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sábado, 5 de maio de 2012

Faltam 26 mil casas para habitação social no Luxemburgo

A poucos dias do debate sobre o Estado da Nação, agendado para 8 de Maio (terça-feira), a Caritas apresentou um relatório sobre os principais problemas sociais do país.

No documento, a ONG denuncia a falta de habitação social, e insta o Governo luxemburguês a intervir no sector.

O Luxemburgo tem um enorme défice de habitação social, denunciou na quinta-feira a Caritas. Segundo o presidente da instituição, Marco Hoffmann, são necessárias 30 mil casas para habitação social, mas só há quatro mil disponíveis.

 No Almanaque Social apresentado na quinta-feira, a ONG insta o Governo luxemburguês a intervir no mercado da habitação. Durante a apresentação do relatório, a organização criticou ainda as medidas de austeridade apresentadas esta semana pelo ministro das Finanças, Luc Frieden. Segundo o coordenador da Caritas, Robert Urbé, os cortes vão deixar sem apoio "aqueles que mais precisam".

Foto: Anouk Antony

domingo, 6 de março de 2011

Venda de apartamentos sobe no Grão-Ducado

A venda de apartamentos no Luxemburgo aumentou 46 % no último trimestre do ano passado em relação ao trimestre anterior e 29 % em relação ao período homólogo de 2009.

É o que conclui o Observatório luxemburguês da Habitação.

Os preços de venda das casas também aumentaram (1,88 %) em relação ao trimestre anterior.

Foto: Gerry Huberty/LW

domingo, 25 de outubro de 2009

Luxemburgo: Último dia da Feira de Outono, na Luxexpo

Foto: Marc Wilwert

Decorre hoje o último dia da Feira de Outono, na Luxexpo, no Kirchberg.

Durante cerca de duas semanas, o certame teve por temáticas centrais a construção, renovação e decoração do lar, bem como o design de interiores e o artesanato.

Com cerca de 500 expositores, a feira conta com tudo o que é necessário para quem queira construir, renovar, fazer obras ou simplesmente decorar a casa.

No certame é possível encontrar ofertas para todos os gostos e necessidades, procurar móveis, cortinas, trabalhos em carpintaria ou serralharia, varandas, jacuzzis, portas, janelas, lareiras ou mesmo fornos para fabricar a sua própria piza em casa.

Dividida em dois sectores, a feira oferece num pavilhão tudo o que é oferta relacionada com a construção e/ou renovação de uma casa. Num segundo pavilhão, pode encontrar-se material ligado ao design e decoração de interiores, mas também expositores de artesanato com jóias, roupa em pele ou tapeçaria.

A maior parte dos expositores e artesãos são nacionais, franceses e alemães, que aproveitam esta oportunidade para apresentar os seus produtos e tentar cativar clientela.

O stand colectivo luxemburguês, que conta com cerca de 100 expositores, focou-se sobretudo na construção e habitação, dando a oportunidade a cada expositor de ter uma vitrina num evento de tal envergadura.

Alguns pequenos empresários presentes queixavam-se da pouca afluência de público em comparação com anos anteriores. No entanto, segundo dados da "Chambre des Métiers", apesar de um ambiente de "crise" e incerteza, a taxa de participação da parte das Pequenas e Médias Empresas luxemburguesas não se alterou. Ainda que este "não tenha sido um ano mau, as empresas luxemburguesas não querem descansar à sombra da bananeira", segundo um dos responsáveis da "Chambres des Métiers" e esperam que com a Feira de Outono, "surjam ainda mais encomendas. Muitos dos stands oferecem, aliás, condições especiais de venda durante esta semana.

O certame é ainda incontornável quanto a produtos inovadores em termos de poupança e optimização de energia quando se trata de construir, renovar ou decorar uma casa.

Suzana Lopes Cascão/Rdc

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Luxemburgo: Semana Nacional da Habitação, de 2 a 5 de Outubro

O novo ministro da Habitação, Marco Schank, divulgou o programa da 12a edição da Semana Nacional da Habitação, que decorre de 2 a 5 de Outubro, na Luxexpo, em Kirchberg.

Organizada pelo Ministério da Habitação em colaboração com a Luxexpo, a Semana da Habitação pretende oferecer ao público uma janela representativa da oferta do mercado imobiliário.

Além disso, o salão visa informar o grande público sobre os passos a dar e as diferentes possibilidades que lhe são oferecidas para responder às suas necessidades em matéria de alojamento.

Marco Schank explica que os pavilhões da Luxexpo irão contar com 140 stands, nos quais estarão representados 46 expositores, oito bancos, 12 promotores públicos e privados, sete ministérios, várias comunas do país, entre outros.

O salão irá integrar igualmente a tradicional "Jornada Mundial da Habitação", a decorrer a 5 de Outubro. A ocasião servirá ao Ministério do Alojamento, ao Ministério da Família e da Solidariedade e da Caritas para organizar um colóquio intitulado "Uma estratégia contra a exclusão ligada à habitação", no pavilhão de exposições de Kirchberg.

A Semana Nacional da Habitação abre portas a 2 de Outubro, das 16h até às 20h. Nos dias 3 e 4, os visitantes podem visitar a exposição das 10 às 18h, e no dia 5, das 14 às 20h. A entrada é gratuita, estando previsto um serviço de acolhimento para crianças com mais de quatro anos de idade que custa 1,25 euros.

Também o CONTACTO integra esta semana na sua edição um suplemento "Semana da Habitação".

Foto: Serge Waldbillig

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Luxemburgo: Apesar da crise, preço das casas não baixa

O Observatório da Habitação no Luxemburgo garante que a crise económica que atinge o país fez aumentar a oferta imobiliária, mas, ao contrário do que se podia esperar, tal aumento não contribuiu para baixar os preços.

Analisados os anúncios nos meios de Comunicação Social do país, o Observatório constata que em média, os preços de venda anunciados em 2008, atingem os 552 mil euros para as moradias e os 334 mil euros para os apartamentos.

No caso do alugueres, em média, os valores rondaram os 2180 euros para o aluguer de uma casa, e de 1 170 euros para um apartamento. O que significa um agravamento de 3,8 % e 4,5 %, respectivamente, em relação a 2007.

O Observatório conclui ainda que há cada vez mais casas e apartamentos para comprar ou alugar. Entre o segundo trimestre de 2008 e o segundo trimestre de 2009, o número de casas à venda aumentou 22,7 % e no caso dos apartamentos o aumento atingiu os 63,7 %.

Esta tendência é ainda mais visível nos alugueres: há quase o dobro de moradias disponíveis para alugar (+91,7%), e mais 60 % de apartamentos para alugar.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Luxemburgo/Habitação: 71 % dos residentes são proprietários, segundo Eurostat

No Luxemburgo, cerca de três quartos dos residentes (71 %) são proprietários da casa em que vivem, situando-se o Grão-Ducado acima da média europeia (65 %).

Os números divulgados recentemente pelo Eurostat, a agência europeia de estatísticas, indica que em 2007, 65 % dos agregados familiares da União Europeia possuíam habitação própria, 21% pagaram renda a preço de mercado, 8 % pagaram renda com taxa reduzida e 7 % estiveram alojados gratuitamente.

Em todos os Estados-membros, com excepção da Alemanha, mais de metade das famílias tinha a sua própria residência, verificando-se as maiores proporções na Roménia (96 %), na Lituânia e na Eslováquia (ambas 89 %), assim como na Hungria (87 %).

As percentagens mais baixas provêm de países como a Alemanha (46 %), Áustria (52 %), Holanda (56 %), bem como Dinamarca, França e Polónia (todos com 58 %).

Portugal, à semelhança do Grão-Ducado, está acima da média europeia, chegando mesmo a superar este último, com 73 %.

O estudo revela ainda que 46 % dos agregados familiares da UE vivem em apartamentos, 30 % em casas e 22 % em casas geminadas.

No Luxemburgo, 33 % da população vive num apartamento, 35 % numa casa individual e 30 % numa casa geminada. Já em Portugal, a repartição é de 38 %, 39 % e 30 %, respectivamente.

Os países com maior número de pessoas a viver em apartamentos são a Letónia (72 %), a Espanha (66 %) e a Alemanha (62 %).

A percentagem de agregados familiares a residir em casas individuais foi maior na Eslovénia (65 %), na Hungria (57 %), na Roménia (56 %) e na Dinamarca (48 %), enquanto que para as casas geminadas, os valores mais altos se verificaram no Reino Unido (56 %), assim como na Irlanda e na Holanda (ambas 58 %).

NC