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terça-feira, 22 de março de 2011

Portugal: Liga (24ª jornada) - Benfica goleia e aproxima-se da "Champions"

O Benfica conseguiu segunda-feira a sua maior goleada na Liga portuguesa de futebol, ao vencer em Paços de Ferreira por 5-1, em encontro da 24.ª jornada da Liga portuguesa de futebol.

O paraguaio Óscar Cardozo (05 minutos, de grande penalidade) e os argentinos Pablo Aimar (13) e Nicolas Gaitan (25) resolveram bem cedo, para, no final, o veterano Nuno Gomes sentenciar, com um “bis” (82 e 90+2).

Pelo meio (29 minutos), o francês Carole, que substituiu Fábio Coentrão (estava “tapado” e foi poupado, tal como Salvio), ainda marcou na própria baliza, mas os locais pouco puderam fazer com a expulsão de Javier Cohene (41).

Com este triunfo, o Benfica ficou a um ponto de assegurar, matematicamente, o segundo lugar e também garantiu que só precisará de empatar com o FC Porto, na próxima ronda (03 de abril), para impedir a festa dos “dragões” em plena Luz.

Independentemente de chegar ou não ao cetro na próxima ronda, o “onze” de André Villas-Boas tem o título mais do que segurou, agora a duas vitórias, depois do triunfo caseiro sobre a Académica (3-1), após ter estado a perder.

David Addy, jogador emprestado pelo FC Porto, deu vantagem aos “estudantes” em pleno Dragão, mas, na segunda parte, o inevitável Guarin empatou e, depois, Maicon e Varela selaram o 22.º triunfo dos invictos “azuis e brancos”, em 24 jogos.

Se vencer na Luz, a formação portista garante o título e, se empatar, poderá chegar ao cetro na ronda seguinte, a 26.ª, em Portimão.

Na luta pela Europa, o Sporting de Braga foi o grande beneficiado, já que saltou para o quarto lugar, ao vencer por 1-0 na receção ao Rio Ave, graças a um livre direto apontado por Hugo Viana.

Com um jogo a menos, os “arsenalistas” ficaram a quatro pontos do Sporting, “empatado” em casa pela União de Leiria (0-0), e ultrapassaram o Vitória de Guimarães, derrotado por 2-1 em Portimão, e o Paços de Ferreira.

Em relação à guerra pela manutenção, o Vitória de Setúbal bateu em casa o Nacional por 2-1 e manteve cinco pontos de avanço sobre o Portimonense, subindo ainda para sete o avanço sobre a Naval 1.º de Maio, que empatou 2-2 com o Beira-Mar.

Texto e foto: Lusa

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Liga portuguesa arranca hoje com Braga-Portimonense


O vice-campeão Sporting de Braga dá hoje o pontapé de saída na Liga de futebol 2010/2011, juntamente com o Portimonense, regressado ao convívio dos "grandes" 20 anos depois, no Minho, a partir das 20h15.

A equipa "arsenalista", que manteve o treinador Domingos Paciência, lutou até à última ronda do campeonato anterior pelo título, conquistado pelo Benfica, e continua a sonhar com a Liga dos Campeões, embora com o Sevilha pela frente.

O conjunto algarvio, orientado por Litos, também alcançou o estatuto de “vice” na Liga de Honra e vai contar com onze reforços em Braga - Nuno Santos, João Paulo, André Pinto, Di Fabio, Pedro Moreira, Jumisse, Elias, Peña, Kadi, Lito e Pelembe.

Nesta primeira ronda, FC Porto e Sporting estreiam-se sábado, com deslocações aos recintos da Naval 1º de Maio e do Paços de Ferreira, respetivamente, enquanto o Benfica só joga domingo, na Luz, face à Académica.

A jornada inaugural termina segunda feira, com a receção do Olhanense ao Vitória de Guimarães.

Programa da primeira jornada:

Sexta-feira, 13 de Agosto:

Sporting de Braga - Portimonense (20h15 - hora portuguesa)

Sábado, 14 de Agosto:

Marítimo - V. Setúbal (16h)
Naval 1° de Maio - FC Porto (19h15 - Sport TV)
Paços de Ferreira - Sporting (21h15 - TVI)

Domingo, 15 de Agosto:

Rio Ave - Nacional da Madeira (16h)
Beira-Mar - União de Leiria (17h)
Benfica - Académica de Coimbra (20h15 - Sport TV)

Segunda-feira, 16 de Agosto:

Olhanense - V. Guimarães (20h15 - Sport TV)



domingo, 9 de maio de 2010

Portugal: Benfica conquista o seu 32° título de campeão


O 32º título da história do Benfica tem uma assinatura de autor, Jorge Jesus, técnico que chegou no início de época, com algumas interrogações dos adeptos, ao comando da equipa de futebol "encarnada".
Engenhoso na táctica, temperamental, capaz de mudar mentalidades e motivar jogadores, Jorge Jesus empolgou a massa de adeptos benfiquistas.Na sua chegada ao Benfica, as reticências ainda eram muitas, perante um técnico que mostrara qualidades no Sporting de Braga, mas que poderia ser insuficiente para a dimensão do clube da Luz.

Jesus veio acabar com todas essas dúvidas. Um futebol empolgante de início de época fazia antever um Benfica melhor do que os últimos anos, mas poucos adivinhariam que seria o mais atrativo desde o sueco Sven-Goran Eriksson. Os méritos do novo treinador mostraram uma equipa dinâmica, ofensiva, com mentalidade ganhadora, alicerçada em alguns novos jogadores (Ramires, Javi Garcia ou Saviola), mas também em antigos com cara nova.

Com Jesus, o extremo Di Maria ganhou nova vida, o defesa David Luiz conquistou predominância na defesa, Pablo Aimar mais regularidade e Ruben Amorim ou Fábio Coentrão passaram a ter uma importância e polivalência invejáveis. O treinador, de 55 anos, soube cativar um plantel, sustentado em elementos-chave, mas sempre aberto a mudanças, sem que a equipa sofresse pela ausência de qualquer um dos "nucleares".
Um dos momentos altos do "engenho táctico" de Jesus aconteceu precisamente frente ao FC Porto, na Luz. Sem Di Maria, Aimar ou Coentrão, o treinador surpreendeu com a entrada do pouco utilizado Urreta e colocou Carlos Martins no meio.

Ao longo do campeonato, o técnico soube também jogar com o "bluff", escondendo muitas vezes as ideias, com convocatórias tardias ou informações ambíguas quanto à disponibilidade física de jogadores. A mudança de mentalidade nos "encarnados" passou em muito pelas ideias do novo técnico, pelo "pressing" que transmitiu à equipa e também pela agitação mostrada à flor da relva, em que à dinâmica atacante era exigido sempre mais.

Foram muitos os jogos do campeonato em que o caudal de golos superou a marca dos quatro por jogo, com Jesus não raras vezes a pedir à equipa que subisse, atacasse, depois de já estar a vencer por um ou por dois.
Com um génio temperamental agitado, muitas vezes focado a gritar ou a esbracejar para o relvado, foi também numa dessas vezes que o técnico teve um gesto que caiu menos bem, ao levantar a mão, num sinal de "quatro golos", a um técnico adversário, num jogo que viria a vencer por 6-1.

O gesto foi feito frente ao Nacional, treinado por Manuel Machado, um dos técnicos, juntamente com Augusto Inácio ou Carlos Azenha, que já mostraram publicamente que não gostam de Jorge Jesus. Mas a tudo isso o técnico do Benfica tem respondido com resultados, num discurso muitas vezes criticado por ser "menos erudito", mas que jogo a jogo, como o treinador gosta de dizer, levou o clube à conquista da Taça da Liga e ao 32º título da sua história.

O patamar mais alto da carreira do técnico, um jogador mediano (entre 1973 e 1989), é agora vivido num dos mais importantes clubes portugueses, logo à primeira oportunidade que um "grande" lhe deu para treinar.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Liga Europa: Benfica bate Liverpool e acredita na qualificação


O Benfica venceu ontem o Liverpool, no estádio da Luz, com dois golos de Cardozo de grande penalidade, na primeira mão dos quartos de final da Liga Europa em futebol, mas esteve a perder, quase 50 minutos.

Uma falha de marcação num lance de bola parada e falta de eficácia na finalização explicam a desvantagem do Benfica ao intervalo, perante um adversário que é uma equipa de "top" europeu, perante a qual não se pode cometer erros sob pena de se pagar um preço alto.

Decorriam dez minutos de jogo quando Gerrard, travado em falta por Maxi Pereira, que não teve pernas para o segurar, bateu o livre à entrada da área, sobre o flanco esquerdo do ataque inglês, rasteiro para a entrada da pequena área, onde surgiu Agger de calcanhar a finalizar, quando toda a gente estava à espera do cruzamento por alto.

O Benfica viu o espanhol Fernando Torres introduzir a bola pela segunda vez na baliza de Júlio César, noutro lance de bola parada, aos 38 minutos, mas este estaria em posição irregular quando o livre foi cobrado, levando o árbitro a não sancionar a jogada por indicação do auxiliar.

O Benfica sentiu notoriamente a falta do argentino Saviola, porque o seu compatriota Aimar não tem a mobilidade e a velocidade daquele e nunca conseguiu jogar tão perto de Cardozo quanto seria necessário.

Mesmo sentindo a falta de Saviola, o Benfica criou lances na primeira parte suficientes para chegar aos golos, mas o avançado paraguaio está numa fase de menor confiança, já bem percetível no jogo com o Sporting de Braga para a Liga portuguesa.

A falta de eficácia de Cardozo em lances de bola corrida não se estendeu aos lances das grandes penalidades, nos quais foi frio e contundente.

Aos 12, 18, 20 e 24 minutos, o Benfica criou boas oportunidades para empatar, mas falhou na finalização - Cardozo, por duas vezes, Ramires (de cabeça, após cruzamento milimétrico de Di Maria), uma e Aimar (isolado com passe de Carlos Martins) desperdiçaram-nas.

O jogo ficou marcado pela expulsão de Babel, aos 30 minutos, por agressão ao central brasileiro Luisão, que deixou o Liverpool a jogar em inferioridade numérica durante uma hora.

Quem se mostrou cauteloso e conservador foi Jorge Jesus, que só mexeu na equipa, aos 64 minutos, com a entrada de Nuno Gomes, já depois do Benfica ter restabelecido o empate, aos 59 minutos, por Cardozo, de grande penalidade (por indicação do assistente).

A alteração, que obrigou à saída de Maxi Pereira, derivando Ramires para lateral direito, não produziu efeitos práticos, visto que o Benfica criou menos lances de perigo na segunda parte, num deles, aos 50 minutos, com Cardozo a falhar escandalosamente, de cabeça, o empate.

O caudal ofensivo do Benfica foi quebrando gradualmente, Jesus refrescou o meio campo trocando Carlos Martins, desgastado, por Ruben Amorim, mas o que garantiu a vitória ao Benfica foi uma explosão de Di Maria que redundou na segunda grande penalidade, assinalada pelo fiscal de baliza.

O segundo golo do Benfica foi precedido de um falhanço incrível de Fernando Torres, num lance de contra ataque, só com Júlio César pela frente, rematando ao lado do poste direito.

domingo, 28 de março de 2010

Benfica vence Braga por 1-0 e fica mais perto do título


Um tento solitário de Luisão permitiu hoje ao Benfica vencer o Sporting de Braga por 1-0, resultado que coloca os "encarnados" cada vez mais perto do título nacional de futebol.

Os "encarnados" entraram na ronda com uma vantagem de três pontos e, até por contarem na teoria com alguns jogos difíceis, necessitavam de vencer o Braga para ganharem algum conforto pontual, algo que o tento de Luisão, no segundo minuto de descontos da primeira parte, veio conferir.

Jorge Jesus considerou o Sporting de Braga um "digno vencido" e mostrou-se satisfeito com a exibição da sua equipa.
"Os jogadores estiveram muito bem na estrutura e estratégia que montámos para o jogo", disse.
Para Domingo Paciência, apesar dos seis pontos de desvantagem para o Benfica, a formação bracarense "vai lutar até ao fim" e lembrou ainda há "muito campeonato pela frente".
"Vamos continuar a trabalhar e, depois da demonstração que tivemos hoje aqui neste estádio contra esta equipa, mostrámos porque somos segundos classificados e porque andámos tanto tempo na liderança", afirmou o treinador português.
O antigo avançado considerou que a sua equipa mostrou "muita personalidade" frente ao Benfica e lamentou o "golo fortuito" de Luisão, que acabou por decidir a partida.
"Temos todas as condições para pensar que nesta altura podemos lugar pelo título. Vamos lutar até ao fim", afirmou.

Domingo Paciência revelou-se ainda triste pela lesão grave que o brasileiro Mossoró sofreu durante a partida e "atirou-se" a Jorge Jesus, demonstrando que algumas declarações do técnico "encarnado", que na temporada passada comandou o Sporting de Braga, "não caíram bem".
"É uma falta de consideração para os jogadores. Todas as semanas lá aparece o pretenso pai desta equipa, mas há um ano andava a lutar pelo sexto/sétimo lugar e hoje o Braga está a lutar pelo título", concluiu o técnico.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Portugal: Pedroto homenageado pelo FC Porto no 25° aniversário da sua morte

Com um discurso emocionado e iniciado com um "Boa noite, Pedroto", o presidente do FC Porto garantiu na noite de ontem tudo ir fazer para dedicar ao emblemático "Zé do Boné" a conquista da Liga portuguesa de futebol, 25 anos após a sua morte.

Pinto da Costa falou perante 400 amigos e familiares do antigo jogador e treinador de futebol, após a missa evocativa da data, do descerramento da placa que agora identifica o auditório do estádio do Dragão com o nome de José Maria Pedroto e de um jantar de homenagem.

O discurso de Pinto da Costa foi particularmente emotivo, sensibilizando os presentes com alusões à memória e alguém "que está para sempre no coração de todos".

"Este é um momento paradoxal: há alegria e tristeza, tudo com saudade. Tristeza, porque Pedroto nos deixou há 25 anos, mas alegria pela felicidade de continuar no coração de todos nós", disse.

O presidente portista dirigiu-se quase sempre a José Maria Pedroto e disse ser uma "alma gémea" do treinador que "mudou o futebol português".

Depois de elogiar a família, representada pela viúva, filhos e netos, quis dizer a Pedroto "que todos continuam a gostar" muito dele e aludiu ao centralismo de Portugal, quebrado pela polémica do "Zé do Boné".

"Não nos vamos intimidar e seremos sempre dignos da sua memória. Ainda é o maior treinador português, que deu sempre a cara por aquilo em que acreditava. Queremos dedicar-lhe a si a vitória neste campeonato", avançou.

Pinto da Costa disse ainda sentir muito orgulho em continuar a pensar como Pedroto e pegando na célebre frase do "roubo da igreja", a propósito de alegados benefícios da arbitragem ao Benfica, disse que, hoje, se falam em "roubos de catedral".

Antes do presidente do FC Porto, discursou Rui Pedroto, um dos filhos de "Zé do Boné", que morreu há precisamente 25 anos e foi homenageado pelo clube do Dragão e também pela Associação Nacional de Treinadores de Futebol.

"Era irreverente e polémico, mas sempre respeitador. Optava pela divergência sadia, ao contrário do consenso hipócrita. Um homem sem medo, que pugnava por aquilo em que acreditava. Um homem justo, equilibrado, sincero e humilde", disse.

Rui Pedroto falou também do pai como um "líder exímio e um homem de causas, um amante e defensor da liberdade". "Citando (Fernando) Pessoa, foi todo em cada coisa", disse.

O filho de José Maria Pedroto evocou também a memória de António Morais, seu adjunto na época, e explicou que o pai fica "na história e memória do desporto português do século XX".

"No nosso lar, laboriosamente construído, deu-nos educação com ternura e muito amor. Todos fomos um", concluiu.

domingo, 29 de novembro de 2009

Portugal/Alvalade: "Derby" acaba empatado a zero entre Sporting e Benfica

Sporting e Benfica protagonizaram hoje um "derby" sem golos, que garante aos "encarnados" a liderança provisória, a manutenção de 11 pontos de distância sobre os rivais, mas poderá atrasá-los na corrida para o título de futebol.

Sem ganhar desde a quinta jornada, o Sporting apresentou empenho e garra, conseguindo segurar o encontro, sem evitar o quinto empate consecutivo e o sexto jogo sem ganhar para a Liga.

Com os 11 pontos de vantagem sobre o Sporting, o Benfica, com este conforto, não conseguiu impor o ritmo de jogo que tem apresentado e, sobretudo, concretizar as oportunidades que lhe garantem o melhor ataque da prova.

Com Rui Patrício na baliza, Carvalhal, na sua estreia em Alvalade, apostou num 1x4x2x3x1, com Abel, Polga, Daniel Carriço e Caneira na defesa, Adrien Silva, Matias Fernandez, João Moutinho e Vukcevic no meio-campo, apoiados por Adrien Silva, e entregou o ataque apenas a Liedson.
Jorge Jesus, que tal como o seu opositor fez a estreia num "derby", apresentou um 1x4x4x2 em losango, com Quim na baliza, Maxi Pereira, Sidnei, David Luiz e César Peixoto na zona defensiva, protegidos por Javi Garcia, com Ramires e Di Maria, pelas laterais, e Aimar, na zona central, no apoio aos avançados Saviola e Cardozo.

No 151º "derby" para o campeonato, o Sporting começou melhor, acutilante na recuperação de bolas e rápido na chegada ao ataque.

Logo aos três minutos, o defesa direito Abel ensaiou, ainda longe da área, o primeiro remate da partida, sem perigo para a baliza "encarnada", mas, jogada imediata, Liedson obrigou Sidnei a uma intervenção apertada, em plena área, após uma falha de David Luiz na transição para o meio-campo.

Apesar do ímpeto inicial do "Levezinho", foi o melhor marcador da Liga, o paraguaio Cardozo, que desperdiçou a primeira ocasião de golo, quando, aos 14 minutos, a passe de Saviola, se livrou da marcação de Polga e, à entrada da área verde e branca, ensaiou o remate, falhando o alvo.

Depois desta vaga "encarnada", os "leões" voltaram a mostrar as"unhas" por Miguel Veloso, aos 22, com um remate de fora da área, que foi desviado para canto por Maxi Pereira.

Aos 23, Polga, isolado frente a Quim após cruzamento de Adrien Silva, rematou por cima da baliza do Benfica, que voltou a ser ameaçada um minuto depois, quando Liedson obrigou o guarda-redes das "águias" a uma defesa apertada, mas que Vukcevic, na recarga, desperdiçou.

A resposta "encarnada" demorou 10 minutos e começou com um remate de Ramires, novamente após uma desmarcação de Saviola, mas o brasileiro rematou para as mãos de Rui Patrício.

Após o reatamento, já com Pedro Silva no lugar de Abel, que foi substituído devido a uma lesão na coxa esquerda, o defesa David Luiz, aos 50, encetou uma ofensiva pela ala direita, ensaiando o remate, que saiu por cima.

Aos 58 minutos, Miguel Veloso encheu o pé esquerdo, na ressaca de um canto para o Sporting, proporcionando uma grande defesa a Quim, que, no lance imediato, viu João Moutinho rematar ao lado, e, aos 62, voltou a aplicar-se, após uma tentativa de Vukcevic.

Já com Ruben Amorim no meio-campo do Benfica, Ramires arrancou pela direita, aos 71, servindo Di Maria, que, no lado oposto, rematou imediatamente, para defesa de Rui Patrício, que voltaria a intervir, três minutos depois, após tentativa de Ruben Amorim.

Sem sustos nos minutos finais, a estreia de Jesus e Carvalhal aumenta para seis o número de confrontos entre os técnicos sem que o treinador dos "verde e brancos" tenha ganho qualquer um dos embates frente ao seu homólogo "encarnado".

Este nulo eleva para 17 o número de "derbys" disputados em Alvalade que terminaram em empates.