quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Passageiros da TAP para o Luxemburgo retidos no Porto há mais de quatro horas
O avião da companhia aérea portuguesa deveria ter chegado ao aeroporto de Findel às 16:05h, mas a verdade é que ainda estão no aeroporto de Pedras Rubras sem qualquer indicação de quando é que deverão partir.
O CONTACTO sabe que na origem do atraso esteve a avaria de dois aparelhos da Portugália. Primeiro em Lisboa,os passageiros foram obrigados a mudar de avião por causa de uma avaria a bordo da aeronave da Portugália, o que originou uma hora de atraso na saída.
Depois já no Porto, quando se preparavam para descolar para o Luxemburgo, os passageiros foram informados de uma nova avaria no aparelho e obrigados a sair do avião.
No aeroporto do Porto ainda não foram dadas quaisquer infromações aos passageiros sobre a nova hora de partida do voo que esperam a partida desde o meio dia.
O CONTACTO contactou o balcão da TAP no Luxemburgo, mas também aqui ninguém sabe a que horas deverá chegar, ou se vai chegar, o voo da companhia portuguesa. Para o pessoal da TAP no aeroporto de Findel, a causa do atraso prende-se com a greve dos controladores aéreos em França.
DM
sábado, 21 de agosto de 2010
Aviação: TAP com prejuízo de 79 milhões de euros no primeiro semestre
Em comunicado, a transportadora especifica que a TAP SA encerrou o primeiro semestre com um prejuízo de 36,9 milhões de euros.
A penalizar os resultados estiveram as “perdas provocadas pela erupção do vulcão da Islândia, em abril, e o agravamento do preço do petróleo”.
O custo do combustível aumentou 44,4 por cento, “passando de 157,6 milhões de euros no primeiro semestre de 2009 para 227,7 milhões entre janeiro e junho do corrente ano”, salienta a TAP.
Já a erupção do vulcão islandês, que provocou perdas de 22 milhões de euros, contribuiu para que abril fosse “o único mês do semestre em que a TAP registou uma redução no tráfego de passageiros (menos 7,8 por cento), tendo aumentado em todos os restantes cinco meses, entre 3,7 por cento em janeiro e 13,9 por cento em junho”.
No primeiro semestre, a companhia aérea transportou mais de 4,073 milhões de passageiros, um crescimento de 5,7 por cento face ao mesmo período de 2009, “com crescimentos expressivos de 33,5 por cento no tráfego do Brasil e de 12,3 por cento em África”.
A taxa de ocupação dos aviões ascendeu a 71,2 por cento, contra os 64,4 por cento verificados nos primeiros seis meses de 2009.
Os proveitos de exploração da TAP totalizaram 972,6 milhões de euros, um crescimento de 7,7 por cento face aos 903,3 milhões registados no primeiro semestre de 2009.
A TAP lembra que a sazonalidade que caracteriza a sua operação faz com que “os resultados do primeiro semestre sejam habitualmente inferiores aos da segunda metade do ano”.
Foto: TAP
terça-feira, 16 de março de 2010
Guiné-Bissau/TAP: Governo guineense apresenta reclamações sobre funcionamento da TAP a Portugal
“Falou-se da questão da performance da companhia TAP na linha aérea entre Bissau e Lisboa onde o Estado da Guiné-Bissau pôs questões que se devem resolver para permitir que a TAP realmente atenda à satisfação da sua clientela”, afirmou o secretário de Estado guineense.
José Carlos Esteves falava à agência Lusa no final de um encontro com o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e Comunicações português, Paulo Campos, e com o secretário de Estado dos Transportes, Correia da Fonseca.
“É uma pacote de reclamações”, afirmou o secretário de Estado guineense.
As reclamações apresentadas por José Carlos Esteves passam por uma melhoria da qualidade de serviço, nomeadamente o transporte de passageiros num avião maior e o atraso na entrega de bagagem.
“É só isso que o Estado guineenses pretende e penso que a intervenção do governo português vai ajudar a resolver essa questão e o impasse que existe”, salientou.
O governo guineense propôs também a revisão do acordo aéreo para que outra companhia, além da TAP, possa garantir a ligação entre os dois países.
Os embaixadores e representantes da União Europeia na Guiné-Bissau criticaram a semana passada o funcionamento da TAP numa carta enviada ao administrador da TAP, Fernando Pinto.
No documento, os diplomatas criticam o que consideram uma “série de anomalias” que afectam os passageiros da rota Lisboa/Bissau, nomeadamente a utilização de aeronaves que não se coadunam com a duração e distância do trajecto, atrasos generalizados e extravio de bagagens.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Portugal/Segurança: TAP recebeu indicações dos EUA e está a cumprir os procedimentos - porta-voz
Segundo António Monteiro, "nas última semanas a TAP recebeu das autoridades norte-americanas disposições sobre procedimentos de segurança que tem estado a cumprir", recusando-se a pormenorizar, alegando que "não é à companhia que compete tornar públicas as determinações".
Não adiantando se os procedimentos de segurança vão ser mais apertados nos aeroportos, António Monteiro fez um apelo aos passageiros que pretendam voar para os Estados Unidos.
"Lembramos que as pessoas devem estar no check-in três horas antes do voo e pedimos que estejam na sala de embarque o mais cedo possível e que cumpram o que as autoridades determinarem", disse.
Entretanto, a porta-voz do Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) disse à Lusa que as eventuais alterações nos procedimentos de segurança sugeridos pelos Estados Unidos "são transmitidos directamente às companhias aéreas que voam para o país e são estas que têm de cumprir as regras".
"O INAC desconhece quais são as regras preconizadas pelos EUA porque as autoridades entram em contacto directo com as companhias aéreas e caso estas não cumpram os procedimentos não podem voar para o país", explicou à Lusa Sílvia Andrez.
São as companhias aéreas, adiantou, que têm que desenvolver internamente e com os seus parceiros - no caso português a Groundforce e a ANA - esses procedimentos e garantir que são cumpridos.
Segundo a responsável do INAC, "não há alterações nos procedimentos de segurança implementados nos aeroportos portugueses para os voos dos países da União Europeia e para o geral".
A maior parte dos aeroportos europeus não está a seguir as novas medidas de segurança sugeridas pelos Estados Unidos, em vigor desde hoje, no sentido de um reforço da vigilância dos passageiros provenientes de 14 países.
Os passageiros de voos com partida ou escala no Sudão, na Síria, no Irão ou em Cuba, considerados pelos Estados Unidos como patrocinadores do terrorismo, estão sujeitos a uma pesquisa corporal e física completa.
O mesmo se passa com os viajantes de voos de ou para o Afeganistão, a Somália, o Iémen, a Argélia, o Iraque, o Líbano, a Líbia, a Nigéria, o Paquistão e a Arábia Saudita.
Os cidadãos de outros países ficam sujeitos à possibilidade de buscas aleatórias quando viajarem de avião para os Estados Unidos.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Portugal: O Natal da TAP no aeroporto de Lisboa (com vídeo)
Uma encenação que envolveu mais de 20 funcionários das duas empresas propôs durante 7 minutos um verdadeiro espectáculo de dança no meio do átrio dos balcões de "check-in" do aeroporto lisboeta.
Um momento excepcional que foi registado em vídeo e que levou muitos dos passageiros a participarem na festa improvisada.
in www.bomdia.lu
domingo, 8 de novembro de 2009
Iberia junta-se à Lufthansa na oferta de Internet a bordo, TAP tem outras prioridades
A aposta da companhia de bandeira espanhola, que faz parte de um programa mais vasto, visa sobretudo "contrariar a tendência de queda da procura na classe business".
Segundo dados da IATA, apesar de os números globais de tráfego aéreo reagirem essencialmente às flutuações dos bilhetes da classe económica, os 7 a 10 por cento de bilhetes "premium" representam mais de um quarto do total de receitas das companhias aéreas (entre 25 e 30 por cento).
"As pessoas que viajam em business querem essencialmente ver o correio electrónico, mais do que ver páginas ou outras funcionalidades da Internet. Sobretudo querem traballhar enquanto olham o correio, para depois não chegarem e terem 100 mails", disse à Lusa fonte oficial da Iberia.
"É um serviço dos mais procurados pelos passageiros business, de quem viaja em negócios. Há procura para este serviço e por isso pusemos este programa em marcha", acrescentou.
O plano de três anos (2009-2011), chamado Plano Integral de Atenção ao Cliente, prevê "um investimento de 150 milhões de euros" em Internet a bordo na classe "business" dos voos de longo curso, aumentar o espaço de pernas entre os assentos e melhorar as condições nos lounges da classe business, mais uma vez com acessos à Internet.
A Internet a bordo, especificou a mesma fonte, está neste momento a ser testado e estará disponível "em 2010 ou mesmo antes do final do ano".
Por outro lado "dentro de dois anos a Iberia criará uma nova classe business", adiantou a mesma fonte sem dar mais pormenores.
A aposta da Iberia em oferecer aos passageiros de business Internet a bordo não é isolada. Também a Lufthansa anunciou no mês passado uma parceria com o gigante da electrónica japonês Panasonic para oferecerem Internet sem fios nos voos de longo curso já no próximo ano.
O máximo responsável da companhia alemã, Wolfgang Mayrhuber, adiantou na altura que estes passageiros terão à sua disposição o mesmo tipo de serviço "disponível em hotspots de banda-larga ou em hotéis de gama alta".
Tal como no caso da Iberia, a companhia alemã vai retomar um serviço que já teve em 2006.
Um porta-voz da Lufthansa acrescentou que os primeiros protótipos vão ser testados no final deste ano, com o objectivo de disponibilizar o serviço em 50 aviões de longo-curso em meados de 2010.
Os passageiros também poderão enviar mensagens de texto via telemóvel (SMS) e transferir dados de aparelhos de comunicação mais sofisticados como os Blackberries ou os iPhone.
Apesar de bastante comum nos voos domésticos nos Estados Unidos, são ainda poucas as companhias aéreas que oferecem esta possibilidade no longo-curso.
A Lusa contactou igualmente a TAP para saber se este tipo de oferta está nos planos da transportadora aérea portuguesa.
"A oferta de Internet a bordo não é uma prioridade para a TAP neste momento", já que a empresa "está mais preocupada com a retoma" e esse tipo de oferta "exige investimentos pesados", disse fonte oficial.
A mesma fonte acrescentou que "a TAP conhece os projectos que a Lufthansa tem nessa matéria" e está a "observá-los com interesse".
Por outro lado, admite que no âmbito da Star Alliance (à qual ambas as companhias pertencem), poderá estar interessada em adoptar essa tecnologia, desde que seja disponibilizada uma "plataforma com um custo acessível".