Mostrar mensagens com a etiqueta monarquia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta monarquia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Reino Unido: Príncipe William e Kate Middleton casam hoje na Abadia de Westminster

O casamento do príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono britânico, e de Kate Middleton, realiza-se hoje na Abadia de Westminster, em Londres.

A cerimónia religiosa, com início previsto para as 11h (hora local, + 1h no Luxemburgo), vai contar com a presença de cerca de 1.900 convidados, incluindo perto de 40 representantes de casas reais europeias e diversos chefes de Estado e de Governo internacionais.

Dos 1.900 convidados, cerca de 650 serão acolhidos ao início da tarde no Palácio de Buckingham, residência oficial de Isabel II em Londres, para uma receção.

Após uma pausa no Palácio de Saint James, os noivos regressam a Buckingham para um jantar oferecido pelo príncipe Carlos.

O jantar, mais íntimo (cerca de 300 convidados), com a família e amigos, será seguido por uma soirée dançante.

O casamento de William e Kate poderá transformar-se num dos eventos mais mediáticos das últimas décadas, ao ser acompanhado por dois mil milhões de telespectadores em todo o mundo, segundo o Governo britânico.

Estão em Londres perto de oito mil jornalistas dos quatros cantos do globo para fazer a cobertura mediática do evento.

Para proteger a família real e impedir eventuais atentados ou ações de grupos extremistas, a polícia britânica montou um forte dispositivo de segurança, com perto de cinco mil agentes destacados.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Luxemburgo: Radio DNR procura repórter para casamento real

A rádio luxemburguesa DNR (do mesmo grupo editor do POINT24 e do CONTACTO) procura um repórter para cobrir o casamento real do príncipe William e de Kate Middleton, de 28 a 30 de Abril, em Londres.

Os interessados devem consultar o portal www.dnr.lu , na internet. As inscrições acabam hoje.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Luxemburgo: Grão-Duque Henri subiu há 10 anos ao trono

Os grão-duques Henri e Maria Teresa
subiram ao trono em 7 de Outubro do ano 2000
Foto: Teddy Jaans

Os grãos-duques Henri e Maria Teresa do Luxemburgo celebram esta quinta-feira o 10° aniversário da sua subida ao trono do Grão-Ducado. Foi em 7 de Outubro do ano 2000 que Henri sucedeu ao seu pai, o grão-duque Jean, que reinava desde 1964.

O grão-duque Henri e a sua esposa, a grã-duquesa Maria Teresa, de origem cubana, souberam em dez anos imprimir um estilo diferente à monarquia luxemburguesa, menos conservadora e mais próxima do povo.

Dois momentos que marcaram a mudança na monarquia

Em 2002, Maria Teresa convocou a imprensa para esclarecer que os rumores que corriam há mais de uma década sobre as suas supostas más relações com o marido eram falsas e haviam sido lançadas pela sua sogra, a grã-duquesa Joséphine-Charlotte.

Igualmente inventados eram os rumores de que o marido teria uma amante e que Maria Teresa teria tentado fugir do país. Maria Teresa explicou que a sogra nunca suportara o facto de ela ser de origem cubana e de não ser de "sangue azul", o que tinha envenenado as relações entre sogra e nora desde o casamento com Henri, em 1981. A soberana rematou a conferência de imprensa afirmando que "se não gostasse do meu marido, não tinhamos tido cinco filhos".

Nunca antes um soberano luxemburguês havia convocado a imprensa para falar da sua vida privada. A decisão de Maria Teresa foi louvada por uns e censurada por outros, numa sociedade luxemburguesa que muito preza o conservadorismo e o facto de a vida privada de cada um ficar entre muros. A prová-lo, apesar de toda a imprensa do país estar presente, apenas um único jornal - o " Le Quotidien " - publicou as declarações da soberana no dia seguinte.

O outro momento marcante deu-se em 2008 quando o grão-duque Henri se recusou a assinar a lei da eutanásia, aprovada pelo Parlamento, invocando razões de consciência pessoal.

Por lei, o grão-duque deve outorgar as leis aprovadas na Câmara dos Deputados. Por tradição, nunca um grão-duque se opôs às decisões do Parlamento, cujo poder emana de representantes eleitos pelo povo.

Um compromisso foi alcançado para evitar a crise constitucional e a até a eventualidade da dissolução da monarquia: a Constituição foi alterada, ao soberano foi retirado o poder de vetar leis, devendo passar apenas a promulgá-las e não a aprová-las.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Portugal/Centenário da República: D. Duarte contesta gastos "muito grandes" com as comemorações

O Duque de Bragança disse sábado à Lusa que não se opõe à homenagem aos líderes republicanos "que tinham um ideal", incluindo a Carbonária, mas considera excessivos os 10 milhões de euros destinados às comemorações da República.

"Podemos, e estou de acordo, prestar uma homenagem ao idealismo dos homens que fizeram a Revolução de 5 de Outubro, nomeadamente a Carbonária, que era um movimento terrorista da época, mas eram idealistas dispostos a dar a vida pelas suas causas. Os líderes republicanos que tinham um ideal merecem uma homenagem, mas 10 milhões de euros acho um pouco demais", disse D. Duarte Nuno, Duque de Bragança.

D. Duarte falava à margem do VII Almoço de Reis, promovido em Santarém pela Real Associação do Ribatejo e que se realizou depois de uma reunião da direcção nacional da Causa Real, presidida por Paulo Teixeira Pinto, e que contou com a presença dos presidentes das Reais Associações de todo o país.

"Gastar 10 milhões de euros para celebrar 100 anos que não correram bem não vale a pena, é um desperdício muito grande", disse.

Paulo Teixeira Pinto disse à Lusa que a Causa Real vai tomar uma "posição pública" sobre o dia 31 de Janeiro, dia escolhido para o início das comemorações oficiais do centenário da República, data que considera "adversa" ao ideal monárquico, mas não quis revelar pormenores sobre a iniciativa.

O presidente da Causa Real demarcou-se da iniciativa do Partido Popular Monárquico (PPM), que quer propor um referendo para saber se os portugueses preferem a monarquia ou a república.

Sublinhando que a Causa Real "é o único movimento político oficial monárquico", já que este ideal "não é susceptível de ser considerado um partido", Teixeira Pinto frisou que já tem defendido a realização de um referendo "não para restauro da monarquia, mas à República, o que é diferente".

"Não temos que nos associar a iniciativas do PPM. No limite, o PPM é que poderia ter que se associar a iniciativas da Causa Real", rematou.

Por seu turno, D. Duarte Nuno recordou que a actual Constituição portuguesa proíbe outro regime que não o republicano, pelo que, primeiro, é preciso conseguir que dois terços dos deputados da Assembleia da República aceitem retirar o artigo que declara inalterável a forma republicana, substituindo esta expressão por "é inalterável a forma democrática de Governo", disse.

"Só depois vale a pena estudar um referendo", para se perguntar aos portugueses "se estão contentes, se o sistema do Presidente da República é bom para o país", quando muitas vezes os presidentes "são eleitos por menos de 20 por cento dos portugueses", disse à Lusa.

Também D. Duarte considerou que o PPM "não tem muita legitimidade para desencadear coisa nenhuma" e descartou qualquer possibilidade de convergência com um partido que se tem centrado no ataque à sua pessoa.