"A nuvem de cinzas deverá atingir o norte da Escócia na terça-feira", e "se as emissões vulcânicas prosseguirem com a mesma intensidade, a nuvem poderá atingir o oeste do espaço aéreo francês e o norte de Espanha na quinta-feira", acrescenta o aviso.
Mostrar mensagens com a etiqueta islândia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta islândia. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de maio de 2011
Vulcão islandês não perturba tráfico aéreo luxemburguês
"A nuvem de cinzas deverá atingir o norte da Escócia na terça-feira", e "se as emissões vulcânicas prosseguirem com a mesma intensidade, a nuvem poderá atingir o oeste do espaço aéreo francês e o norte de Espanha na quinta-feira", acrescenta o aviso.
domingo, 22 de maio de 2011
Islândia: Vulcão Grimsvotn entrou em erupção
O vulcão islandês Grimsvotn, o mais ativo do país, entrou em erupção, mas os cientistas acreditam que não irá provocar o caos nos transportes aéreos tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
Relatos da zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia, e o Instituto Meteorológico local já confirmou a atividade do vulcão.
Apesar de ser o mais ativo dos vulcões da Islândia, os cientistas acreditam que a atividade do Grimsvotn não irá perturbar o tráfego aéreo em 2011.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongava-se entre uma a três semanas.
Eurocontrol diz que Europa não deverá ser afetada por nuvem de cinzas de vulcão
A Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol) referiu hoje que a nuvem de cinzas na sequência da erupção do vulcão Grimsvotn não deverá afetar o resto do espaço aéreo europeu nem os voos transatlânticos.
Os responsáveis da Eurocontrol anunciaram, através da rede social Twitter, que o espaço aéreo islandês permanecerá fechado de forma temporária.
A Eurocontrol acrescentou que irá discutir o impacto da erupção do Grimsvotn e possíveis medidas para a gestão do tráfego aéreo em coordenação com os centros vulcânicos de Londres e Toulouse (França).
Os principais aeroportos internacionais da Islândia foram encerrados hoje as 08:30 locais (09:30 em Lisboa) devido a nuvem de cinzas e fumo que já atinge uma altitude de mais de 15 quilómetros, anunciou a porta-voz da autoridade aeroportuária da Islândia (ISAVIA).
O encerramento do espaço aéreo islandês deverá continuar em vigor "pelo menos nas próximas horas", precisou Hjordis Gudmundsdottir, citada pelas agências.
De acordo com esta responsável, será feito um novo ponto de situação as 12:00 locais (mais uma hora em Lisboa).
Apesar do encerramento do espaço aéreo islandês, a ISAVIA e cientistas acreditam que a erupção do Grimsvotn, o vulcão mais ativo da Islândia, não irá provocar o caos nos transportes aéreos, tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
A nuvem de cinzas e fumo já cobre uma boa parte do país, mas não se dirige à Europa, explicou Hjordis Gudmundsdottir.
Relatos de residentes na zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongou-se entre uma e três semanas.
No ano passado, a nuvem de fumo e cinzas do vulcão Eyjafjallajokul levou ao encerramento do espaço aéreo europeu durante cinco dias e afetou milhões de passageiros.
Relatos da zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia, e o Instituto Meteorológico local já confirmou a atividade do vulcão.
Apesar de ser o mais ativo dos vulcões da Islândia, os cientistas acreditam que a atividade do Grimsvotn não irá perturbar o tráfego aéreo em 2011.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongava-se entre uma a três semanas.
Eurocontrol diz que Europa não deverá ser afetada por nuvem de cinzas de vulcão
A Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol) referiu hoje que a nuvem de cinzas na sequência da erupção do vulcão Grimsvotn não deverá afetar o resto do espaço aéreo europeu nem os voos transatlânticos.
Os responsáveis da Eurocontrol anunciaram, através da rede social Twitter, que o espaço aéreo islandês permanecerá fechado de forma temporária.
A Eurocontrol acrescentou que irá discutir o impacto da erupção do Grimsvotn e possíveis medidas para a gestão do tráfego aéreo em coordenação com os centros vulcânicos de Londres e Toulouse (França).
Os principais aeroportos internacionais da Islândia foram encerrados hoje as 08:30 locais (09:30 em Lisboa) devido a nuvem de cinzas e fumo que já atinge uma altitude de mais de 15 quilómetros, anunciou a porta-voz da autoridade aeroportuária da Islândia (ISAVIA).
O encerramento do espaço aéreo islandês deverá continuar em vigor "pelo menos nas próximas horas", precisou Hjordis Gudmundsdottir, citada pelas agências.
De acordo com esta responsável, será feito um novo ponto de situação as 12:00 locais (mais uma hora em Lisboa).
Apesar do encerramento do espaço aéreo islandês, a ISAVIA e cientistas acreditam que a erupção do Grimsvotn, o vulcão mais ativo da Islândia, não irá provocar o caos nos transportes aéreos, tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
A nuvem de cinzas e fumo já cobre uma boa parte do país, mas não se dirige à Europa, explicou Hjordis Gudmundsdottir.
Relatos de residentes na zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongou-se entre uma e três semanas.
No ano passado, a nuvem de fumo e cinzas do vulcão Eyjafjallajokul levou ao encerramento do espaço aéreo europeu durante cinco dias e afetou milhões de passageiros.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Islândia/Vulcão: Companhias aéreas dispensadas de indemnizar passageiros
A lei dispensa as companhias aéreas de pagarem indemnizações aos passageiros quando um voo é cancelado por motivos como os do vulcão da Islândia, mas as transportadoras são obrigadas a pagar as refeições, o alojamento ou as chamadas telefónicas.
Nem sempre foi assim. Antes de 2004 as transportadoras não eram obrigadas à assistência de passageiros quando o cancelamento de um voo fosse motivado por circunstâncias extraordinárias, que não poderiam ter sido evitadas pela transportadora.
Mas com a entrada em vigor do regulamento comunitário 261/2004, com regras comuns para casos de recusa ou cancelamento do embarque, passou a ser obrigatória a assistência aos passageiros, mesmo que a responsabilidade do cancelamento não seja da companhia aérea.
Os passageiros ficam assim com direito ao reembolso do preço do bilhete, ou a um voo de regresso para o primeiro ponto de partida ou ao reencaminhamento em condições de transporte equivalente (noutra companhia, por exemplo).
A lei prevê também outros direitos de assistência, como refeições e bebidas, alojamento em hotel e o transporte entre o aeroporto e o local de alojamento.
Além disso, a companhia aérea deve oferecer aos passageiros, a título gratuito, duas chamadas telefónicas, telexes, mensagens via fax ou mensagens por correio eletrónico.
Não sendo o cancelamento do voo avisado com antecedência, o passageiro pode ainda exigir uma indemnização que pode ir dos 250 aos 600 euros, mas em casos de cancelamento por circunstâncias extraordinárias a lei dispensa esta obrigatoriedade de indemnizar.
Em Portugal as companhias aéreas ainda não apresentaram contas dos prejuízos que o vulcão da Islândia já provocou, com centenas de voos cancelados devido à nuvem de cinza.
Mas um consultor do Centro de Aviação para a Ásia e Pacífico, Derek Sadubian, citado pela Bloomberg, calculou que as companhias aéreas possam perder 740 milhões de euros com o cancelamento de voos no Reino Unido e na Europa do Norte por mais três dias, o que já aconteceu.
A Associação Internacional do Transportes Aéreos (IATA) - que conta com 230 companhias aéreas associadas - calculou prejuízos da ordem dos 150 milhões de euros com a perda de receitas por um dia devido à interrupção dos voos.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando perturbações no tráfego aéreo já consideradas mais graves do que as que se registaram na sequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.
Nem sempre foi assim. Antes de 2004 as transportadoras não eram obrigadas à assistência de passageiros quando o cancelamento de um voo fosse motivado por circunstâncias extraordinárias, que não poderiam ter sido evitadas pela transportadora.
Mas com a entrada em vigor do regulamento comunitário 261/2004, com regras comuns para casos de recusa ou cancelamento do embarque, passou a ser obrigatória a assistência aos passageiros, mesmo que a responsabilidade do cancelamento não seja da companhia aérea.
Os passageiros ficam assim com direito ao reembolso do preço do bilhete, ou a um voo de regresso para o primeiro ponto de partida ou ao reencaminhamento em condições de transporte equivalente (noutra companhia, por exemplo).
A lei prevê também outros direitos de assistência, como refeições e bebidas, alojamento em hotel e o transporte entre o aeroporto e o local de alojamento.
Além disso, a companhia aérea deve oferecer aos passageiros, a título gratuito, duas chamadas telefónicas, telexes, mensagens via fax ou mensagens por correio eletrónico.
Não sendo o cancelamento do voo avisado com antecedência, o passageiro pode ainda exigir uma indemnização que pode ir dos 250 aos 600 euros, mas em casos de cancelamento por circunstâncias extraordinárias a lei dispensa esta obrigatoriedade de indemnizar.
Em Portugal as companhias aéreas ainda não apresentaram contas dos prejuízos que o vulcão da Islândia já provocou, com centenas de voos cancelados devido à nuvem de cinza.
Mas um consultor do Centro de Aviação para a Ásia e Pacífico, Derek Sadubian, citado pela Bloomberg, calculou que as companhias aéreas possam perder 740 milhões de euros com o cancelamento de voos no Reino Unido e na Europa do Norte por mais três dias, o que já aconteceu.
A Associação Internacional do Transportes Aéreos (IATA) - que conta com 230 companhias aéreas associadas - calculou prejuízos da ordem dos 150 milhões de euros com a perda de receitas por um dia devido à interrupção dos voos.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando perturbações no tráfego aéreo já consideradas mais graves do que as que se registaram na sequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.
Islândia/Vulcão: Transportadoras aéreas já perderam 1,7 mil milhões de euros em bolsa
A nuvem de cinzas resultante da erupção do vulcão islandês Eyjafjallajokull já causou perdas de 1,732 milhões de euros na capitalização bolsista das companhias aéreas cotadas, e provocou custos diários de 220 milhões de euros para o sector.
"Desde o dia 15 de abril, em que o índice europeu para as companhias aéreas atingiu o máximo das últimas 52 semanas, [o valor de mercado do sector do transporte aéreo] já perdeu 6,1 por cento, ou o equivalente a 1,732 milhões de euros de capitalização bolsista", adiantou à agência Lusa Luís Gonçalves, operador da corretora Go Bulling, do Banco Carregosa.
Até agora, foram cancelados mais de 80 mil voos, provocando "custos diários estimados para o sector de 220 milhões de euros".
Em termos bolsistas, as transportadoras aéras estão a perder cerca de 240 milhões de euros por dia, o que significa que os investidores estão a descontar o impacto da paralização do espaço aéreo europeu.
O índice é composto por oito companhias, Easyjet, Iberia, British Airways, Aeroflot, Ryanair, Air France, Lufthansa e Turish Airways, sendo a mais penalizada a Ryanair, com uma queda de sete por cento.
Luís Gonçalves explicou ainda à Lusa que o fenómeno está também a causar perdas em bolsa nas empresas de sectores relacionados com a aviação, como o turismo, o retalho, as vendas online (como a Amazon por causa da distribuição), o correio expresso (DHL, Fedex) e a distribuição de produtos frescos.
"Os efeitos mais abrangentes na economia serão mínimos desde que os aviões comecem a voar em breve. Estamos apenas a ver o dinheiro a mudar de uma parte da economia europeia para outra", salientou hoje um economista da Schroders, Azad Zangana, dizendo, como exemplo, que o peso do sector na economia britânica é de apenas 0,53 por cento.
Assim, "a inatividade do sector teria de estender-se entre 10 a 16 dias para provocar uma quebra de 0,1 por cento no crescimento económico do Reino Unido", realçou o especialista.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando graves perturbações no tráfego aéreo.
"Desde o dia 15 de abril, em que o índice europeu para as companhias aéreas atingiu o máximo das últimas 52 semanas, [o valor de mercado do sector do transporte aéreo] já perdeu 6,1 por cento, ou o equivalente a 1,732 milhões de euros de capitalização bolsista", adiantou à agência Lusa Luís Gonçalves, operador da corretora Go Bulling, do Banco Carregosa.
Até agora, foram cancelados mais de 80 mil voos, provocando "custos diários estimados para o sector de 220 milhões de euros".
Em termos bolsistas, as transportadoras aéras estão a perder cerca de 240 milhões de euros por dia, o que significa que os investidores estão a descontar o impacto da paralização do espaço aéreo europeu.
O índice é composto por oito companhias, Easyjet, Iberia, British Airways, Aeroflot, Ryanair, Air France, Lufthansa e Turish Airways, sendo a mais penalizada a Ryanair, com uma queda de sete por cento.
Luís Gonçalves explicou ainda à Lusa que o fenómeno está também a causar perdas em bolsa nas empresas de sectores relacionados com a aviação, como o turismo, o retalho, as vendas online (como a Amazon por causa da distribuição), o correio expresso (DHL, Fedex) e a distribuição de produtos frescos.
"Os efeitos mais abrangentes na economia serão mínimos desde que os aviões comecem a voar em breve. Estamos apenas a ver o dinheiro a mudar de uma parte da economia europeia para outra", salientou hoje um economista da Schroders, Azad Zangana, dizendo, como exemplo, que o peso do sector na economia britânica é de apenas 0,53 por cento.
Assim, "a inatividade do sector teria de estender-se entre 10 a 16 dias para provocar uma quebra de 0,1 por cento no crescimento económico do Reino Unido", realçou o especialista.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando graves perturbações no tráfego aéreo.
Islândia/Vulcão: Europa vai definir três zonas para abertura progressiva de espaço aéreo
A União Europeia anunciou ontem que vai definir três tipos de zona para uma abertura progressiva do espaço aéreo europeu, dependendo da influência que se verifique da nuvem de cinza vulcânica proveniente da Islândia, anunciou hoje a presidência espanhola.
Qualquer decisão respeitará porém a segurança como norma principal para definir que zonas do espaço aéreo europeu serão abertas.
As três zonas deverão estar definidas e implementadas "o mais tardar" até às 8h desta terça feira.
A UE vai ainda aplicar medidas para coordenar novos métodos para conseguir procurar alternativas para a mobilidade dos cidadãos retidos pelo fecho do espaço aéreo.
Foi o que anunciaram os ministros da UE ontem à noite, depois de uma reunião de quase quatro horas que os responsáveis de Transportes da UE mantiveram por videoconferência, respondendo a uma convocatória da Comissão Europeia e da presidência espanhola da UE.
O encontro serviu para analisar possíveis medidas para resolver a situação crítica causada pela nuvem de cinza vulcânica que afeta os céus europeus e que é uma circunstância imprevisível que está a impedir o normal funcionamento do transporte aéreo e a afetar gravemente a mobilidade dos cidadãos.
Três zonas de voo
A Eurocontrol vai definir três zonas de voo, dentro do espaço aéreo europeu, a primeira das quais "no núcleo central das emissões" permanecerá com "restrições absolutas às operações por ser impossível garantir a segurança das mesmas".
No nível dois estarão as zonas "onde se notem restos de cinzas mas onde esses restos não impedem que se possa realizar a operação de tráfico aéreo" e que serão definidas "em total coordenação com as autoridades dos estados membros".
A terceira e última zona será aquela onde não haverá quaisquer restrições a voos.
Os responsáveis europeus vão agora manter contactos de forma permanente e ao máximo nível para garantir o regresso à normalidade do tráfico aéreo europeu no mais curto espaço de tempo possível.
Qualquer decisão respeitará porém a segurança como norma principal para definir que zonas do espaço aéreo europeu serão abertas.
As três zonas deverão estar definidas e implementadas "o mais tardar" até às 8h desta terça feira.
A UE vai ainda aplicar medidas para coordenar novos métodos para conseguir procurar alternativas para a mobilidade dos cidadãos retidos pelo fecho do espaço aéreo.
Foi o que anunciaram os ministros da UE ontem à noite, depois de uma reunião de quase quatro horas que os responsáveis de Transportes da UE mantiveram por videoconferência, respondendo a uma convocatória da Comissão Europeia e da presidência espanhola da UE.
O encontro serviu para analisar possíveis medidas para resolver a situação crítica causada pela nuvem de cinza vulcânica que afeta os céus europeus e que é uma circunstância imprevisível que está a impedir o normal funcionamento do transporte aéreo e a afetar gravemente a mobilidade dos cidadãos.
Três zonas de voo
A Eurocontrol vai definir três zonas de voo, dentro do espaço aéreo europeu, a primeira das quais "no núcleo central das emissões" permanecerá com "restrições absolutas às operações por ser impossível garantir a segurança das mesmas".
No nível dois estarão as zonas "onde se notem restos de cinzas mas onde esses restos não impedem que se possa realizar a operação de tráfico aéreo" e que serão definidas "em total coordenação com as autoridades dos estados membros".
A terceira e última zona será aquela onde não haverá quaisquer restrições a voos.
Os responsáveis europeus vão agora manter contactos de forma permanente e ao máximo nível para garantir o regresso à normalidade do tráfico aéreo europeu no mais curto espaço de tempo possível.
sábado, 17 de abril de 2010
Aeroporto do Luxemburgo encerrado até domingo às 10h da manhã
Devido à nuvem de cinzas do vulcão que fez erupção quarta-feira na Islândia e que se alastrou entretanto até por cima das nossas regiões, o aeroporto do Findel vai continuar encerrado até domingo, às 10h da manhã, pode ler-se no site da Luxair.
De momento, as autoridades aeroportuárias anunciam que, se as condições atmosféricas assim o permitirem, novos horários de voo serão comunicados a partir do fim da manhã de amanhã no site da Luxair.
O ministro dos Transportes, Claude Wiseler, convocou, por seu lado, uma conferência de imprensa para domingo à tarde, às 16h30, para fazer o ponto da situação.
No seu site, a Luxair pede ainda para os passageiros não se deslocarem até ao aeroporto, que se encontra encerrado ao público. O número para contactar os serviços da companhia aérea luxemburguesa é o tel. 24 56 42 42.
17 mil voos cancelados em toda a Europa
Um total de 17 mil voos foram cancelados na Europa desde quinta feira passada devido às nuvens de cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, segundo a agência europeia de tráfego aéreo.
O espaço aéreo permanece encerrado no Luxemburgo, Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estónia, no norte de França (incluindo Paris) e em algumas zonas da Alemanha (Dusseldorf, Colónia, Hamburgo, Berlim e Frankfurt) e da Polónia, incluindo Varsóvia e Cracóvia.
O encerramento do aeroporto de Cracóvia coloca em risco a chegada das cerca de 80 delegações estrangeiras esperadas para o funeral do Presidente Lech Kaczynski, que se realiza amanhã domingo. O funeral esteve para ser adiado, mas a pedido da família Kaczynski, a hora e o dia foram mantidos.
O fenómeno, provocado pela erupção de um vulcão na Islândia, impediu também na sexta feira a realização do primeiro voo comercial entre Bagdad e Londres desde que a ONU impôs um embargo ao regime de Saddam Hussein em 1990.
De momento, as autoridades aeroportuárias anunciam que, se as condições atmosféricas assim o permitirem, novos horários de voo serão comunicados a partir do fim da manhã de amanhã no site da Luxair.
O ministro dos Transportes, Claude Wiseler, convocou, por seu lado, uma conferência de imprensa para domingo à tarde, às 16h30, para fazer o ponto da situação.
No seu site, a Luxair pede ainda para os passageiros não se deslocarem até ao aeroporto, que se encontra encerrado ao público. O número para contactar os serviços da companhia aérea luxemburguesa é o tel. 24 56 42 42.
17 mil voos cancelados em toda a Europa
Um total de 17 mil voos foram cancelados na Europa desde quinta feira passada devido às nuvens de cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, segundo a agência europeia de tráfego aéreo.
O espaço aéreo permanece encerrado no Luxemburgo, Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estónia, no norte de França (incluindo Paris) e em algumas zonas da Alemanha (Dusseldorf, Colónia, Hamburgo, Berlim e Frankfurt) e da Polónia, incluindo Varsóvia e Cracóvia.
O encerramento do aeroporto de Cracóvia coloca em risco a chegada das cerca de 80 delegações estrangeiras esperadas para o funeral do Presidente Lech Kaczynski, que se realiza amanhã domingo. O funeral esteve para ser adiado, mas a pedido da família Kaczynski, a hora e o dia foram mantidos.
O fenómeno, provocado pela erupção de um vulcão na Islândia, impediu também na sexta feira a realização do primeiro voo comercial entre Bagdad e Londres desde que a ONU impôs um embargo ao regime de Saddam Hussein em 1990.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Última Hora: Nuvem de cinzas da erupção vulcânica da Islândia vai sobrevoar o Luxemburgo entre a meia-noite e as 8 da manhã
O Ministério de Estado luxemburguês avisa que os serviços de metereologia internacionais prevêm que a nuvem de cinzas proveniente da erupção vulcânica da Islândia atinja o Luxemburgo esta noite entre a meia-noite e as 8h da manhã.
A alta instituição informa que este tipo de nuvem contém partículas finas e dióxido de enxofre. Caso haja quedas de vestigíos da nuvem, podem surgir problemas respiratórios nas pessoas mais sensíveis, nomeadamente pessoas com problemas respiratórios, crianças de tenra idade e idosos.
Como medida de precaução, aconselha-se às pessoas sensíveis que mantenham as janelas fechadas e que limitem a permanência no exterior durante a passagem da nuvem. Tratam-se de medidas gerais de precaução que normalmente se aplicam quando ocorrem picos de poluição.
A alta instituição informa que este tipo de nuvem contém partículas finas e dióxido de enxofre. Caso haja quedas de vestigíos da nuvem, podem surgir problemas respiratórios nas pessoas mais sensíveis, nomeadamente pessoas com problemas respiratórios, crianças de tenra idade e idosos.
Como medida de precaução, aconselha-se às pessoas sensíveis que mantenham as janelas fechadas e que limitem a permanência no exterior durante a passagem da nuvem. Tratam-se de medidas gerais de precaução que normalmente se aplicam quando ocorrem picos de poluição.
Islândia/Erupção de vulcão: Avião da TAP com destino ao Luxemburgo retido no aeroporto Sá Carneiro
O vooTP676 da TAP que deveria ter descolado hoje às 12h50 do Porto e aterrado no Luxemburgo às 16h05 está retido no aeroporto de Sá Carneiro devido às nuvens de cinzas do vulcão em erupção na Islândia.
Ao CONTACTO, uma responsável da Transportadora Aérea Portuguesa no Grão-Ducado informou que o aeroporto do Findel pode vir a encerrar se até às 18h30 o vento não mudar de direcção, uma vez que as nuvens de cinzas se estão dirigir para Sul, aproximando-se da costa holandesa.
Entretanto, ao longo do dia, os voos com destino a Londres, Dublim, Copenhaga e Amsterdão já tinham sido cancelados.
Ao CONTACTO, uma responsável da Transportadora Aérea Portuguesa no Grão-Ducado informou que o aeroporto do Findel pode vir a encerrar se até às 18h30 o vento não mudar de direcção, uma vez que as nuvens de cinzas se estão dirigir para Sul, aproximando-se da costa holandesa.
Entretanto, ao longo do dia, os voos com destino a Londres, Dublim, Copenhaga e Amsterdão já tinham sido cancelados.
Islândia/Erupção de vulcão: Aeroporto do Luxemburgo pode vir a cancelar voos ainda hoje
Prevê-se que a partir das 16h, segundo o centro de controlo aéreo regional Eurocontrol, a nuvem de cinzas vinda da Islândia possa vir também a afectar fortemente o movimento nos chamados países do Benelux - Bélgica, Holanda e Luxemburgo - e noroeste da Alemanha.
Islândia/Erupção de vulcão: Aeroportos de toda a Europa afectados devido a nuvem de cinza - Findel pode também vir a cancelar voos
Junto aos balcões da Easy Jet, TAP e British Airways, companhias com voos para aquele destino, aguardavam filas de pessoas, algumas com mais de um centena de passageiros, à espera de vez para tentar remarcar um voo e assegurar dormida e refeições, uma vez que os voos de hoje foram todos cancelados.
"Já não conseguimos voo para hoje, mas apenas para sábado e por outra companhia aérea. É um grande transtorno porque eu ia trabalhar hoje e as miúdas começam a escola segunda feira", disse à Lusa António Sal, um português que vive com a mulher e duas filhas em Londres há cerca de seis anos.
António veio uma semana a Portugal de férias, mas o regresso hoje adiado causa-lhe também prejuízos que lamenta não serem suportados pela Easy Jet: "Ele pagam o hotel, mas eu tenho o meu carro no aeroporto de Londres e vou ter de pagar mais dois dias e ninguém se quer responsabilizar", afirmou.
Joe é inglês e vive nos arredores de Londres, veio com a família e alguns amigos de férias a Portugal e também tinha regresso marcado para hoje, que acabou por ser cancelado devido á nuvem de cinza que se desconhece pro quanto tempo vai prejudicar o trafego aéreo.
"Adiar o regresso a Londres causa-nos algum transtorno, mas temos de ver as coisas pelo lado positivo pois podemos aproveitar mais um dia de ferias por aqui", disse à Lusa, comentando gostar da ideia de poder desfrutar do "muito bom tempo" do país e salientando a "boa prestação" da companhia na resolução deste problema.
Mas Joe ainda não conseguiu assegurar voo de regresso, uma vez que começam a escassear os voos de sexta feira para Inglaterra, tendo a companhia sugerido uma devolução do dinheiro do voo ou que aguardassem por mais informações de novos voos previstas para a tarde de hoje.
"Vou ter de me manter perto do aeroporto estas próximas horas, para decidirem quando regressamos, mas depois vamos concerteza aproveitar mais um dia nesta linda cidade de Lisboa", disse o inglês.
Nas filas junto aos balcões daquelas três companhias aéreas com voos para Inglaterra encontravam-se alguns funcionários da ANA - Aeroportos de Portugal a tentar orientar os passageiros que aguardavam a sua vez, distribuindo contactos telefónicos de linhas onde o dinheiro dos bilhetes podem ser devolvidos, caso os passageiros queiram fazer o regresso por outro meio de transporte.
Nos painéis de informação de voos, encontrava-se a palavra cancelado a vermelho em todos os voos das companhias EasyJet e British Airways, mas os da TAP continuavam sem qualquer informação apesar de a companhia ter já anunciado o cancelamento de todos os voos de hoje para Inglaterra.
Segundo a ANA - Aeroportos de Portugal vão ser afetados todos os voos dos aeroportos de Faro, Lisboa e Porto com destino ao Reino Unido, por causa da erupção do vulcão da Islândia que já obrigou à retirada de cerca de 800 pessoas das suas habitações no sul da Islândia.
Um vulcão localizado no sul da Islândia, no glaciar Eyjafjllajokull, registou na quarta feira a segunda erupção em menos de um mês, obrigando à retirada de cerca de 800 pessoas e ao encerramento, hoje, do espaço aéreo em vários países europeus, o que obrigou ao cancelamento de inúmeros voos na região.
Centenas de passageiros em terra ocupam tempo no aeroporto de Faro
A zonas das partidas e chegadas do aeroporto de Faro transformou-se hoje numa imensa sala de espera onde centenas de passageiros, que viram os seus voos cancelados, dormem, jogam cartas, fazem palavras cruzadas ou dão comida aos filhos.
No jardim exterior do aeroporto há também centenas de passageiros a apanharem sol, enquanto aguardam por informações sobre os seus voos, cancelados devido a uma nuvem de cinza expelida por um vulcão islandês e que interrompeu o tráfego aéreo no espaço europeu.
"Check in fechado, sem previsão de abertura", ou simplesmente "voo cancelado", é o que se pode ler na maioria dos monitores do Aeroporto Internacional de Faro, sendo a maioria das viagens com destino ao Reino Unido e norte das Europa.
Em declarações à Lusa, o diretor do aeroporto de Faro, António Mendes, referiu que por norma, a uma quinta feira de abril, embarcam cerca de sete mil pessoas neste aeroporto do Algarve.
Elisa Spencer Balacó é uma das passageiras que, com o seu bebé, viu hoje o voo cancelado com destino a Glasgow, Escócia.
"Disseram-nos que o espaço aéreo inglês está interdito por causa do vulcão na Islândia e por isso vou para casa", disse à Lusa.
Aeroportos do Norte da Europa cancelados devido a nuvem de fumo vinda da Islândia
Nuvens de cinzas de um vulcão em erupção na Islândia obrigaram hoje ao encerramento de espaço aéreo e aeroportos no Reino Unido, Irlanda e Escandinávia, deixando dezenas de milhares de passageiros em terra.
As autoridades dos vários países afirmam não estar em condições de prever quando vai ser possível retomar o tráfego aéreo normal, dependendo da continuação ou não da emissão das cinzas vulcânicas e dos ventos.
Segundo o geofísico Einar Kjartansson, do Instituto Meteorológico islandês, "é provável que a emissão de cinzas se mantenha a um nível semelhante por dias ou mesmo semanas", embora a influência disso no tráfego aéreo "dependa das condições meteorológicas".
A autoridade da aviação civil britânica informou a suspensão de todo o tráfego aéreo que não seja de emergência até "pelo menos" às 18h locais (+ 1 hora no Luxemburgo). As autoridades da Irlanda também encerraram o espaço aéreo por pelo menos oito horas e o mesmo aconteceu na Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia, Bélgica e Holanda.
Os cinco principais aeroportos britânicos foram encerrados ao tráfego, incluindo o de Heathrow, o mais movimentado do mundo com cerca de 1.200 voos e 180.000 passageiros por dia.
O cancelamento de voos está a afetar passageiros em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Irlanda, Suécia, Finlândia e Suíça, entre outros.
Aeroporto do Luxemburgo pode vir a cancelar voos
Previa-se que a partir das 16h, segundo o centro de controlo aéreo regional Eurocontrol, a nuvem de fumo vinda da islândia possa vir também a afectar fortemente o movimento nos chamados países do Benelux - Bélgica, Holanda e Luxemburgo - e noroeste da Alemanha.
Segundo os vários serviços ferroviários britânicos, a perturbação do tráfego aéreo provocou uma procura anormal.
A Eurostar, que assegura a ligação do Reino Unido à Europa continental, informou que os seus comboios estão praticamente cheios depois de milhares de reservas extra. Os comboios Virgin informaram que estão a transportar hoje cerca de 2.000 passageiros adicionais no percurso entre Glasgow e Londres.
As nuvens de cinzas vulcânicas, que se formam a partir de erupções explosivas, são constituídas por partículas de enorme dureza e cujo tamanho pode ir de 0,001 milímetros a 2 milímetros, segundo o instituto geológico norte-americano.
O risco que representam para os transportes aéreos prende-se com a forma como afetam a visibilidade e a possibilidade de partículas microscópicas serem sugadas para os motores dos aviões e provocar avarias.
As nuvens não provocaram problemas no aeroporto da capital da Islândia ou na cidade, Reiquejavique, estando a afetar sobretudo a parte sudeste da ilha, onde a visibilidade está reduzida a 150 metros.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
UE: Parlamento islandês aprova por maioria decisão de apresentar pedido de adesão a Bruxelas
Os deputados do Parlamento islandês aprovaram esta tarde por maioria a apresentação de um pedido de adesão da Islândia à União Europeia (UE).Cabe agora ao governo islandês apresentar a proposta em Bruxelas.
Se a candidatura islandesa for aceite, caberá depois aos eleitores islandeses pronunciarem-se através de referendo.
Na Islândia, os adversários da adesão afirmam que o sector islandês da pesca ficará ameaçado pelas regras e quotas impostas pela UE.
Subscrever:
Mensagens (Atom)