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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Última hora: Reféns de navio luxemburguês sequestrados há 19 dias foram libertados

Os dois tripulantes do navio luxemburguês Amerigo Vespucci sequestrados em 12 de Setembro por piratas na costa dos Camarões foram ontem libertados, anuncia hoje em comunicado a Embaixada do Luxemburgo em Bruxelas.

"O croata Klaudio e o filipino Wilson estão bem" anuncia, em conjunto com as autoridades luxemburguesas, a célula de crise da empresa Jan de Nul, armador belga que fretou o navio ao Luxemburgo, que conduziu as negociações com os piratas. Os dois homens já estão a caminho dos seus respectivos países de origem.

Já esta semana a célula de crise do grupo Jan de Nul conseguiu fazer libertar quatro outros reféns de nacionalidade ucraniana, que haviam sido sequestrados de um outro navio.

As autoridades luxemburguesas salientam igualmente o papel decisivo da colaboração das autoridades dos Camarões, da Bélgica, das Filipinas e da Ucrânia na libertação dos reféns.

O navio Amerigo Vespucci, com pavilhão luxemburguês, foi atacado em 12 de Setembro nas águas territoriais dos Camarões, na costa oeste de África. Durante o ataque, dois membros da tripulação foram feitos reféns pelos piratas, que os retinham em cativeiro há 19 dias.

Foto: Grupo Jan de Nul

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Última Hora: Navio luxemburguês atacado por piratas na costa dos Camarões

O navio Amerigo Vespucci, com pavilhão luxemburguês, foi ontem atacado nas águas territoriais dos Camarões, na costa oeste de África, cerca das 21h20 (hora local).

Durante o ataque, dois membros da tripulação, um de origem croata e outro de origem filipina, foram feitos reféns pelos piratas. O navio pôde depois regressar com os 18 membros da tripulação ao porto de Douala, nos Camarões, onde neste instante está ainda a ser ouvida pela polícia local, informa um comunicado emitido esta tarde pelo Governo luxemburguês.

Ainda hoje, o navio e a respectiva tripulação regressam à costa belga.

As autoridades luxemburguesas informaram os familiares dos tripulantes e estão a acompanjhar a situação com as autoridades marítimas belgas e a célula de crise do grupo Jan de Nul, armador belga que fretou o navio ao Luxemburgo.