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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Luxemburgo: Casas vazias podem pagar mais impostos

As casas vazias na cidade do Luxemburgo podem vir a pagar mais impostos. Esta é pelo menos a intenção de Xavier Bettel, o burgomestre da capital.

O anúncio, feito por Bettel na quarta-feira, durante o City Breakfast, surge uma semana depois de a comuna de Esch-sur-Alzette ter feito saber que pretendia aumentar os impostos aplicáveis às casas vazias.

Até ao momento, desconhece-se o valor do aumento dessa mesma taxa. A Comissão de Finanças da autarquia da capital deverá apresentar a sua proposta em Setembro, durante o conselho comunal.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Luxemburgo: Subsídios do Estado fazem aumentar preços da habitação

Foto: José Correia
Os subsídios do Estado fizeram aumentar os preços da habitação, diz Luc Frieden. O ministro das Finanças quer reavaliar essas ajudas. As declarações foram feitas no "Luxembourg Business Compass 2012", o barómetro económico semestral do Grão-Ducado organizado em conjunto pelo jornal Luxemburger Wort e pela empresa de auditoria KPMG, que decorreu na Philharmonie, na semana passada.

De acordo com o ministro, os apoios à compra de habitação fizeram aumentar a procura, subida que não foi acompanhada do lado da oferta. Para Luc Frieden, "as ajudas a privados, comunas e empresas tiveram um efeito contraprodutivo". Os preços elevados no sector da habitação, de acordo com o ministro, minam a competitividade do Grão-Ducado.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Luxemburgo: Habitação mais cara 9,4 % em cinco anos

Foto: Marc Wilwert
Os preços dos apartamentos no Luxemburgo aumentaram em média 9,4 % entre 2007 e o ano passado, diz o mais recente relatório do Statec. A média de preços na Zona Euro progrediu apenas 0,9 % no mesmo espaço de tempo. A partir de 2009, e ao contrário do que se verificou na Europa, os preços da habitação no Grão-Ducado continuaram a subir. Em 2010 e 2011, os preços dos apartamentos aumentaram anualmente em 4 %. O mesmo se passou em França e na Bélgica (entre 4 e 5 %). Em média, um apartamento no Luxemburgo custava 310 mil euros em 2011. A região Centro continua a ser a mais cara do país, revela o estudo do gabinete de estatística do Grão-Ducado.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Acesso à habitação própria é cada vez mais difícil

Foto: Marc Wilwert
Em 2009, 30 % dos residentes no Luxemburgo não tinham habitação própria. Ser-se proprietário de uma casa ou apartamento no Luxemburgo é cada vez mais difícil, conclui o Observatório da Habitação. Entre 2005 e 2009, os arrendatários têm vindo a sentir cada vez mais dificuldades em comprar habitação própria. 

Dos 30 % que em 2009 arrendavam casa ou apartamento, apenas um terço entre eles tinha condições económicas para comprar habitação própria, diz um estudo recente do Observatório da Habitação. A compra de um apartamento estava ao alcance de 61 % dos lares (contra 70 % em 2005). As famílias monoparentais e as famílias com mais de dois filhos são aquelas que sentem mais dificuldade em comprar habitação própria. O maior recuo verifica-se entre as famílias monoparentais: em 2009, apenas 40 % poderia tornar-se proprietária, contra 54 % em 2005.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Apartamentos mais baratos

O preço dos apartamentos no Luxemburgo estão ligeiramente mais baratos, diz o Statec ao comparar o terceiro trimestre deste ano com o trimestre anterior. 
De acordo com o Statec, o preço do metro quadrado de habitação, seja novo ou velho, caiu 1,6 % entre o segundo e o terceiro trimestre do ano. 

Esta ligeira quebra de preços não contraria, no entanto, o aumento anual de 1,9 %. Estes números chegam a público três dias após a publicação das alterações dos preços na construção de casas entre 2000 e 2010 no Luxemburgo. Um aumento que chegou a 28%.
   

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Luxemburgo: Preços da habitação continuam a aumentar

Os preços da habitação continuam a aumentar no Luxemburgo. Os números do Observatoire de l'Habitat indicam que durante o terceiro trimestre deste ano tanto os apartamentos usados como os novos estão mais caros do que no mesmo período em 2010.

Durante o terceiro trimestre deste ano, o número de apartamentos vendidos foi 7,49 % superior ao verificado em período homólogo do ano anterior.

No que toca à venda de apartamentos usados, verifica-se um ligeiro recuo em relação ao trimestre anterior, mas os preços por metro quadrado aumentaram em média 1,87 % ao longo de todo o ano. Os apartamentos em construção também acompanham a tendência de crescimento geral nos preços da habitação: o preço por metro quadrado subiu em 1,27 % no terceiro trimestre, em relação ao anterior, e 0,31 % em termos anuais.

A região centro-sul do Grão-Ducado (que inclui a capital) é, sem surpresas, a mais cara do país, onde os preços subiram 4,53 % entre os apartamentos usados e 2,54 % para os que estão em construção. Na região sul, que concentra 36 % das vendas de apartamentos usados e 50 % das vendas de apartamentos em construção, os preços médios aumentaram, respectivamente, 1,67 % e 4,15 %. No que se refere ao aluguer de apartamentos, verifica-se uma redução de anúncios publicados no último ano: menos 16,55 % para as casas e menos 22,19 % para os apartamentos.

I.F.

domingo, 27 de novembro de 2011

Luxemburgo: Habitação atinge preços recorde daqui a 10 anos

Daqui a 10 anos vai ser quase impossível comprar casa perto da capital do Grão-Ducado por menos de um milhão de euros, indicam as projecções de atHome.lu sobre o mercado imobiliário no Luxemburgo.

Em 2021, o preço médio de uma casa perto da capital luxemburguesa vai custar pelo menos um milhão de euros, indica o estudo do site imobiliário (atHome.lu) . O progressivo aumento da população no Luxemburgo vai continuar a fazer subir os preços da habitação. O preço médio das casas tem duplicado todos os 10 anos, desde 1988.

A zona norte do Grão-Ducado continua a ser aquela onde é mais barato comprar casa, onde custa em média 431 mil euros. Perto da capital, passa para os 782 mil euros.

As projecções do Statec revêem em alta o aumento médio da população, que deverá passar dos actuais 28 % para 40 % em 2030.

Texto: Irina Ferreira
Foto: Serge Waldbillig




sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Kirchberg: Semana da Habitação - a partir de hoje na Luxexpo

A Semana Nacional da Habitação é uma espécie de salão luxemburguês da habitação, com o objectivo de funcionar como uma montra representativa do mercado imobiliário no Grão-Ducado. O certame decorre durante quatro dias, entre sexta e segunda-feira, na Luxexpo, em Kirchberg.

Os visitantes podem informar-se sobre novos produtos, serviços e apoios estatais no sector da habitação, receber conselhos sobre aquisição e construção, bem como ficar a saber tudo sobre casas ecológicas, um dos cavalos de batalha do governo nesta matéria.

No salão organizado pelo Ministério da Habitação vão estar representados o Fonds de Logement, além de profissionais de agências imobiliárias e bancárias, construtores e empresas que propõem produtos para a construção de casas.

A situação actual não é fácil para quem deseja comprar casa, reconheceu o ministro da Habitação, Marco Schank, na apresentação do salão deste ano. Depois de uma ligeira estagnação durante a crise, os preços do imobiliário voltaram a subir este ano. Além disso, as novas construções têm sido edificadas nos terrenos mais caros das comunas da periferia da capital e do sul do país.

O ministro voltou a recordar os números, conhecidos desde o final de Agosto: o preço dos apartamentos novos subiu 6,7 % entre Junho de 2010 e Junho de 2011; no mesmo período, os apartamentos antigos aumentaram 5,2 %. O preço das vivendas também aumentou.

O ministro explica estes aumentos pela forte procura, já que, só em 2009, chegaram mais 10 mil pessoas ao país, oito mil das quais estrangeiras. Além disso, recordou, "as taxas de juros continuam baixas e as pessoas vêem no imobiliário um investimento seguro".

O ministro anunciou ainda uma série de medidas que vão ser apresentadas em Dezembro e postas em prática em 2012, como a reforma dos subsídios e das bonificações, que vão ser calculados em função dos rendimentos de cada família, e a introdução de um eco-empréstimo a taxa zero.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Governo luxemburguês aumenta bonificação da taxa social

O Conselho de Ministros aprovou na passada sexta-feira o aumento da bonificação da taxa social do crédito à habitação de 1,75% para os 2%.

A medida insere-se na estratégia do Governo de facilitar o acesso à compra de habitação.

Statec fez as contas: É preciso mais 6 mil alojamentos por ano no Luxemburgo, até 2030

Mais 6.300 alojamentos novos por ano é o número necessário de casas e apartmentos que o Grão-Ducado deveria construir para fazer face ao crescimento da população nos próximos 20 anos.

Esta a conclusão do Statec, que diz que seriam necessários construir anualmente mais 4 mil novos alojamentos e substiutuir cerca de 2.300 velhos alojamentos por novas residências, num cenário revisto em baixa do aumento da população do país até 2030.

O Statec calcula que dentro de 20 anos o Grão-Ducado conte cerca de 650 mil habitantes, quando actualmente tem 515 mil.

Foto: JLC

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Luxemburgo: Limpertsberg vai ter bairro vedado a automóveis

"Viver sem carros" é o nome do projecto que prevê a construção de um novo bairro em Limpertsberg vedado aos automóveis.

A cidade do Luxemburgo tenciona construir cerca de 80 apartamentos desprovidos de garagens ou de qualquer lugar de estacionamento, nos confins da avenue Pasteur, da rue Ermesinde e da rue Henri VII. O município da capital pretende melhorar a qualidade de vida dos moradores, diminuindo o ruído, diminuindo o custo de construção, valorizando os transportes públicos e reduzindo as áreas alcatroadas.

"Não podemos impedir as pessoas de ter carro, mas elas não terão direito a nehnuma vinheta de estacionamento", explicou Laurent Schwaller, do Serviço Urbanístico da capital, ontem durante a apresentação do projecto.

Até ao momento, 46 promotores já manifestaram interesse em concretizar o projecto. As obras arrancam em 2013 e deverão estar concluídas em 2015. A partir de 2012, as pessoas interessadas já podem comprar um dos apartamentos.

Para mais informações consulte o portal www.vdl.lu.

Foto: Maurice Fick

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Luxemburgo: Semana Nacional da Habitação, na Luxexpo

Abre hoje e decorre até segunda-feira a 13a edição da Semana Nacional da Habitação, na Luxexpo, em Kirchberg, o centro de exposições em Kirchberg.

O tradicional salão da habitação é como sempre dedicado à oferta imobiliária nacional, construção, renovação e decoração do lar, ao mesmo tempo que procura soluções de alojamento e apresenta produtos inovadores em termos de poupança e optimização de energia doméstica.

O ministro da Habitação, Marco Schanck, abre oficialmente o certame esta tarde, às 15h.

domingo, 22 de agosto de 2010

Luxemburgo: Entre 2001 e 2007, 7.715 residentes deixaram o país para habitar nos países vizinhos

De 2001 a 2007, 7.715 residentes profissionalmente activos abandonaram o Luxemburgo para se instalar num país vizinho da Grande Região, revela um estudo do CEPS e do Observatório da Habitação.

Enquanto que a maioria dos luxemburgueses (56%) opta pelas regiões alemães da Sarre e da Renânia Palatinado, os portugueses (59%) escolhem a região francesa da Lorena.

Em termos globais, trata-se um fenómeno "marginal", notam os autores do estudo, sublinhando que o número representa apenas 1% da população activa. Os investigadores reconhecem, no entanto, que a tendência é para aumentar, sobretudo por parte dos cidadãos de nacionalidade luxemburguesa, cuja proporção passou dos 17% em 2001 para 29% em 2007. Em contrapartida, os alemães, os franceses e os belgas tendem a ficar cada vez mais no Luxemburgo.

As pessoas que decidem passar para o outro lado da fronteira são geralmente jovens e oriundas das comunas mais povoadas do país, nomeadamente, a cidade do Luxemburgo, Esch-sur-Alzette, Dudelange e Pétange. Cerca de metade tem entre 25 e 34 anos.

Já nos países vizinhos, as comunas que mais residentes do Luxemburgo receberam foram as de Arlon e Aubange (Bélgica), Perl e Trier (Alemanha), Thionville, Villerupt e Audun-le-Tiche (França).

O custo do alojamento é a principal razão evocada para explicar esta opção (85%). Já 60% dos inquiridos também apontam motivos familiares como o casamento, uma separação ou um nascimento.

O estudo revela igualmente que apenas 20% das pessoas que decidiram mudar de país eram proprietárias de uma habitação antes de atrevessar a fronteira. Já do outro lado, o número de proprietários aumenta para 57%.

Foto: Anouk Antony

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Luxemburgo: Preço de venda dos apartamentos T0 aumentou 16,57% num ano

O preço de venda dos apartamentos TO, vulgo estúdios, aumentou 16,57% no espaço de um ano, indica o último relatório do Observatório da Habitação divulgado hoje.

Em geral, os preços dos apartamentos aumentaram 5% em relação ao segundo trimestre do ano passado, à semelhança dos das casas que aumentaram 3,88%, indica o estudo que se baseou nos anúncios imobiliários.

No segundo trimestre, uma casa custa em média 566 mil euros, ou seja, 3.230 euros/m2. Já os apartamentos são propostos em média ao preço de 351.700 euros, ou seja 4 mil euros/m2.

Sem grande surpresa a região Centro-Sul continua a ser a mais cara do país. As casas custam em média 691.295 euros e os apartamentos 428.119 euros.

Em contrapartida, as rendas dos apartamentos diminuíram 2,23% em relação ao ano passado. Alugar um apartamento custa em média 1.127 euros por mês. Já para uma casa, o aluguer é de 2.240 euros por mês.

Também na região Centro-Sul, as rendas são as mais altas, 1.225 euros por mês para os apartamentos e 2.537 euros por mês para as casas.

Foto: Serge Waldbillig

terça-feira, 27 de julho de 2010

No Luxemburgo vai ser possível comprar casa, mesmo sem um financiamento inicial

O Governo luxemburguês quer criar um mecanismo de "arrendamento-venda", que permita comprar casa mesmo que o comprador não possua uma entrada inicial de dinheiro. Esta uma das medidas anunciadas recentemente pelo ministro da Habitação, Marco Schank, para facilitar a aquisição de casa própria.

O ministro veio dizer que está a preparar uma série de novas medidas para facilitar o acesso à propriedade por parte de privados sem, no entanto, adiantar quando estas medidas entrariam em vigor.

O mecanismo "arrendamento-venda" é um contrato que vai permitir àqueles que não dispõem de dinheiro para dar de entrada para uma habitação de comprar, ainda assim, casa própria. Em concreto, as pessoas em causa vão pagar todos os meses uma prestação, sendo que uma parte dessa prestação é para a renda e a outra parte é um contributo para a entrada inicial de uma casa. No final do contrato, este último montante será deduzido do preço de aquisição da habitação, que poderá então ser definitivamente comprada pelo arrendatário.

A "possível extensão" do subsídio de lar ("allocation loyer"), actualmente pago apenas aos beneficiários do RMG (Rendimento Mínimo Garantido), a outros beneficiários necessitados e um apoio financeiro temporário aos inquilinos ou proprietários que não possam pagar devido a problemas inesperados (desemprego, invalidez, divórcio, etc.) são outras medidas que o ministro prevê lançar brevemente.

Medidas que são consideradas bem-vindas numa altura em que os preços do imobiliário voltaram a subir desde o final de 2009 depois uma ligeiro recuo em 2008.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Luxemburgo: 86% dos imóveis da capital são habitações

Um inquérito encomendado pela autarquia da cidade do Luxemburgo que visava apurar informações sobre o número de imóveis não habitados na capital revela que 86% destes são habitações, dos quais 6 % estão em relação com escritórios ou comércios. Apenas 7% dos imóveis são utilizados como escritórios ou comércios e em 1% dos imóveis a sua utilização não foi indicada.

Autarquia quer fazer baixar os preços das casas

Graças a este inquérito, a autarquia pretende evitar que alojamentos para habitação sejam utilizadas como escritórios e assim provoquem o aumento dos preços dos apartamentos e casas na capital. Cerca de 42 % das casas e apartamentos são habitados pelos proprietários, 37 % estão arrendados, 5 % foram postos à disposição gratuitamente pelos proprietários e 4 % não estão habitadas. Em 12 % das habitações, os proprietários não deram informações precisas sobre se estas estão a servir para habitação ou para comércio.

Outra iniciativa da autarquia para que os cidadãos possam adquirir casas a preços mais módicos é a autorização de construir em terrenos baldios. O município da capital põe os terrenos à disposição a preços acessíveis e uma. A título de exemplo, recentemente uma destas casas, com três quartos, foi vendida por 340 mil euros.

Um júri da autarquia reuniu-se na semana passada para iniciar a segunda parte deste projecto. Depois de já terem sido construídas 75 habitações neste tipo de terrenos, nos próximos anos prevê-se a construção de mais 74 casas.

A população da capital conta actualmente 92 mil habitantes e "poderia aumentar, sem qualquer problema, para os 150 mil", considera o burgomestre Paul Helminger. "A capital tem espaço "para satisfazer as visões optimistas" tendo em conta o perímetro de construção possível, sem que seja em detrimento das florestas ou zonas verdes" acrescentou.

Cristina Casimiro
Foto: Marc Wilwert

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Luxemburgo: Preços das casas aumentam - mais vale arrendar!

Comprar uma casa no Luxemburgo custava nos primeiros três meses de 2010 mais caro do que no final de 2009, segundo os números divulgados segunda-feira pelo Observatório da Habitação (Observatoire de l'habitat).

O Observatório adianta que os preços das casas para venda registaram uma subida de 1,3% e os apartamentos um aumento de 2,2%, se comparados o último trimestre de 2009 e o primeiro deste ano.

Se analisados os últimos 12 meses, o aumento é ainda mais flagrante. No início de 2009, as casas para venda custavam em média 542 mil euros quando agora o preço médio subiu para cerca de 561 mil euros.

No mesmo período, também os apartamentos para venda passaram de um preço médio de 331 para 349 mil euros, aumento que se verifica sobretudo nas regiões centro-sul e sul do Grão-Ducado.

Já o preço das rendas baixaram, nos primeiros três meses de 2010, em relação ao último trimestre do ano passado. O recuo nos preços foi na ordem dos -0,74% para os apartamentos a arrendar e 1,38% para as casas.

Se considerados os últimos 12 meses, a renda dos apartamentos baixou 3,53 %, mas aumentou cerca de 2,54% para as casas a arrendar. Nos primeitos três meses deste ano, o preço médio para arrendar uma casa era de 2.228 euros. Para alugar um apartmento os preços médios rondam os 1.1.32 euros.

O Observatório da Habitação luxemburguês analisa estes números considerando que os anúncios de casas à venda baixou 20% no último ano e que os anúncios de apartamentos para arrendar subiu 30%.

Foto: Marc Wilwert

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Luxemburgo: Construção de habitações baixou 9% em 2009

O número de autorizações para construir diminuiu cerca de 12% em 2009, segundo revela o Instituto de Estatísticas luxemburguês, Statec.

No sector residencial, o recuo foi na ordem dos 9%, na sequência do que já se tinha registado em 2008 com uma baixa de 23% nesse sector.

No que diz respeito às novas construções no sector não-residencial, o recuo foi de 14%. Números que o Statec relativisa, sublinhando que se trata de um regresso à normalidade após um ano de 2008, "relativamente excepcional" nesse mesmo sector.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

No Luxemburgo, 21% dos portugueses vivem em espaços exíguos

Em 2007, cerca de 21 % dos portugueses residentes no Grão-Ducado viviam em espaços exíguos, segundo o inquérito PSELL-3 SILC (Painel socioeconómico “Viver no Luxemburgo”) do Ceps/Instead, o que significa que a composição dos agregados familiares não é compatível com a dimensão do respectivo espaço habitacional.

O Ceps/Instead (Centro de Estudo das Populações, da Pobreza e das políticas socioeconómicas / International Network for Studies in Technology, Environment, Alternatives, Development) estima que para analisar de forma cabal o bem-estar das famílias, os rendimentos destas não são suficientes. Outro dos indicadores para tal avaliação prende-se com as condições de alojamento das pessoas.

Neste domínio, o Ceps/Instead seguiu os critérios adoptados em Julho de 2009 pela União Europeia no que respeita as situações de superpovoamento nas habitações.

Assim, cada alojamento deverá ter: "uma divisão por casal, uma divisão para cada indivíduo com mais de 18 anos, uma divisão por cada dois indivíduos do mesmo sexo com idades compreendidas entre os 12 e 17 anos, uma divisão por cada indivíduo dos 12 aos 17 anos de caso seja de sexo oposto, uma divisão para duas crianças com menos de 12 anos independentemente do sexo.

Além das divisões para dormir, o espaço habitacional deverá ter outro compartimento (salão, sala de jantar, entre outros) por cada agregado familiar.

O resto do artigo pode ser lido na edição do jornal CONTACTO de 14 de Outubro de 2009.

Foto: Anouk Antony

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Luxemburgo: Preços de venda dos apartamentos baixaram no segundo trimestre



Em vésperas da abertura da Semana da Habitação na Luxexpo (que começa hoje e acaba na segunda-feira), o Statec, o instituto luxemburguês de estatísticas, publicou os novos números relativos aos preços de venda dos apartamentos. O Statec constata que os preços diminuíram 6,6% no segundo trimestre deste ano em relação ao período homólogo de 2008.

No segundo trimestre deste ano, o preço de venda médio de um apartamento elevava-se a 289.100 euros . O preço médio dos apartamentos antigos era de 272.100 euros, enquanto que o dos novos rondava os 338.500 euros.

Por sua vez, o preço do metro quadrado recuou de 3.898 euros no quarto trimestre de 2008 para 3.818 euros no primeiro trimestre de 2009. No segundo trimestre deste ano, o preço do metro quadrado fixou-se em 3.572 euros, o que representa uma diminuição de 6,6% em relação ao mesmo período de 2008.

Apesar da baixa do preço médio do metro quadrado, a venda de apartamentos caiu 34% em relação ao ano passado.


Foto: Guy Jallay