Os relógios recuaram uma hora esta madrugada, dando início ao horário de Inverno, que se prolongará até Março de 2010, altura em que se regressa à hora de Verão.
Este domingo será o dia mais longo do ano, com 25 horas, uma vez que a hora legal foi atrasada em 60 minutos às 3h no Luxemburgo passando para as 2h.
A mudança de hora deve-se a uma directiva que determina que os países da União Europeia devem entrar na hora de Verão no último domingo de Março e adoptar a hora de Inverno no último domingo de Outubro, independentemente do fuso horário em que se encontrem.
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domingo, 25 de outubro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
Domingo muda a hora: os dias passam a ser mais curtos e as noites maiores
O próximo domingo será o dia mais longo do ano, com 25 horas, uma vez que a hora legal é atrasada em 60 minutos: quando forem 3h da manhã no Luxemburgo há que recuar os relógios para as 2h.
A mudança de hora resulta de uma directiva comunitária e acontece em toda a União Europeia (UE), continuando a verificar-se as diferenças horárias entre os países dos três fusos horários que atravessam o continente europeu.
Os três fusos horários colocam Portugal, Grã-Bretanha e Irlanda na mesma hora do meridiano de Greenwich, enquanto a maioria dos restantes países europeus, como o Luxemburgo, se regulam pelo meridiano de Berlim, com um avanço de 60 minutos.
Este recuo nos ponteiros dos relógios acontece sobretudo por razões civis, uma vez que, do ponto de vista astronómico, apenas faria sentido uma correcção de 37 minutos.
A mudança de hora deve-se a uma directiva que determina que os países da UE devem entrar na hora de Verão no último domingo de Março e adoptar a hora de Inverno no último domingo de Outubro, independentemente do fuso horário em que se encontrem.
Atenção às "depressões de Inverno"!
Durante cinco meses, as noites vão cair mais cedo, os dias vão ser mais curtos, o que pode trazer alguns distúrbios a muitos europeus. Padecem da chamada "depressão de Inverno" sobretudo os povos escandinavos e do Leste Europeu, em cujos países o crepúsculo no Inverno, a partir de Novembro, pode chegar entre as 14 e as 15h.
Para compensar a falta de luz, há países, como Inglaterra, que, quando as condições meteorológicas fazem baixar a luz, aconselham as pessoas que têm risco de depressão a fazerem fototerapia em casa.
Texto: JLC com Lusa/ Foto: MarcWilwert
terça-feira, 14 de julho de 2009
Verão: tempo de férias e... de burlas: alguns conselhos do Centro Europeu do Consumidor (CEC)
O Centro Europeu dos Consumidores alertou, a 1 de Julho, para várias burlas recorrentes em tempo de férias, destacando o fenómeno do "timeshare", muito em voga na zona do Mediterrâneo, nomeadamente em Portugal e em Espanha.
O "timeshare" consiste num direito de uso, de longa duração e a tempo parcial, de um ou vários locais de férias, sendo que o consumidor não compra o alojamento sozinho. Pelo contrário, a utilização desse local é partilhada durante uma ou mais semanas definidas com outras pessoas.
Para os consumidores com orçamento limitado, que sonham com um lugar de férias, a fórmula do "timeshare" pode tornar esse sonho realidade, uma vez que as despesas fixas da residência de férias são repartidas entre os diferentes detentores de "timeshare".
Porém, existem algumas práticas duvidosas, avisa Patrick Schaul, conselheiro jurídico do gabinete luxemburguês do Centro Europeu do Consumidor (CEC), durante a sessão de sensibilização para as burlas frequentes em tempo de férias, na "Maison de l'Europe", na capital.
"O esquema é geralmente sempre igual, os turistas são abordados no seu local de férias, sobretudo em Espanha, com o objectivo de os fazer participar numa lotaria, da qual sairão vencedores", explica o especialista do CEC.
Os vencedores são a seguir convidados a assistir a uma recepção num complexo hoteleiro onde durante várias horas serão expostos a verdadeiras pressões para os levar a assinar um contrato "timeshare".
"Os métodos utilizados são suficientemente convincentes, havendo poucos turistas com força moral e física suficientes para lhes resistir", sublinha Patrick Schaul. Segundo Schaul, a problemática do "timeshare" reside por um lado nos métodos de venda agressiva e por outro nas despesas adicionais (adiantamentos, encargos anuais) ligadas a um contrato de "timeshare", além da qualidade muitas vezes decepcionante do local, o que leva inúmeros clientes a querer trocar ou revender o seu contrato.
"Mas não existe nenhum mercado para a revenda de contratos 'timeshare' e há poucas possibilidades de se efectuar uma troca", sublinha o perito do CEC.
Segundo o mesmo, existem sociedades sem pejo que contactam directamente os titulares dos contratos, prometendo-lhes possibilidade de revenda a troco do pagamento de uma certa quantia de dinheiro. A sociedade embolsa os custos do dossiê, acabando a maioria das vezes por não vender o bem em questão.
A directora do CEC abordou igualmente outros problemas ligados às férias, nomeadamente a questão das indemnizações caso o hotel não corresponda às descrições do catálogo, caso a companhia aérea entre em falência quando o passageiro se encontra no estrangeiro, em caso de perda de bagagens, ou ainda em caso de atraso, de anulação de um voo ou recusa de embarque.
Qualquer cidadão confrontado com este tipo de contratempos deve dirigir-se ao Centro Europeu do Consumidor, no no 55, rue des Bruyères, em Howald, na cidade do Luxemburgo. Pode ainda obter informações pelo telefone 26 84 64 -1, por correio electrónico info@cecluxembourg.lu , ou no portal www.cecluxembourg.lu , na internet.
Nuno Costa
O "timeshare" consiste num direito de uso, de longa duração e a tempo parcial, de um ou vários locais de férias, sendo que o consumidor não compra o alojamento sozinho. Pelo contrário, a utilização desse local é partilhada durante uma ou mais semanas definidas com outras pessoas.
Para os consumidores com orçamento limitado, que sonham com um lugar de férias, a fórmula do "timeshare" pode tornar esse sonho realidade, uma vez que as despesas fixas da residência de férias são repartidas entre os diferentes detentores de "timeshare".
Porém, existem algumas práticas duvidosas, avisa Patrick Schaul, conselheiro jurídico do gabinete luxemburguês do Centro Europeu do Consumidor (CEC), durante a sessão de sensibilização para as burlas frequentes em tempo de férias, na "Maison de l'Europe", na capital.
"O esquema é geralmente sempre igual, os turistas são abordados no seu local de férias, sobretudo em Espanha, com o objectivo de os fazer participar numa lotaria, da qual sairão vencedores", explica o especialista do CEC.
Os vencedores são a seguir convidados a assistir a uma recepção num complexo hoteleiro onde durante várias horas serão expostos a verdadeiras pressões para os levar a assinar um contrato "timeshare".
"Os métodos utilizados são suficientemente convincentes, havendo poucos turistas com força moral e física suficientes para lhes resistir", sublinha Patrick Schaul. Segundo Schaul, a problemática do "timeshare" reside por um lado nos métodos de venda agressiva e por outro nas despesas adicionais (adiantamentos, encargos anuais) ligadas a um contrato de "timeshare", além da qualidade muitas vezes decepcionante do local, o que leva inúmeros clientes a querer trocar ou revender o seu contrato.
"Mas não existe nenhum mercado para a revenda de contratos 'timeshare' e há poucas possibilidades de se efectuar uma troca", sublinha o perito do CEC.
Segundo o mesmo, existem sociedades sem pejo que contactam directamente os titulares dos contratos, prometendo-lhes possibilidade de revenda a troco do pagamento de uma certa quantia de dinheiro. A sociedade embolsa os custos do dossiê, acabando a maioria das vezes por não vender o bem em questão.
OUTROS PROBLEMAS RELACIONADOS COM AS FÉRIAS
A directora do CEC abordou igualmente outros problemas ligados às férias, nomeadamente a questão das indemnizações caso o hotel não corresponda às descrições do catálogo, caso a companhia aérea entre em falência quando o passageiro se encontra no estrangeiro, em caso de perda de bagagens, ou ainda em caso de atraso, de anulação de um voo ou recusa de embarque.
Qualquer cidadão confrontado com este tipo de contratempos deve dirigir-se ao Centro Europeu do Consumidor, no no 55, rue des Bruyères, em Howald, na cidade do Luxemburgo. Pode ainda obter informações pelo telefone 26 84 64 -1, por correio electrónico info@cecluxembourg.lu , ou no portal www.cecluxembourg.lu , na internet.
Nuno Costa
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Luxemburgo: Temperaturas voltam a subir a partir de terça-feira
As temperaturas no Luxemburgo, depois de terem subido até aos 30 graus há cerca de uma semana e meia e terem nos últimos dias rondado os 20 graus, com alguns períodos de chuva, vão voltar a subir até aos 32 graus, já a partir de terça-feira, noticia esta sexta-feira o site do wort.lu, após consultar meteorologistas que trabalham directamente com o Luxemburger Wort.Ainda segundo os mesmos especialistas, as temperaturas no Grão-Ducado vão manter-se nesses níveis elevados a partir dessa data e durante várias semanas.
As temperaturas começam já a subir neste fim-de-semana, até aos 24 graus, e na segunda-feira deverão chegar aos 27 graus.
Apesar do mercúrio continuar a subir nas próximas semanas, os meteorologistas prevêem esporadicamente aguaceiros.
Este tempo de Verão deve-se a uma frente quente que está a chegar ao Luxemburgo vinda do sul, nomeadamente de Espanha e da França.
JLC
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