Nove portugueses morreram hoje num acidente de autocarro em Marrocos, segundo o mais recente balanço do Governo português.
O porta-voz da Classic International Cruises, empresa responsável pelo Paquete Funchal, onde os turistas viajavam, explicou à Agência Lusa que uma das vítimas mortais do acidente poderá ser de nacionalidade estrangeira.
Um testemunho local recolhido pela AFP disse que na altura do acidente “havia muito nevoeiro e caía uma chuva fina” e que o autocarro “guinou e caiu numa ravina”.
Os passageiros do Paquete Funchal, que atracou em Ceuta, iam fazer uma viagem a Tetouan, Marrocos, quando um dos quatro autocarros onde seguiam se despistou.
No autocarro seguiam 44 portugueses, turistas do paquete Funchal, além de um guia marroquino e um elemento da Classic International Cruises.
O paquete Funchal regressa hoje a Lisboa transportando os feridos em condições de viajar, enquanto os restantes permanecerão hospitalizados em Marrocos.
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Espanha: Três portugueses entre quatro vítimas mortais de acidente em Salamanca
Três cidadãos portugueses e uma cidadã belga morreram hoje na sequência de um choque frontal entre dois ligeiros na zona de Carrascal de Barrega (Salamanca), disse à Lusa fonte do governo local.
A mesma fonte explicou que os três homens portugueses viajavam num veículo de matricula portuguesa, envolvido no acidente que ocorreu cerca das 10:00 locais, menos uma hora em Lisboa, no quilómetro 347 da A62.
Um terceiro veículo acabou por se envolver posteriormente no acidente.
Fontes da Guarda Civil de Tráfico em Salamanca explicaram à Lusa que, segundo investigações preliminares, o acidente ocorreu quando o carro de matrícula portuguesa invadiu a via contrária, por razões ainda não conhecidas.
Depois de atravessar o separador, embateu num veículo em que viajava um casal de nacionalidade belga, provocando a morte da mulher que viajava no assento do passageiro.
Tanto a mulher belga como um dos passageiros do veículo, de matrícula portuguesa, tiveram que ser desencarcerados por equipas dos bombeiros que acorreram ao local.
O condutor do carro de matrícula belga foi transportado com ferimentos, cuja gravidade ainda não é conhecida, para um hospital em Salamanca.
A mesma fonte explicou que os três homens portugueses viajavam num veículo de matricula portuguesa, envolvido no acidente que ocorreu cerca das 10:00 locais, menos uma hora em Lisboa, no quilómetro 347 da A62.
Um terceiro veículo acabou por se envolver posteriormente no acidente.
Fontes da Guarda Civil de Tráfico em Salamanca explicaram à Lusa que, segundo investigações preliminares, o acidente ocorreu quando o carro de matrícula portuguesa invadiu a via contrária, por razões ainda não conhecidas.
Depois de atravessar o separador, embateu num veículo em que viajava um casal de nacionalidade belga, provocando a morte da mulher que viajava no assento do passageiro.
Tanto a mulher belga como um dos passageiros do veículo, de matrícula portuguesa, tiveram que ser desencarcerados por equipas dos bombeiros que acorreram ao local.
O condutor do carro de matrícula belga foi transportado com ferimentos, cuja gravidade ainda não é conhecida, para um hospital em Salamanca.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Espanha: Acidente mata quatro portugueses - vítimas são da mesma família e regressavam a Portugal vindos da Alemanha
Os portugueses mortos no acidente em Espanha esta manhã eram todos da mesma família e regressavam a Portugal depois de terem ido visitar um familiar à Alemanha. O carro onde viajavam colidiu frontalmente com um camião, tendo morrido quatro dos ocupantes e um quinto está gravemente ferido.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Brincadeira de tractor mata jovem de 15 anos em Portugal - residem no Luxemburgo
Um rapaz de 15 anos morreu ontem, quinta-feira, num acidente com um tractor agrícola, num quintal dos avós, em Bebedouro, Arazede, Montemor-o-Velho, notícia hoje o Jornal de Notícias (JN), em Portugal.
Era o último dia de férias de uma família de imigrantes portugueses no Luxemburgo.
De acordo com o relato do JN o acidente deu-se por volta da hora do almoço e vitimou Tiago Reis, de 15 anos, quando o tractor capotou e ficou sobre o corpo do jovem.
Alertado para o facto, os familiares já nada puderam fazer. O pai, Luís Miguel Reis, vive no Grão Ducado há seis anos e é encarregado de construção civil. Ao JN, Luís Reis contou que o dia do acidente (ontem) era o último das férias passadas em Portugal e que hoje se preparavam para regressar ao Luxemburgo. “Estávamos para ir hoje embora, mas como tínhamos umas coisas pendentes para fazer decidimos que só partiríamos amanhã", disse Luís Reis ao JN.
O corpo do rapaz foi transportado para o Gabinete Médico-Legal do Hospital da Figueira da Foz, onde vai ser autopsiado. Tiago Reis tinha um irmão de dois anos e meio e segundo o pai tinha acabado de concluir o 9 ano, e preparava-se para tirar um curso de formação profissional.
Era o último dia de férias de uma família de imigrantes portugueses no Luxemburgo.
De acordo com o relato do JN o acidente deu-se por volta da hora do almoço e vitimou Tiago Reis, de 15 anos, quando o tractor capotou e ficou sobre o corpo do jovem.
Alertado para o facto, os familiares já nada puderam fazer. O pai, Luís Miguel Reis, vive no Grão Ducado há seis anos e é encarregado de construção civil. Ao JN, Luís Reis contou que o dia do acidente (ontem) era o último das férias passadas em Portugal e que hoje se preparavam para regressar ao Luxemburgo. “Estávamos para ir hoje embora, mas como tínhamos umas coisas pendentes para fazer decidimos que só partiríamos amanhã", disse Luís Reis ao JN.
O corpo do rapaz foi transportado para o Gabinete Médico-Legal do Hospital da Figueira da Foz, onde vai ser autopsiado. Tiago Reis tinha um irmão de dois anos e meio e segundo o pai tinha acabado de concluir o 9 ano, e preparava-se para tirar um curso de formação profissional.
domingo, 7 de junho de 2009
Luxemburgo/Política: Como votar nas eleições europeias: 2.900 eleitores portugueses votam pela primeira vez
Hoje votam pela primeira vez no Luxemburgo 2.900 novos eleitores portugueses, o número de novos inscritos na última campanha de recenseamento.
Para estes portugueses, esta será a primeira vez que exercem o direito de voto nas eleições europeias no Grão-Ducado, uma possibilidade aberta inicialmente em 1999 aos estrangeiros que residam há mais de cinco anos no Grão-Ducado e, desde Janeiro deste ano, aos que residam no país há dois anos.
A forma de votar no Luxemburgo é diferente da que vigora em Portugal, e há muitos que ainda o desconhecem.
Ao contrário do que sucede em Portugal, onde o voto é atribuído aos partidos, o eleitor no Luxemburgo tem três possibilidades: vota assinalando uma cruz no cabeçalho da lista (caso em que cada candidato dessa lista recebe um voto); vota em vários candidatos da mesma lista, podendo dar a cada um ou dois votos – inscrevendo uma ou duas cruzes nas quadrículas à frente do nome de cada candidato); vota em vários candidatos de diferentes listas, dando um ou dois votos aos candidatos das listas escolhidas.
É assim possível votar apenas num partido ou distribuir o número de votos por vários candidatos e várias listas partidárias. O número de votos exercido não pode é ultrapassar o número de votos de que cada eleitor dispõem (seis para as eleições europeias), sob pena de o voto ser nulo. Mas pode ser inferior, isto é, podem não se usar todos os votos a que se tem direito.
Como no grande dia a aritmética pode falhar, as Comissões de Estrangeiros recomendam que os novos eleitores pratiquem em casa, usando os boletins de voto que têm estado a ser enviados pelo correio.
Hoje, os eleitores devem apresentar-se nas assembleias de voto da sua área de residência, indicada na convocatória que deverão ter recebido em casa, munidos da mesma e de um documento de identidade (Bilhete de Identidade, passaporte ou autorização de residência - "carte de séjour").
As assembleias de voto estão abertas hoje entre as 8h da manhã e as 14h.
Uma última recomendação: em caso de engano quando estiver a votar, não hesite: dirija-se à mesa de voto e solicite um novo boletim.
Apesar disso, desconhecem-se quaisquer casos de eleitores multados nas últimas eleições.
Em 2005, durante o referendo para a Constituição Europeia, 21.108 eleitores não cumpriram o seu dever cívico, segundo os números comunicados pelas comunas ao procurador de Estado. Que se saiba, até hoje nenhum foi punido.
Paula Telo Alves
Para estes portugueses, esta será a primeira vez que exercem o direito de voto nas eleições europeias no Grão-Ducado, uma possibilidade aberta inicialmente em 1999 aos estrangeiros que residam há mais de cinco anos no Grão-Ducado e, desde Janeiro deste ano, aos que residam no país há dois anos.
A forma de votar no Luxemburgo é diferente da que vigora em Portugal, e há muitos que ainda o desconhecem.
COMO VOTAR
Ao contrário do que sucede em Portugal, onde o voto é atribuído aos partidos, o eleitor no Luxemburgo tem três possibilidades: vota assinalando uma cruz no cabeçalho da lista (caso em que cada candidato dessa lista recebe um voto); vota em vários candidatos da mesma lista, podendo dar a cada um ou dois votos – inscrevendo uma ou duas cruzes nas quadrículas à frente do nome de cada candidato); vota em vários candidatos de diferentes listas, dando um ou dois votos aos candidatos das listas escolhidas.
É assim possível votar apenas num partido ou distribuir o número de votos por vários candidatos e várias listas partidárias. O número de votos exercido não pode é ultrapassar o número de votos de que cada eleitor dispõem (seis para as eleições europeias), sob pena de o voto ser nulo. Mas pode ser inferior, isto é, podem não se usar todos os votos a que se tem direito.
Como no grande dia a aritmética pode falhar, as Comissões de Estrangeiros recomendam que os novos eleitores pratiquem em casa, usando os boletins de voto que têm estado a ser enviados pelo correio.
Hoje, os eleitores devem apresentar-se nas assembleias de voto da sua área de residência, indicada na convocatória que deverão ter recebido em casa, munidos da mesma e de um documento de identidade (Bilhete de Identidade, passaporte ou autorização de residência - "carte de séjour").
As assembleias de voto estão abertas hoje entre as 8h da manhã e as 14h.
Uma última recomendação: em caso de engano quando estiver a votar, não hesite: dirija-se à mesa de voto e solicite um novo boletim.
VOTO É OBRIGATÓRIO
Apesar disso, desconhecem-se quaisquer casos de eleitores multados nas últimas eleições.
Em 2005, durante o referendo para a Constituição Europeia, 21.108 eleitores não cumpriram o seu dever cívico, segundo os números comunicados pelas comunas ao procurador de Estado. Que se saiba, até hoje nenhum foi punido.
Paula Telo Alves
Luxemburgo/Política: Eleições para o Parlamento Europeu este domingo
Só 10 % dos potenciais eleitores portugueses (um total de 6.546 pessoas) estão inscritos para votar nestas eleições europeias de hoje – um valor inferior à taxa de inscrição da comunidade italiana (20 % do total dos cidadãos em condições de votar), holandeses (16 %), alemães (15 %), belgas (14 %) e ingleses (11 %).
O número de imigrantes portugueses inscritos para votar nas eleições europeias no Luxemburgo aumentou ainda assim 80 % desde o último escrutínio, o maior aumento do eleitorado entre todas as nacionalidades, passando de 3.646 eleitores em 2004 para 6.546 este ano, segundo um estudo conjunto do Sesopi e do Comissariado do Governo para os Estrangeiros divulgado no final de Abril.
No total de 17.579 estrangeiros que se inscreveram para votar, os portugueses representam mais de um terço dos eleitores para as europeias, com 6.546 inscritos e 2.900 novos eleitores. Muito atrás vêm os italianos, com 3.375 inscritos (um aumento de 20 % em relação a 2004), os franceses, com 2.226 (mais 9 % que nas últimas eleições), os belgas (1.930, mais 14 %), ou os alemães, com 1.633 inscritos (mais 15 % que em 2004).
Apesar do aumento em números absolutos, a percentagem de portugueses inscritos não ultrapassa os 10 %, abaixo da média, que ronda os 11,5 %, e inferior à generalidade das nacionalidades. Os italianos mantêm o recorde da taxa de inscrição (20 % do total dos cidadãos em condições de votar), seguidos pelos holandeses (16 %), alemães (15 %), belgas (14 %) e ingleses (11 %). Atrás dos portugueses vêm os franceses, com 9 % de inscritos, e os espanhóis, com 8 %.
ESTRANGEIROS SÃO SÓ 7,2 % DOS ELEITORES
Apesar do aumento global do número de estrangeiros inscritos, os não-luxemburgueses continuam a ser uma imensa minoria, não ultrapassando 7,2 % do total de eleitores (17.579 eleitores estrangeiros para 222.435 luxemburgueses).
Um aumento pouco significativo em relação às últimas europeias, quando os estrangeiros representavam 5,1 % do total, consideram os autores do estudo, que apontam para "um crescimento que corresponde à evolução natural da população estrangeira".
O peso eleitoral dos estrangeiros varia em função das comunas. Larochette, a "aldeia mais portuguesa do Luxemburgo", lidera a contagem, com 24 % de eleitores estrangeiros, seguida de Mondorf-les-Bains e Niederanven, ambas com 15 %, e Mamer (13 %). Differdange, Bertrange e Strassen têm agora 11 % de estrangeiros inscritos. Com dez por cento de estrangeiros estão Schuttrange, Schengen, Sandweiler, Steinsel, Dudelange e a cidade do Luxemburgo.
Em Esch-sur-Alzete, a segunda maior cidade do país, o peso eleitoral dos estrangeiros é de 9 %, o mesmo que em Bettendorf, Mertzig e Wormeldange.
A taxa de inscrição (relação entre o número total de estrangeiros e o número de inscritos para votar) também oscila em função das autarquias. Mamer leva a palma, com 19,8 %, seguido de Dudelange (19,7 %), Bettembourg (16,9 %), Differdange (14,1 %) e Ettelbruck (13,5 %).
A capital (uma das localidades com maior percentagem de estrangeiros) não passa dos 6,5 %, cinco pontos percentuais abaixo da média das 116 comunas, enquanto Esch-sur-Alzette sobe de 7 % em 2004 para 10,4 % em 2009 (ligeiramente abaixo da média).
Paula Telo Alves, in Contacto de 03.06.2006
O número de imigrantes portugueses inscritos para votar nas eleições europeias no Luxemburgo aumentou ainda assim 80 % desde o último escrutínio, o maior aumento do eleitorado entre todas as nacionalidades, passando de 3.646 eleitores em 2004 para 6.546 este ano, segundo um estudo conjunto do Sesopi e do Comissariado do Governo para os Estrangeiros divulgado no final de Abril.
No total de 17.579 estrangeiros que se inscreveram para votar, os portugueses representam mais de um terço dos eleitores para as europeias, com 6.546 inscritos e 2.900 novos eleitores. Muito atrás vêm os italianos, com 3.375 inscritos (um aumento de 20 % em relação a 2004), os franceses, com 2.226 (mais 9 % que nas últimas eleições), os belgas (1.930, mais 14 %), ou os alemães, com 1.633 inscritos (mais 15 % que em 2004).
Apesar do aumento em números absolutos, a percentagem de portugueses inscritos não ultrapassa os 10 %, abaixo da média, que ronda os 11,5 %, e inferior à generalidade das nacionalidades. Os italianos mantêm o recorde da taxa de inscrição (20 % do total dos cidadãos em condições de votar), seguidos pelos holandeses (16 %), alemães (15 %), belgas (14 %) e ingleses (11 %). Atrás dos portugueses vêm os franceses, com 9 % de inscritos, e os espanhóis, com 8 %.
ESTRANGEIROS SÃO SÓ 7,2 % DOS ELEITORES
Apesar do aumento global do número de estrangeiros inscritos, os não-luxemburgueses continuam a ser uma imensa minoria, não ultrapassando 7,2 % do total de eleitores (17.579 eleitores estrangeiros para 222.435 luxemburgueses).
Um aumento pouco significativo em relação às últimas europeias, quando os estrangeiros representavam 5,1 % do total, consideram os autores do estudo, que apontam para "um crescimento que corresponde à evolução natural da população estrangeira".
O peso eleitoral dos estrangeiros varia em função das comunas. Larochette, a "aldeia mais portuguesa do Luxemburgo", lidera a contagem, com 24 % de eleitores estrangeiros, seguida de Mondorf-les-Bains e Niederanven, ambas com 15 %, e Mamer (13 %). Differdange, Bertrange e Strassen têm agora 11 % de estrangeiros inscritos. Com dez por cento de estrangeiros estão Schuttrange, Schengen, Sandweiler, Steinsel, Dudelange e a cidade do Luxemburgo.
Em Esch-sur-Alzete, a segunda maior cidade do país, o peso eleitoral dos estrangeiros é de 9 %, o mesmo que em Bettendorf, Mertzig e Wormeldange.
A taxa de inscrição (relação entre o número total de estrangeiros e o número de inscritos para votar) também oscila em função das autarquias. Mamer leva a palma, com 19,8 %, seguido de Dudelange (19,7 %), Bettembourg (16,9 %), Differdange (14,1 %) e Ettelbruck (13,5 %).
A capital (uma das localidades com maior percentagem de estrangeiros) não passa dos 6,5 %, cinco pontos percentuais abaixo da média das 116 comunas, enquanto Esch-sur-Alzette sobe de 7 % em 2004 para 10,4 % em 2009 (ligeiramente abaixo da média).
Paula Telo Alves, in Contacto de 03.06.2006
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