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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Austrália é cada vez mais destino para portugueses

Foto: Á. Cruz
A comunidade portuguesa na Austrália, estimada em mais de 50 mil pessoas, tem crescido nos últimos tempos apesar da distância de Portugal e da política de vistos que dificulta a emigração para aquele país. "A comunidade tem crescido. Há cerca de dois anos parou um bocadinho, mas agora já está outra vez a começar a imigração [de portugueses]. Notamos que têm vindo muitos jovens e casais com filhos. Vêm com vistos de turista ou por dois anos e depois vão tentando renovar", disse à agência Lusa Ana Maria Pereira, representante da Austrália no Conselho das Comunidades Portuguesas.
Os números do consulado geral de Portugal em Sidney, maior cidade da Austrália, apontam para a existência de cerca de 50 mil portugueses registados, mas fontes da comunidade garantem que são entre 80 e 90 mil os emigrantes que fixaram residência na Austrália.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Emigrantes na Austrália não recebem pensões de Portugal

Foto: Shutterstock
Cerca de meia centena de pensionistas emigrantes na Austrália queixam-se de não ter recebido a prestação de Dezembro e temem que o atraso possa estar relacionado com os cortes nas reformas recentemente divulgados em Portugal.

"Os pensionistas portugueses na Austrália não receberam a pensão do mês de Dezembro. Ninguém recebeu", disse à agência Lusa, a partir de Sidney, Teresa Ventura, uma das pensionistas afectadas.

Milhares de pensionistas foram notificados no final do ano de que iriam ver reduzidos os complementos de reforma pagos pela Segurança Social por receberem pensões de outros sistemas. Na Austrália, há entre 50 e 60 mil pensionistas portugueses, com reformas que rondam os 200 euros.

Cerca de meia centena de pensionistas emigrantes na Austrália queixam-se de não ter recebido a prestação de Dezembro e temem que o atraso possa estar relacionado com os cortes nas reformas recentemente divulgados em Portugal.

"Os pensionistas portugueses na Austrália não receberam a pensão do mês de Dezembro. Ninguém recebeu", disse à agência Lusa, a partir de Sidney, Teresa Ventura, uma das pensionistas afectadas.

Milhares de pensionistas foram notificados no final do ano de que iriam ver reduzidos os complementos de reforma pagos pela Segurança Social por receberem pensões de outros sistemas.
Na Austrália, há entre 50 e 60 mil pensionistas portugueses, com reformas que rondam os 200 euros...

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Gripe A: Pandemia pode intensificar-se na Europa, advertem peritos da UE

O número de contágios e a extensão geográfica da gripe A (H1N1) estão a aumentar na Europa, alertaram na segunda-feira peritos do Centro de Prevenção e Controlo de Doenças da União Europeia (UE).

É necessário "estar alerta" face a uma nova onda da pandemia, preveniram.

"Em muitos países do continente está a avaliar-se uma recente intensificação da pandemia", disse o perito sobre gripe daquele centro, Angus Nicoll, durante a sua intervenção numa conferência de cientistas europeus sobre doenças infecciosas, realizada hoje em Estocolmo (Suécia) e divulgada na internet.

"Não sabemos quantas novas ondas do vírus vão chegar, a sua gravidade nem quanto durarão. Mas é seguro que virão e que isso acontecerá mais depressa do que se julga", alertou Nicoll.

O perito lembrou as "lições aprendidas" de países onde o Inverno austral já terminou, como a Austrália, onde "não se observou uma maior taxa de mortalidade (provocada por qualquer variante do vírus da gripe) do que em Invernos precedentes", em que o vírus da gripe sazonal foi o predominante.

Todavia, nos Estados Unidos - país em que a expansão do vírus começou antes de ocorrer na Europa - "a mortalidade até agora relacionada com a gripe foi superior", disse.

Segundo Nicoll, "a maioria dos contagiados pelo vírus ultrapassarão a doença por si sós e com sintomas leves", enquanto "uns poucos" poderão ser afectados de forma mais grave "e inclusive morrer".

O perito advertiu para a "maior pressão" a que ficarão submetidos os hospitais - e especialmente as unidades de cuidados intensivos - no caso de a epidemia se intensificar, e salientou a possibilidade de isto suceder na época natalícia, quando os serviços de saúde trabalham a meio gás.

Quanto à vacina, lembrou que é uma medida dirigida a "proteger os mais vulneráveis mas não a deter a pandemia", já que para isso se teria de imunizar uma percentagem mais elevada da população.

Outro dos peritos do centro que interveio na conferência, Tommi Asikainen, desmentiu, por seu lado, que a nova gripe seja "mais leve" do que a gripe comum.

"Existe uma confusão entre o que significa uma pandemia leve e um doença com sintomas leves. O vírus A (H1N1) não é mais leve do que a gripe sazonal, é diferente, já que provoca sintomas mais graves em jovens e grávidas", disse Tommi Asikainen.

"Os políticos repetem a mensagem de que a maioria das pessoas supera a doença sem problemas mas, às vezes, esquecem que 20% das mortes afectaram jovens sem problemas de saúde conhecidos", sublinhou.

Até agora morreram 261 pessoas e outras 63 mil foram infectadas pelo novo vírus na Europa, segundo os dados divulgados sexta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que também assinalou um total de 414.945 casos e cinco mil mortes em todo o mundo.