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sábado, 5 de maio de 2012

Desemprego: Luxemburgo entre os melhores da UE

O Luxemburgo chegou ao final de Março com uma taxa de desemprego de 5,2 %, a terceira mais baixa da União Europeia (UE), segundo números divulgados esta semana pelo Eurostat.

Com taxas de desemprego mais baixas, só a Áustria (4 %) e a Holanda (5 %). Portugal registou uma taxa de desemprego de 15,3 %, a terceira mais elevada da União.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, apenas Espanha (24,1 %) e Grécia (21,1 %, segundo dados de Janeiro) se encontram em pior situação que Portugal.

Foto: Gerry Huberty

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Portugal com taxa de 15% em fevereiro, 3.ª mais elevada da UE

Portugal chegou ao final de fevereiro com uma taxa de desemprego de 15 por cento, uma subida de 0,2 por cento face a janeiro e a terceira mais elevada da União Europeia (UE), revelou hoje o Eurostat.

De acordo com o gabinete de estatísticas da UE, apenas Espanha (23,6 por cento) e a Grécia (21 por cento, em dados que remontam a dezembro de 2011) se encontram em pior situação que o português.

Segundo o Eurostat, a taxa de desemprego permaneceu inalterada em fevereiro na zona euro, nos 10,8 por cento, ao passo que no conjunto dos 27 da UE o valor avançou 0,1 por cento para 10,2 por cento.

Relativamente a Portugal, registou-se ainda uma subida do desemprego entre os jovens (menos de 25 anos) de 35,1 por cento em janeiro para 35,4 por cento em janeiro.

O Eurostat calcula mensalmente uma taxa harmonizada de desemprego para todos os países da UE. Esta taxa utiliza uma metodologia comum a todos os 27 para permitir comparações. Os resultados do Eurostat não são necessariamente iguais aos obtidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

quinta-feira, 24 de março de 2011

Desemprego baixa ligeiramente no Luxemburgo

Em finais de Fevereiro, estavam inscritas na Administração do Emprego (ADEM) 15.322 pessoas, o que constitui uma diminuição de 319 pessoas em relação ao mês anterior. O desemprego baixou assim ligeiramente dos 6,5 % para 6,3 %, informou ontem o Comité de Conjuntura.

Num ano, a taxa de desemprego desceu 0,1%, de 6,4 % em Fevereiro de 2010 para 6,3 % este ano.

Em finais de Fevereiro de 2011 beneficiavam do subsídio de desemprego 7.259 desempregados residentes no Luxemburgo, o que representa uma diminuição de 5,6 % em relação ao mês homólogo do ano passado.

Apesar desta ligeira diminuição, o ministro do Trabalho Nicolas Schmit diz que "não se devem lançar os foguetes antes da festa". "O preço do petróleo não pára de aumentar e a situação no Japão pode vir a ter um impacto negativo na União Europeia", avisou o ministro do Trabalho.

Schmit mostrou-se satisfeito com o crescimento do emprego. No mês passado havia 2.635 ofertas de trabalho na ADEM, o que constitui um aumento de 9,3 % em relação a Janeiro. Já em comparação com o mês de Fevereiro do ano passado, o valor quase duplicou, passando de 1.350 para 2.635 propostas de emprego.

O Comité de Conjuntura diz ainda ter analisado 28 pedidos de empresas para atribuição do estatuto de desemprego parcial, 27 dos quais obtiveram parecer favorável. Assim, num universo total de 2.216 trabalhadores, 1.219 vão trabalhar em horário reduzido.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Luxemburgo: Um em cada dez trabalhadores vive no limiar da pobreza

No Luxemburgo, um em cada dez trabalhadores vive no limiar da pobreza. É o que revela o Statec, o serviço de estatísticas do Luxemburgo, num estudo publicado esta semana.

O risco de cair na pobreza atingir 10% na população activa pode parecer um número elevado, mas Paul Zahlen, que participou na realização do estudo relativiza os dados. Este número exprime uma "pobreza relativa", diz o investigador. Mais assustador, avança, é que quase metade (45,1%) dos desempregados no Luxemburgo podem cair na pobreza. O número sobe mesmo para 62% se se tratrem de desempregados com crianças.

O estudo serviu, ainda segundo o investigador, para mostrar a relação estreita que existe entre desemprego e pobreza e como um trabalhador com um salário fixo e uma vida estável, pode rapidamente cair no "limiar da pobreza" se se vir privado do seu vencimento habitual por um tempo determinado.

Zahlen explica que para o estudo foi considerado que alguém que vive no Luxemburgo se encontra no "limiar da pobreza" quando recebe 1.588 euros por mês, o que é geralmente pouco menos do que um desempregado recebe do fundo de desemprego quando está inscrito na Administração do Emprego (Adem).

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Desemprego: Portugal mantém taxa de 10,6 por cento, a quinta mais elevada da OCDE

A taxa de desemprego medida pela OCDE para Portugal manteve-se em setembro nos 10,6 por cento, com o país a manter a quinta mais alta taxa de desemprego dos 30 que compõem a organização.

No conjunto dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a taxa manteve-se em setembro, pelo quarto mês consecutivo, nos 8,5 por cento, com o número de desempregados a manter-se nos 45,5 milhões de pessoas.

Portugal mantém-se com a quinta taxa de desemprego mais elevada, depois de Espanha (que subiu para os 20,8 por cento), República Checa (que subiu para os 14,7 por cento), Irlanda (que subiu para os 14,1 por cento) e a Hungria (que baixou para os 10,8 por cento).

As taxas de desemprego mais baixas foram observadas, por sua vez, na Coreia do Sul (3,7 por cento), Holanda (4,4 por cento) e Áustria (4,5 por cento).

A taxa de desemprego média dos países da União Europeia manteve-se, por sua vez, estável nos 9,6 por cento.

Nos países da zona euro, a taxa de desemprego média subiu 0,1 pontos percentuais para 10,1 por cento, depois de ter estado estável nos 10 por cento durante sete meses consecutivos.

No mês em análise, a taxa de desemprego caiu em 4 países para os quais a OCDE tem valores disponíveis, subiu em nove e manteve-se inalterada em 11.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Luxemburgo: Ministros da UE hoje reunidos para discutir emprego na Europa em 2020

Os ministros do Trabalho dos 27 estados-membros da União Europeia estão hoje reunidos no Kirchberg.

Em cima está um documento que estabelece novas directrizes para a política de emprego nos 27, estabelecendo como objectivo que 75 por cento da população europeia entre 20 e 65 anos deve ter trabalho daqui a dez anos, em 2020.

sábado, 16 de outubro de 2010

Portugal: Desemprego deverá chegar a 10,6% este ano e 10,8% em 2011

O Governo português espera mais desemprego para este ano e para o próximo, revela o relatório da proposta de Orçamento de Estado (OE), estimando que a taxa atinja os 10,6% este ano, e suba para 10,8% em 2011.

A primeira estimativa, contida no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), apontava para uma taxa de 9,8% em 2011, sendo revista para 10,1% a meio do ano (na altura em que foi actualizado o Relatório de Orientação da Politica Orçamental), sendo agora revista novamente para 10,8%. A contribuir também para este crescimento das taxas, está uma queda prevista na taxa de emprego total de 1,4% este ano e de 0,4% em 2011.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Portugal: Desemprego recuou para 10,7%, em Agosto

A taxa de desemprego em Portugal medida pela OCDE recuou 0,1% entre Julho e Agosto, para os 10,7%, estando no entanto superior em 0,5% face a Agosto de 2009.

De acordo com os dados hoje divulgados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), a taxa de desemprego de Portugal estava em Agosto em igual nível ao registado em Março deste ano, e acumula agora dois meses de quedas, após ter atingido máximos históricos de 11%, em Maio e Junho deste ano.

A taxa registada por Portugal foi a quinta mais elevada no conjunto dos 24 países com dados disponíveis, ficando também acima das médias estimadas para o conjunto dos países da OCDE, das sete maiores economias, e tanto da União Europeia (UE) como da zona euro.

A Espanha continuou em Agosto a registar a taxa de desemprego mais elevada (20,5%), seguida da Eslováquia (14,6%), da Irlanda (13,9%), da Hungria (10,9%.

O desemprego na UE continua estável nos 9,6% (valor dos últimos seis meses, e dos dois primeiros trimestres completos), com a zona euro a ver também a sua taxa a estabilizar desde Maio, mas nos 10,1%.

A média para o conjunto da OCDE reduziu-se também em 0,1%, situando-se em Agosto nos 8,5%, enquanto na média das sete maiores economias da OCDE o valor continua nos 8,2%, que vem a registar desde Junho.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Desemprego em Portugal tem aumentado de forma constante nos últimos 35 anos

A subida do número absoluto de desempregados tem sido uma constante nos últimos 35 anos em Portugal, embora com algumas quebras pontuais, atingindo atualmente 589,8 mil pessoas, o que equivale a mais que quatro vezes o valor registado em 1975.

No ano seguinte à revolução de Abril, o desemprego afectava 138 mil pessoas, 10 anos depois existiam 405,4 mil desempregados, em 1995 os desempregados eram 338,4 mil e em 2005 eram 422,3 mil, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e da Pordata, base de dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Por sua vez, a taxa de desemprego, que está actualmente nos 10,6%, segundo o INE, mais que duplicou na última década. Em 1985, chegou aos 8,7%, baixou para os 4,7% 1990, cinco anos depois estava nos 7,1% e em 2000 baixou para 3,9%.

O fraco crescimento económico e aumento da população activa são os factores considerados determinantes para esta situação por economistas contactados como José Reis, director da faculdade de Economia de Coimbra, bem como pelo economista Eugénio Rosa.

"Os picos de desemprego, em 1983, 2003 e agora, que correspondem a curvas em forma de montanha, correspondem a crises económicas", analisa José Reis.

Como principal causa do aumento constante do desemprego no país nos últimos 35 anos, Eugénio Rosa aponta sobretudo o fraco crescimento económico, a quebra acentuada da actividade agrícola, a desindustrialização do país e o desenvolvimento tecnológico.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Portugal: Desemprego recua 0,7%

O número de desempregados inscritos nos centros de emprego em Portugal caiu 0,7% em Julho, face ao mês anterior, e aumentou 10,3% face ao mesmo mês do ano passado.

De acordo com a informação mensal publicada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Julho encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 548.067 desempregados, menos 3.801 indivíduos do que em Junho.

O desemprego desceu pelo quarto mês consecutivo e a desaceleração do crescimento do desemprego manteve-se pelo nono mês consecutivo.

O desemprego subiu em ambos os géneros face a Julho de 2009, mais nos homens, junto dos quais o número de desempregados subiu 10,7% num ano, enquanto que junto das mulheres o valor avançou 10%.

Por grupo etário, o desemprego dos jovens desceu 1% em termos homólogos, enquanto o dos adultos subiu 12%.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Luxemburgo: Desemprego volta a subir



Ainda que ligeiramente, o desemprego voltou a subir no Luxemburgo e situa-se agora nos 5,7 %. Os números foram revelados, ontem, após a habitual reunião do Comité de Conjuntura. A 30 de Junho, o número de pessoas sem emprego residentes no Luxemburgo registadas na ADEM era de 13.477. Este número representa um aumento de 0,3 % (39 pessoas) em relação ao mês precedente.

Apesar de não se tratar de uma situação alarmante, a comparação em relação ao mês de Junho de 2009 mostra que os números evoluíram de forma significativa. Num ano o número de pedidos de emprego aumentou 7,7 % (965 pessoas). Se tivermos em conta as pessoas que beneficiam de uma medida de reinserção profissional, o número de desempregados atinge 17.467 pessoas, o equivalente a 7,3 %.

O Comité de Conjuntura diz ter ainda analisado 54 pedidos de empresas para o desemprego parcial, tendo 47 obtido parecer favorável.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Taxa de desemprego sobe em Portugal para 10,5% em Março

A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 10,5 por cento em março, mais 0,2 pontos percentuais que em fevereiro, enquanto na zona euro estabilizou nos 10 por cento, indicou hoje o Eurostat.

De acordo com os dados hoje divulgados, a taxa de desemprego em Portugal de fevereiro para março terá crescido 0,2 pontos percentuais, quando de janeiro para fevereiro se manteve igual, nos 10,3 por cento.

Na zona euro, a taxa de desemprego estabilizou em março, nos 10 por cento, valor igual ao de fevereiro. Em dezembro e janeiro os valores já haviam estabilizado nos 9,9 por cento.

De setembro de 2009 até março de 2010 o desemprego na zona euro cresceu apenas 0,2 pontos percentuais.

Para a totalidade dos 27 países da União Europeia, a taxa de desemprego atingiu em março os 9,6 por cento, o mesmo que em fevereiro.

Nos últimos seis meses, a média do desemprego na União Europeia cresceu apenas 0,3 pontos percentuais.

Em março, a Letónia foi o país cujo rácio de população desempregada face à população ativa nos 27 países membros (22,3 por cento), seguido da Espanha (com 19,1 por cento).

A Holanda e a Áustria estão no extremo oposto, com 4,1 e 4,9 por cento respetivamente, de taxa de desemprego.

segunda-feira, 1 de março de 2010

UE/Desemprego: Taxa mantém-se nos 9,9% na zona euro e sobe até aos 10,5% em Portugal

O desemprego na zona euro manteve-se nos 9,9 por cento, , pelo terceiro mês consecutivo, com Portugal a sofrer uma nova subida até aos 10,5 por cento, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.

De acordo com o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), sediado no Kirchberg, a taxa de desemprego na zona euro mantém-se nos 9,9 por cento desde novembro de 2009.

No conjunto dos 27 estados-membros da UE, o desemprego também cresceu uma décima para os 9,5 por cento.

O Eurostat estima que em janeiro existiam 22.979 milhões de desempregados no total da UE, dos quais 15.683 milhões só nos países que utilizam a moeda única.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Portugal: Previsão de taxa de desemprego de 9,8% é realista, diz ministra do Trabalho

A ministra do Trabalho considerou hoje realista a taxa de desemprego de 9,8 por cento prevista pelo Governo para 2010, tendo em conta que a OCDE divulgou uma taxa média anual de 9,6 por cento em 2009.

"A taxa média anual de 9,6 por cento é uma taxa que é confirmada pelo Governo", disse Maria Helena André em resposta ao deputado centrista Pedro Mota Soares.

Pedro Mota Soares lembrou as derrapagens nas previsões de desemprego de 2009 e perguntou se o Governo iria corrigir a previsão de 9,8 por cento na proposta de Orçamento do Estado para 2010.

Enquanto decorria a audição pelas comissões parlamentares de Orçamento e Finanças e Trabalho e Segurança Social, a ministra recebeu a informação de que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) tinha divulgado a taxa média anual de desemprego em 2009.

A ministra contrapôs às acusações de irrealismo das previsões do Governo valor de 9,6 por cento apontado pela OCDE para Portugal.

"Assim, podemos discutir se os números são realistas ou irrealistas", disse Helena André.

No final da audição, a ministra escusou-se a comentar os números da OCDE, alegando desconhecer o relatório hoje divulgado.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

UE: Especialistas apresentam recomendações para combater o desemprego

Um grupo de peritos "Novas competências para novos empregos" apresenta hoje em Bruxelas recomendações centradas na questão da formação como meio para combater o desemprego, no âmbito da estratégia "Europa 2020",

A crise económica mundial travou a tendência para o crescimento do emprego que se verificou entre 2006 e 2008 e recuperou a questão da formação no debate político europeu.

"Apesar da crise, há milhões de empregos à espera dos candidatos certos", segundo uma nota da Comissão Europeia, que relembra a importância da formação e da educação.

Numa visão otimista, Bruxelas estima que na próxima década - em que vigorará a "Europa 2020" - "80 milhões de vagas terão que ser preenchidas devido à passagem de trabalhadores à reforma e 20 milhões de novos empregos deverão ser criados, exigindo cada vez mais e melhores competências".

A conferência tem lugar em vésperas do arranque da nova Comissão Europeia, que deverá receber a aprovação do Parlamento Europeu na próxima semana, em Estrasburgo.

A "Europa 2020" substitui a Estratégia de Lisboa, que caduca este ano.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Luxemburgo: ADEM abre mais duas agências em Differdange e Dudelange

A Administração do Emprego (ADEM) vai abrir até ao Verão de 2010 mais duas agências regionais em Differdange e Dudelange, depois de ter já filiais na cidade do Luxemburgo, Esch-Belval, Diekirch e Wiltz.

Para já, sabe-se que enquanto a agência de Differdange vai propor todos os serviços da ADEM, ainda não se sabe que serviços serão exatcamente propostos em Dudelange. As duas autarquias prevêm uma abertura das agências nos próximos seis meses.

Em Differdange, a ADEM vai instalar-se no terceiro andar do Centro Médicosocial, numa superfície de 180 m2.

Em Dudelange, a ADEM vai ocupar o antigo comissariado da Polícia atrás do edifício da comuna.


Os desempregados dessas duas comunas vão poder contar assim com estruturas de proximidade da ADEM, e deixarão brevemente de ter de deslocar-se até Esch/Alzette, como anteriormente.

Esta decisão acontece na sequência dos pedidos insistentes das duas autarquias du sul junto do ministro do Trabalho, Nicolas Schmit.

Uma outra agência regional está, desde já, prevista abrir portas, também nos próximos meses, deixou filtrar fonte do Ministério do Trabalho. Só não se sabe ainda se essa agência se vai instalar na região oeste ou leste do Grão-Ducado, mas em todo o caso numa dessas regiões, as únicas que ainda não dispõem de uma agência regional da ADEM.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Luxemburgo: 27% dos desempregados não estão inscritos na ADEM, revela Statec

Vinte e sete por cento dos desempregados, em 2008, não estavam inscritos na Administração do Emprego (ADEM), segundo um inquérito publicado esta segunda-feira pelo serviço de estatísticas luxemburguês, Statec. Um número que varia bastante em função do sexo, já que essa percentagem é de 22% para os homens e 32% para as mulheres.

Esta diferença é explicada pelo facto de as pessoas que perdem o emprego terem a tendência de se inscreverem de imediato na ADEM (75%), ao passo que no caso das pessoas que procuram um emprego depois de um período em casa essa percentagem é apenas de 40%.

Por outro lado, o inquérito revela que a inscrição na ADEM varia com o tempo de procura de um emprego. À medida que o tempo aumenta, o número de inscritos diminui.

Outras diferenças são também evidentes em função da nacionalidade. Assim, 78% dos desempregados estrangeiros estavam inscritos em 2008, contra apenas 63% de luxemburgueses.

O Statec explica esta diferença pelo maior número de estrangeiros que trabalharam antes de ficarem no desemprego. Sem esquecer que os luxemburgueses têm, geralmente, uma rede de conhecimentos mais importante que os ajuda a encontrar um trabalho.

No que se refere à procura de emprego, propriamente dita, o Statec salienta que as ofertas de emprego publicadas nos jornais continuam a ser as mais procuradas (86%), seguidas dos pedidos à ADEM (79%) e as já referidas relações pessoais (62%).

Finalmente, a percentagem de 27% de pessoas não inscritas na ADEM é também resultado das diferentes definições de "desempregado". Para este inquérito, foram consideradas desempregadas todas as pessoas sem emprego, à procura de emprego e disponíveis para ocupar um lugar no prazo de quinze dias, enquanto que a Administração do Emprego considera como desempregada a pessoa sem emprego, disponível para o mercado do trabalho e, sobretudo, que respeite as obrigações impostas pela ADEM.

F.Pinto
Foto: Guy Jallay

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Luxemburgo: Trabalhadores da Villeroy&Boch montam uma "cadeia humana de luz" em Schengen

O sindicato cristão-social LCGB fez saber este fim-de-semana que vai apoiar os trabalhadores da Villeroy & Boch se estes decidirem avançar com uma greve no caso de o Serviço de Conciliação (ONC) não conseguir fazer chegar esta semana a acordo a direcção daquela empresa e os representantes dos trabalhadores.

Os trabalhadores da fábrica de faianças alemã do Rollingergrund, Villeroy & Boch, marcaram para esta segunda-feira à tarde, pelas 17h15, na place de l'Europe, em Schengen, uma "cadeia humana de luz", na zona onde Alemanha, França e Luxemburgo fazem fronteira, em sinal de solidariedade para com os 230 trabalhadores daquela empresa que vão brevemente perder o seu emprego.

Na semana passada, a direcção da Villeroy&Boch informou que a fábrica deverá fechar as suas portas em Junho de 2010, antes da data que havia sido inicialmente anunciada.

Na próxima quinta-feira decorre a última ronda de negociações coordenada pelo Serviço de Conciliação. Para o sindicalista Marcel Glesener, que acusa a direcção da empresa de "arrogância", é, no entanto, pouco provável que se chegue a algum acordo. Depois disso, os sindicatos prevêem que nada mais resterá aos trabalhadores do que convocar uma greve.

A decisão da Villeroy & Boch de encerrar a fábrica no Rollingergrund deve-se à vontade da empresa alemã de demolir a unidade fabril e utilizar os terrenos para construir projectos imobiliários. Em mais de 240 anos, a unidade fabril do Rollingergrund nunca apresentou números déficitários, pelo que nada deixava prever esta decisão que caiu como uma bomba em Março deste ano.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Portugal: Número de pessoas empregadas é o terceiro mais baixo desde o ano 2000

O número de pessoas empregadas entre Julho e Setembro deste ano em Portugal é o terceiro mais baixo da década, sendo preciso recuar até ao ano 2000 para encontrar um trimestre em que haja menos empregados em Portugal.

De acordo com os valores hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no terceiro trimestre de 2009, o número de empregos baixou 3,4% face ao período homólogo, para 5,017 milhões.

O número de pessoas empregadas em Portugal tem vindo, assim, a diminuir nos últimos anos, de acordo com os dados do instituto, sendo necessário recuar ao segundo trimestre do ano 2000 para encontrar um valor mais baixo do que o registado no terceiro trimestre deste ano.

Nessa altura o número de empregados foi de 5,002 milhões indivíduos, de acordo com a série longa disponibilizada pelo INE.

O mais baixo nesta década registou-se no primeiro trimestre de 2000, altura em que o número de empregados era de 4,972 milhões.

De acordo com os dados hoje divulgados, entre Julho e Setembro deste ano havia menos 178,3 mil empregos do que os observados um ano antes.

Comparando com o trimestre anterior (Abril a Junho), o número de pessoas empregadas recuou por sua vez 1,2%, o que significou uma perda de 58,7 mil postos de trabalho no período de Julho a Setembro, acrescenta o INE.

Para a diminuição homóloga do número de empregos, contribuiu sobretudo a redução de empregados do sexo masculino e a diminuição do número de trabalhadores a tempo completo.

O INE destaca ainda, a propósito, a diminuição do emprego no sector da indústria, construção, energia e água, bem como do número de trabalhadores por conta de outrém e, embora com menor expressão, do número de trabalhadores por conta própria.

Segundo o INE, a taxa de emprego em Portugal situou-se assim nos 55,6 por cento, ficando abaixo não só do trimestre homólogo (2,1%), mas também do trimestre anterior (0,7%).

Portugal: Desemprego sobe para 9,8% no terceiro trimestre

A taxa de desemprego em Portugal atingiu os 9,8% no terceiro trimestre de 2009, o que representa um agravamento face aos 9,1% observados no trimestre anterior.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o desemprego entre Julho e Setembro agravou-se 2,1 pontos percentuais face aos 7,7% observados no período homólogo de 2008.

Este valor fica acima das previsões do Governo português para o conjunto do ano, que apontavam para os 8,8%.