qualquer decisão" sobre a reactivação dos fornos de Florange, diz o director Financeiro da empresa. A decisão final deve ser tomada durante o Verão.

Por volta da uma e meia da tarde, os manifestantes deixaram a avenue de la Liberté e dirigiram-se para a Gare.
Em diversas ocasiões, a avenida da Liberdade e o boulevard de la Pétrusse foram fechados ao trânsito.


Texto: DM/IF

sexta-feira, 30 de março de 2012

Arcelor: 1.100 empregos salvos, para já

Os 1.100 trabalhadores, dos quais cerca de 30 são portugueses, da Arcelor em Schifflange e Rodange não vão, para já, perder o seu emprego. Continuarão na Célula de Reafectação (CDR). A empresa e o Governo discutiram na quarta-feira um plano para salvaguardar esses postos de trabalho até 2019.

O Estado luxemburguês vai garantir mais 60 milhões de euros, aos 150 milhões já investidos, e a Arcelor compromete-se a investir 150 a 200 milhões de euros na modernização das unidades, além de 200 milhões só em Belval, e terá ainda de disponibilizar terrenos para o Governo construir habitações.

A empresa diz que vai estudar a proposta e responder até Novembro de 2013. Caso não aceite, o Estado retira o investimento. Os sindicatos e o ministro da Economia não acreditam que a produção recomece em Schifflange e Rodange, e dizem que só o contexto económico ditará o futuro dessas unidades.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Colectivo de hackers "Anonymous" pirateou site da ArcelorMiital

Um grupo de piratas cibernéticos belgas, que reivindica pertencer ao colectivo de hackers "Anonymous", atacou ontem à noite o site da ArcelorMittal, como tinham ameaçado há dias.

Ontem à noite quem tentasse aceder ao site da ArcelorMittal (www.arcelormittal.com) deparar-se-ia com uma mensagem vídeo do colectivo que denunciava o encerramento de uma unidade da empresa em Liège, acompanhado de um texto em defesa dos trabalhadores.

A mensagem critica a empresa que apesar dos gordos lucros que regista anualmente continua a fechar fábricas na Europa.

Logo após o ataque dos piratas, a ArcelorMittal vedou ontem o acesso ao seu site, que ainda esta manhã é impossível de aceder.


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Os 100 anos da siderurgia luxemburguesa em exposição - até 14 de Dezembro

Para assinalar existência centenária das "Aciéries Réunies de Burbach-Eich-Dudelange" conhecida através dos tempos pela sigla ARBED, assim como outros factos históricos, os Arquivos Nacionais do Luxemburgo inauguraram a exposição "Feierrout: o último século da siderurgia luxemburguesa", no passado dia 19 de Outubro nas instalações dos Arquivos Nacionais (plateau St-Esprit, cidade do Luxemburgo).

Esta mostra foi possível devido a mais de "4.500 metros lineares de arquivos industriais provenientes da ARBED" e que foram sucessivamente "herdados" pelos Arquivos Nacionais a partir do fim da década de 1980, regozija-se Josée Kirps, directora dos Arquivos Nacionais. Tendo em conta este "autêntico tesouro", de mais de 12.000 planos e centenas de fotografias, aliado a todo um "tratamento eficaz de dados a nível informático", chegou-se a um resultado impressionante a nível de registo histórico da siderurgia luxemburguesa.

No âmbito desta exposição altamente visual e interactiva, pode-se viajar durante este século de existência da ARBED, desde os momentos da sua criação, às alianças internas e externas do sector, aos períodos da II Guerra, assim como os operários e a contestação social e a evolução da ARBED, antes um pouco mais "regional", até à actual visão planetária que se lhe conhece (Arcelor Mittal).

Sendo um trabalho conjunto dos Arquivos Nacionais e do projecto de pesquisa "Terres Rouges", assim como o Centro de Estudos e de Pesquisa Europeia Robert Schuman, esta mesma exposição conta igualmente com relatos de operários, engenheiros, responsáveis do pessoal, entre outros, todos eles na reforma, que contam uma visão real das diferentes etapas da história da ARBED.

Todos estes relatos orais podem ser escutados no âmbito da exposição, "uma fonte de informação histórica das mais ricas e mais importantes sobre a vida quotidiana e do trabalho na ARBED que ficará para sempre nos nossos arquivos", explica Josée Kirps.

A exposição "Fierrout" estará patente até ao próximo dia 14 de Dezembro e a entrada é gratuita. A exposição é proposta nas línguas francesa e alemã. Os Arquivos Nacionais propõem igualmente visitas guiadas gratuitas, nas mesmas línguas, para grupos com um máximo de 12 pessoas. Basta para isso contactar Romain Schroeder através do telefone 24 78 66 92 ou por correio electrónico: romain.schroeder@an.etat.lu

Texto e foto: Gualter Veríssimo

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

750 trabalhadores em risco na Arcelor

A Arcelor anunciou que a fábrica de Schifflange vai fechar de Outubro a Dezembro e que a de Rodange vai reduzir a sua actividade. Uma medida que vai afectar 750 trabalhadores.

Os sindicatos temem o encerramento definitivo das duas unidades da Arcelor e por isso exigiram que o Governo convocasse uma tripartida, entre a empresa, os representantes dos trabalhadores e o executivo. A reunião está marcada para 11 de Outubro.

Entretanto, a Arcelor prevê para o terceiro trimestre deste ano um aumento do resultado bruto de exploração, que deverá fixar-se entre os 2,4 e os 2,8 mil milhões de dólares. Em 2010, no mesmo período, a empresa ficou-se pelos 4 mil milhões.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Arcelor: Um século de siderurgia celebrado com emoção

A ArcelorMittal celebrou na quinta-feira um século de história e de inovação da siderurgia luxemburguesa. Recorde-se que a ArcelorMittal é o resultado da compra em 2006 da Arcelor pela indiana Mittal Steel. A Arcelor era por sua vez uma fusão efectuada em 2002 por três gigantes do aço europeu: a empresa espanhola Acerália, a francesa Usinor e a luxemburguesa Arbed (Aciéries Réunies de Burbach-Eich-Dudelange), esta última fundada em 1911. A sede da ArcelorMittal, que se tornou assim o número 1 mundial da indústria do aço, encontra-se no Luxemburgo.

A sala Rockhal, em Esch-Belval, recebeu nesta ocasião o grão-duque Henri e a grã-duquesa Maria Teresa, o primeiro-ministro Jean-Claude Juncker, bem como a quase totalidade dos ministros e muitos convidados do mundo político e económico (ver foto).

Lakshmi Mittal, director-geral e presidente do Conselho de Administração da empresa, e Michel Wurth, presidente do Conselho de Administração da ArcelorMittal-Luxembourg, evocaram este século de siderurgia e de história comum com o Grão-Ducado.

No seu discurso, Michel Wurth recordou que "em mais nenhum país do mundo a siderurgia ocupou, no século passado, um lugar tão importante como no pequeno Luxemburgo".

"No interior do país, a siderurgia e as minas talharam o território, enriqueceram o país, acolheram milhares de imigrantes que influenciaram a nossa cultura, permitiram à agricultura progredir graças ao 'scorie Thomas' (NdR: um fertilizante) e participaram na criação do nosso modelo de protecção e diálogo social". Lakshmi Mittal insistiu no know-how da siderurgia luxemburguesa e recordou a produção das pranchas utilizadas no dispositivo de protecção contra as inundações da cidade de Veneza, das vigas de aço extra largas, laminadas em Differdange, que entraram na construção do "One World Trade Center" de Nova Iorque, ou ainda das 1.500 toneladas de aço reciclado utilizado na construção da ArcelorMittal Orbit de Londres. Evocou ainda o futuro, insistindo nas necessidades de adaptação da indústria aos ciclos económicos e à actividade dos mercados.

Na sua intervenção, Jean-Claude Juncker recordou que "existia desde os primeiros dias um contrato entre a Arbed e o país, que formavam um conjunto muitas vez indistinto e sempre inseparável". O primeiro-ministro insistiu na importância da Arbed para a economia nacional, mas sublinhou também os esforços do Estado na recuperação da empresa siderúrgica nos momentos de crise. "Que os dirigentes actuais não se esqueçam disso...", concluiu.

Finalmente e num ambiente de emoção, Jean-Claude Juncker recordou "este local onde se trabalhava duro e era bom viver e crescer", referindo-se ao facto de ele próprio ter nascido a poucas centenas de metros do actual Rockhal, em Belvaux. Os terrenos onde hoje está a Rockhal pertenceram até ao fim dos anos 1990 à Arbed e ali ainda hoje se erguem algumas das estruturas do passado siderúrgico glorioso do país.

Foto: Charles Caratini

quarta-feira, 13 de julho de 2011

ArcelorMittal quer Macarthur Coal

O grupo siderúrgico ArcelorMittal, n°1 mundial do aço e com sede no Luxemburgo, e o produtor americano de carvão Peabody Energy, fizeram uma proposta conjunta de compra ao líder australiano na produção de carvão, o grupo Macarthur Coal.

A proposta, de 3,5 mil milhões de euros, visa adquirir metade do capital da empresa, de que a ArcelorMittal é já accionista.

Foto: JLCorreia

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Tripartida confirma cortes na Arcelor

Os sindicatos e o governo luxemburguês aprovaram ontem o plano de redução de pessoal da Arcelor-Mittal, em discussão desde Abril.

O acordo engloba 262 trabalhadores das fábricas da empresa em Rodange e Schifflange. Metade vão ser transferidos para Differdange e Belval, e os restantes vão ter de optar pela reforma antecipada ou por ficar no desemprego.

Foto: Marc Wilwert

terça-feira, 10 de maio de 2011

Luxemburgo: OGB-L protesta hoje contra ArcelorMittal

O sindicato de esquerda OGB-L organiza hoje uma acção de protesto diante da sede da Arcelor Mittal, na avenue de la Liberté, na cidade do Luxemburgo, contra a externalização dos serviços informáticos, entre outras medidas anunciadas pelo n°1 mundial do aço.

Foto: Anouk Antony

sexta-feira, 12 de março de 2010

ArcelorMittal despede apenas 660 trabalhadores no Luxemburgo

A Administração da ArcellorMittal garantiu que vai apenas despedir os 660 trabalhadores no Luxemburgo. Os mesmos que tinha previsto no final de 2008. E nem mais um empregado vai para o desemprego. A administração do gigante do aço luxemburguês fez o anúncio no final da reunião tripartida do sector da siderurgia.

A empresa garante que vai levar a cabo o plano de restruturação definido em 2008 e que os 660 trabalhadores que vão para o desemprego estão dispersos pelos três locais onde a empresa tem instalações no Grão-Ducado. Desde o inicio da restruturação, já deixaram a empresa 440 trabalhadores. A maior parte antecipou a idade da reforma.

Foto: JLC

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Luxemburgo: Ministro da Economia passa a representar o Estado no conselho de administração da ArcelorMittal

A decisão foi anunciada sexta-feira pelo primeiro-ministro, Jean-Claude Juncker: o ministro da Economia, Jeannot Krecké, substitui Georges Schmit (que parte para a reforma) no conselho de administração da ArcelorMittal, em representação do Estado luxemburguês.

Michel Wurth, membro da direcção do número 1 mundial do aço, sediado no Grão-Ducado, considera esta uma boa decisão, argumentando que Krecké conhece bem o dossier ArcelorMittal.

Já na bancada parlamentar da oposição, a opinião não é a mesma. O presidente do Partido Democrático (DP), Claude Meisch, considerou "supreendente" o Estado ter que recorrer a um ministro para esta missão e questiona-se se a Administração Pública luxemburguesa não dispõe de um alto funcionário qualificado para este posto.

"É má política de gestão do pessoal ou a vontade de uma maior intervenção política no seio desta empresa", questiona Meisch.

Foto: JLC

domingo, 12 de julho de 2009

Luxemburgo/Indústria: ArcelorMittal é maior empregador do país

Com 6.540 assalariados, o maior produtor mundial de aço, ArcelorMittal, lidera o ranking dos principais empregadores no Luxemburgo, segundo o Statec, o serviço luxemburguês de estatísticas.

O líder mundial da siderurgia volta à encabeçar a lista das empresas com mais trabalhadores.

O grupo bancário Dexia BIL subiu um lugar, ocupando este ano a segunda posição, com 3.990 empregados, relegando para o terceiro lugar a cadeia de supermercados Cactus, que
emprega 3.850 pessoas.

A tabela classificativa divulgada na quarta-feira passada mostra que desde o dia 1 de Janeiro a maioria das empresas aumentou o número de efectivos, apesar da actual crise económica e financeira.