"A nuvem de cinzas deverá atingir o norte da Escócia na terça-feira", e "se as emissões vulcânicas prosseguirem com a mesma intensidade, a nuvem poderá atingir o oeste do espaço aéreo francês e o norte de Espanha na quinta-feira", acrescenta o aviso.
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Vulcão islandês não perturba tráfico aéreo luxemburguês
"A nuvem de cinzas deverá atingir o norte da Escócia na terça-feira", e "se as emissões vulcânicas prosseguirem com a mesma intensidade, a nuvem poderá atingir o oeste do espaço aéreo francês e o norte de Espanha na quinta-feira", acrescenta o aviso.
domingo, 22 de maio de 2011
Islândia: Vulcão Grimsvotn entrou em erupção
O vulcão islandês Grimsvotn, o mais ativo do país, entrou em erupção, mas os cientistas acreditam que não irá provocar o caos nos transportes aéreos tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
Relatos da zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia, e o Instituto Meteorológico local já confirmou a atividade do vulcão.
Apesar de ser o mais ativo dos vulcões da Islândia, os cientistas acreditam que a atividade do Grimsvotn não irá perturbar o tráfego aéreo em 2011.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongava-se entre uma a três semanas.
Eurocontrol diz que Europa não deverá ser afetada por nuvem de cinzas de vulcão
A Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol) referiu hoje que a nuvem de cinzas na sequência da erupção do vulcão Grimsvotn não deverá afetar o resto do espaço aéreo europeu nem os voos transatlânticos.
Os responsáveis da Eurocontrol anunciaram, através da rede social Twitter, que o espaço aéreo islandês permanecerá fechado de forma temporária.
A Eurocontrol acrescentou que irá discutir o impacto da erupção do Grimsvotn e possíveis medidas para a gestão do tráfego aéreo em coordenação com os centros vulcânicos de Londres e Toulouse (França).
Os principais aeroportos internacionais da Islândia foram encerrados hoje as 08:30 locais (09:30 em Lisboa) devido a nuvem de cinzas e fumo que já atinge uma altitude de mais de 15 quilómetros, anunciou a porta-voz da autoridade aeroportuária da Islândia (ISAVIA).
O encerramento do espaço aéreo islandês deverá continuar em vigor "pelo menos nas próximas horas", precisou Hjordis Gudmundsdottir, citada pelas agências.
De acordo com esta responsável, será feito um novo ponto de situação as 12:00 locais (mais uma hora em Lisboa).
Apesar do encerramento do espaço aéreo islandês, a ISAVIA e cientistas acreditam que a erupção do Grimsvotn, o vulcão mais ativo da Islândia, não irá provocar o caos nos transportes aéreos, tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
A nuvem de cinzas e fumo já cobre uma boa parte do país, mas não se dirige à Europa, explicou Hjordis Gudmundsdottir.
Relatos de residentes na zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongou-se entre uma e três semanas.
No ano passado, a nuvem de fumo e cinzas do vulcão Eyjafjallajokul levou ao encerramento do espaço aéreo europeu durante cinco dias e afetou milhões de passageiros.
Relatos da zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia, e o Instituto Meteorológico local já confirmou a atividade do vulcão.
Apesar de ser o mais ativo dos vulcões da Islândia, os cientistas acreditam que a atividade do Grimsvotn não irá perturbar o tráfego aéreo em 2011.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongava-se entre uma a três semanas.
Eurocontrol diz que Europa não deverá ser afetada por nuvem de cinzas de vulcão
A Agência Europeia para a Segurança na Navegação Aérea (Eurocontrol) referiu hoje que a nuvem de cinzas na sequência da erupção do vulcão Grimsvotn não deverá afetar o resto do espaço aéreo europeu nem os voos transatlânticos.
Os responsáveis da Eurocontrol anunciaram, através da rede social Twitter, que o espaço aéreo islandês permanecerá fechado de forma temporária.
A Eurocontrol acrescentou que irá discutir o impacto da erupção do Grimsvotn e possíveis medidas para a gestão do tráfego aéreo em coordenação com os centros vulcânicos de Londres e Toulouse (França).
Os principais aeroportos internacionais da Islândia foram encerrados hoje as 08:30 locais (09:30 em Lisboa) devido a nuvem de cinzas e fumo que já atinge uma altitude de mais de 15 quilómetros, anunciou a porta-voz da autoridade aeroportuária da Islândia (ISAVIA).
O encerramento do espaço aéreo islandês deverá continuar em vigor "pelo menos nas próximas horas", precisou Hjordis Gudmundsdottir, citada pelas agências.
De acordo com esta responsável, será feito um novo ponto de situação as 12:00 locais (mais uma hora em Lisboa).
Apesar do encerramento do espaço aéreo islandês, a ISAVIA e cientistas acreditam que a erupção do Grimsvotn, o vulcão mais ativo da Islândia, não irá provocar o caos nos transportes aéreos, tal como aconteceu em 2010 com as erupções do Eyjafjallajokul.
A nuvem de cinzas e fumo já cobre uma boa parte do país, mas não se dirige à Europa, explicou Hjordis Gudmundsdottir.
Relatos de residentes na zona do vulcão descrevem colunas de fumo que podem ser vistas de vários locais da região sul da Islândia.
Localizado no glaciar Vatnajokull, o vulcão Grimsvotn registou as maiores erupções em 1922, 1933, 1934, 1938, 1945, 1954, 1983, 1998 e em 2004, sendo que a maioria das erupções prolongou-se entre uma e três semanas.
No ano passado, a nuvem de fumo e cinzas do vulcão Eyjafjallajokul levou ao encerramento do espaço aéreo europeu durante cinco dias e afetou milhões de passageiros.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Islândia/Vulcão: Companhias aéreas dispensadas de indemnizar passageiros
A lei dispensa as companhias aéreas de pagarem indemnizações aos passageiros quando um voo é cancelado por motivos como os do vulcão da Islândia, mas as transportadoras são obrigadas a pagar as refeições, o alojamento ou as chamadas telefónicas.
Nem sempre foi assim. Antes de 2004 as transportadoras não eram obrigadas à assistência de passageiros quando o cancelamento de um voo fosse motivado por circunstâncias extraordinárias, que não poderiam ter sido evitadas pela transportadora.
Mas com a entrada em vigor do regulamento comunitário 261/2004, com regras comuns para casos de recusa ou cancelamento do embarque, passou a ser obrigatória a assistência aos passageiros, mesmo que a responsabilidade do cancelamento não seja da companhia aérea.
Os passageiros ficam assim com direito ao reembolso do preço do bilhete, ou a um voo de regresso para o primeiro ponto de partida ou ao reencaminhamento em condições de transporte equivalente (noutra companhia, por exemplo).
A lei prevê também outros direitos de assistência, como refeições e bebidas, alojamento em hotel e o transporte entre o aeroporto e o local de alojamento.
Além disso, a companhia aérea deve oferecer aos passageiros, a título gratuito, duas chamadas telefónicas, telexes, mensagens via fax ou mensagens por correio eletrónico.
Não sendo o cancelamento do voo avisado com antecedência, o passageiro pode ainda exigir uma indemnização que pode ir dos 250 aos 600 euros, mas em casos de cancelamento por circunstâncias extraordinárias a lei dispensa esta obrigatoriedade de indemnizar.
Em Portugal as companhias aéreas ainda não apresentaram contas dos prejuízos que o vulcão da Islândia já provocou, com centenas de voos cancelados devido à nuvem de cinza.
Mas um consultor do Centro de Aviação para a Ásia e Pacífico, Derek Sadubian, citado pela Bloomberg, calculou que as companhias aéreas possam perder 740 milhões de euros com o cancelamento de voos no Reino Unido e na Europa do Norte por mais três dias, o que já aconteceu.
A Associação Internacional do Transportes Aéreos (IATA) - que conta com 230 companhias aéreas associadas - calculou prejuízos da ordem dos 150 milhões de euros com a perda de receitas por um dia devido à interrupção dos voos.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando perturbações no tráfego aéreo já consideradas mais graves do que as que se registaram na sequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.
Nem sempre foi assim. Antes de 2004 as transportadoras não eram obrigadas à assistência de passageiros quando o cancelamento de um voo fosse motivado por circunstâncias extraordinárias, que não poderiam ter sido evitadas pela transportadora.
Mas com a entrada em vigor do regulamento comunitário 261/2004, com regras comuns para casos de recusa ou cancelamento do embarque, passou a ser obrigatória a assistência aos passageiros, mesmo que a responsabilidade do cancelamento não seja da companhia aérea.
Os passageiros ficam assim com direito ao reembolso do preço do bilhete, ou a um voo de regresso para o primeiro ponto de partida ou ao reencaminhamento em condições de transporte equivalente (noutra companhia, por exemplo).
A lei prevê também outros direitos de assistência, como refeições e bebidas, alojamento em hotel e o transporte entre o aeroporto e o local de alojamento.
Além disso, a companhia aérea deve oferecer aos passageiros, a título gratuito, duas chamadas telefónicas, telexes, mensagens via fax ou mensagens por correio eletrónico.
Não sendo o cancelamento do voo avisado com antecedência, o passageiro pode ainda exigir uma indemnização que pode ir dos 250 aos 600 euros, mas em casos de cancelamento por circunstâncias extraordinárias a lei dispensa esta obrigatoriedade de indemnizar.
Em Portugal as companhias aéreas ainda não apresentaram contas dos prejuízos que o vulcão da Islândia já provocou, com centenas de voos cancelados devido à nuvem de cinza.
Mas um consultor do Centro de Aviação para a Ásia e Pacífico, Derek Sadubian, citado pela Bloomberg, calculou que as companhias aéreas possam perder 740 milhões de euros com o cancelamento de voos no Reino Unido e na Europa do Norte por mais três dias, o que já aconteceu.
A Associação Internacional do Transportes Aéreos (IATA) - que conta com 230 companhias aéreas associadas - calculou prejuízos da ordem dos 150 milhões de euros com a perda de receitas por um dia devido à interrupção dos voos.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando perturbações no tráfego aéreo já consideradas mais graves do que as que se registaram na sequência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em Nova Iorque.
Islândia/Vulcão: Transportadoras aéreas já perderam 1,7 mil milhões de euros em bolsa
A nuvem de cinzas resultante da erupção do vulcão islandês Eyjafjallajokull já causou perdas de 1,732 milhões de euros na capitalização bolsista das companhias aéreas cotadas, e provocou custos diários de 220 milhões de euros para o sector.
"Desde o dia 15 de abril, em que o índice europeu para as companhias aéreas atingiu o máximo das últimas 52 semanas, [o valor de mercado do sector do transporte aéreo] já perdeu 6,1 por cento, ou o equivalente a 1,732 milhões de euros de capitalização bolsista", adiantou à agência Lusa Luís Gonçalves, operador da corretora Go Bulling, do Banco Carregosa.
Até agora, foram cancelados mais de 80 mil voos, provocando "custos diários estimados para o sector de 220 milhões de euros".
Em termos bolsistas, as transportadoras aéras estão a perder cerca de 240 milhões de euros por dia, o que significa que os investidores estão a descontar o impacto da paralização do espaço aéreo europeu.
O índice é composto por oito companhias, Easyjet, Iberia, British Airways, Aeroflot, Ryanair, Air France, Lufthansa e Turish Airways, sendo a mais penalizada a Ryanair, com uma queda de sete por cento.
Luís Gonçalves explicou ainda à Lusa que o fenómeno está também a causar perdas em bolsa nas empresas de sectores relacionados com a aviação, como o turismo, o retalho, as vendas online (como a Amazon por causa da distribuição), o correio expresso (DHL, Fedex) e a distribuição de produtos frescos.
"Os efeitos mais abrangentes na economia serão mínimos desde que os aviões comecem a voar em breve. Estamos apenas a ver o dinheiro a mudar de uma parte da economia europeia para outra", salientou hoje um economista da Schroders, Azad Zangana, dizendo, como exemplo, que o peso do sector na economia britânica é de apenas 0,53 por cento.
Assim, "a inatividade do sector teria de estender-se entre 10 a 16 dias para provocar uma quebra de 0,1 por cento no crescimento económico do Reino Unido", realçou o especialista.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando graves perturbações no tráfego aéreo.
"Desde o dia 15 de abril, em que o índice europeu para as companhias aéreas atingiu o máximo das últimas 52 semanas, [o valor de mercado do sector do transporte aéreo] já perdeu 6,1 por cento, ou o equivalente a 1,732 milhões de euros de capitalização bolsista", adiantou à agência Lusa Luís Gonçalves, operador da corretora Go Bulling, do Banco Carregosa.
Até agora, foram cancelados mais de 80 mil voos, provocando "custos diários estimados para o sector de 220 milhões de euros".
Em termos bolsistas, as transportadoras aéras estão a perder cerca de 240 milhões de euros por dia, o que significa que os investidores estão a descontar o impacto da paralização do espaço aéreo europeu.
O índice é composto por oito companhias, Easyjet, Iberia, British Airways, Aeroflot, Ryanair, Air France, Lufthansa e Turish Airways, sendo a mais penalizada a Ryanair, com uma queda de sete por cento.
Luís Gonçalves explicou ainda à Lusa que o fenómeno está também a causar perdas em bolsa nas empresas de sectores relacionados com a aviação, como o turismo, o retalho, as vendas online (como a Amazon por causa da distribuição), o correio expresso (DHL, Fedex) e a distribuição de produtos frescos.
"Os efeitos mais abrangentes na economia serão mínimos desde que os aviões comecem a voar em breve. Estamos apenas a ver o dinheiro a mudar de uma parte da economia europeia para outra", salientou hoje um economista da Schroders, Azad Zangana, dizendo, como exemplo, que o peso do sector na economia britânica é de apenas 0,53 por cento.
Assim, "a inatividade do sector teria de estender-se entre 10 a 16 dias para provocar uma quebra de 0,1 por cento no crescimento económico do Reino Unido", realçou o especialista.
A erupção de um vulcão do glaciar Eyjafjallajokull, na passada quarta feira, no sul da Islândia, originou uma nuvem de cinzas de grandes dimensões que provocou o encerramento de vários aeroportos do norte da Europa, criando graves perturbações no tráfego aéreo.
Islândia/Vulcão: Europa vai definir três zonas para abertura progressiva de espaço aéreo
A União Europeia anunciou ontem que vai definir três tipos de zona para uma abertura progressiva do espaço aéreo europeu, dependendo da influência que se verifique da nuvem de cinza vulcânica proveniente da Islândia, anunciou hoje a presidência espanhola.
Qualquer decisão respeitará porém a segurança como norma principal para definir que zonas do espaço aéreo europeu serão abertas.
As três zonas deverão estar definidas e implementadas "o mais tardar" até às 8h desta terça feira.
A UE vai ainda aplicar medidas para coordenar novos métodos para conseguir procurar alternativas para a mobilidade dos cidadãos retidos pelo fecho do espaço aéreo.
Foi o que anunciaram os ministros da UE ontem à noite, depois de uma reunião de quase quatro horas que os responsáveis de Transportes da UE mantiveram por videoconferência, respondendo a uma convocatória da Comissão Europeia e da presidência espanhola da UE.
O encontro serviu para analisar possíveis medidas para resolver a situação crítica causada pela nuvem de cinza vulcânica que afeta os céus europeus e que é uma circunstância imprevisível que está a impedir o normal funcionamento do transporte aéreo e a afetar gravemente a mobilidade dos cidadãos.
Três zonas de voo
A Eurocontrol vai definir três zonas de voo, dentro do espaço aéreo europeu, a primeira das quais "no núcleo central das emissões" permanecerá com "restrições absolutas às operações por ser impossível garantir a segurança das mesmas".
No nível dois estarão as zonas "onde se notem restos de cinzas mas onde esses restos não impedem que se possa realizar a operação de tráfico aéreo" e que serão definidas "em total coordenação com as autoridades dos estados membros".
A terceira e última zona será aquela onde não haverá quaisquer restrições a voos.
Os responsáveis europeus vão agora manter contactos de forma permanente e ao máximo nível para garantir o regresso à normalidade do tráfico aéreo europeu no mais curto espaço de tempo possível.
Qualquer decisão respeitará porém a segurança como norma principal para definir que zonas do espaço aéreo europeu serão abertas.
As três zonas deverão estar definidas e implementadas "o mais tardar" até às 8h desta terça feira.
A UE vai ainda aplicar medidas para coordenar novos métodos para conseguir procurar alternativas para a mobilidade dos cidadãos retidos pelo fecho do espaço aéreo.
Foi o que anunciaram os ministros da UE ontem à noite, depois de uma reunião de quase quatro horas que os responsáveis de Transportes da UE mantiveram por videoconferência, respondendo a uma convocatória da Comissão Europeia e da presidência espanhola da UE.
O encontro serviu para analisar possíveis medidas para resolver a situação crítica causada pela nuvem de cinza vulcânica que afeta os céus europeus e que é uma circunstância imprevisível que está a impedir o normal funcionamento do transporte aéreo e a afetar gravemente a mobilidade dos cidadãos.
Três zonas de voo
A Eurocontrol vai definir três zonas de voo, dentro do espaço aéreo europeu, a primeira das quais "no núcleo central das emissões" permanecerá com "restrições absolutas às operações por ser impossível garantir a segurança das mesmas".
No nível dois estarão as zonas "onde se notem restos de cinzas mas onde esses restos não impedem que se possa realizar a operação de tráfico aéreo" e que serão definidas "em total coordenação com as autoridades dos estados membros".
A terceira e última zona será aquela onde não haverá quaisquer restrições a voos.
Os responsáveis europeus vão agora manter contactos de forma permanente e ao máximo nível para garantir o regresso à normalidade do tráfico aéreo europeu no mais curto espaço de tempo possível.
sábado, 17 de abril de 2010
Aeroporto do Luxemburgo encerrado até domingo às 10h da manhã
Devido à nuvem de cinzas do vulcão que fez erupção quarta-feira na Islândia e que se alastrou entretanto até por cima das nossas regiões, o aeroporto do Findel vai continuar encerrado até domingo, às 10h da manhã, pode ler-se no site da Luxair.
De momento, as autoridades aeroportuárias anunciam que, se as condições atmosféricas assim o permitirem, novos horários de voo serão comunicados a partir do fim da manhã de amanhã no site da Luxair.
O ministro dos Transportes, Claude Wiseler, convocou, por seu lado, uma conferência de imprensa para domingo à tarde, às 16h30, para fazer o ponto da situação.
No seu site, a Luxair pede ainda para os passageiros não se deslocarem até ao aeroporto, que se encontra encerrado ao público. O número para contactar os serviços da companhia aérea luxemburguesa é o tel. 24 56 42 42.
17 mil voos cancelados em toda a Europa
Um total de 17 mil voos foram cancelados na Europa desde quinta feira passada devido às nuvens de cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, segundo a agência europeia de tráfego aéreo.
O espaço aéreo permanece encerrado no Luxemburgo, Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estónia, no norte de França (incluindo Paris) e em algumas zonas da Alemanha (Dusseldorf, Colónia, Hamburgo, Berlim e Frankfurt) e da Polónia, incluindo Varsóvia e Cracóvia.
O encerramento do aeroporto de Cracóvia coloca em risco a chegada das cerca de 80 delegações estrangeiras esperadas para o funeral do Presidente Lech Kaczynski, que se realiza amanhã domingo. O funeral esteve para ser adiado, mas a pedido da família Kaczynski, a hora e o dia foram mantidos.
O fenómeno, provocado pela erupção de um vulcão na Islândia, impediu também na sexta feira a realização do primeiro voo comercial entre Bagdad e Londres desde que a ONU impôs um embargo ao regime de Saddam Hussein em 1990.
De momento, as autoridades aeroportuárias anunciam que, se as condições atmosféricas assim o permitirem, novos horários de voo serão comunicados a partir do fim da manhã de amanhã no site da Luxair.
O ministro dos Transportes, Claude Wiseler, convocou, por seu lado, uma conferência de imprensa para domingo à tarde, às 16h30, para fazer o ponto da situação.
No seu site, a Luxair pede ainda para os passageiros não se deslocarem até ao aeroporto, que se encontra encerrado ao público. O número para contactar os serviços da companhia aérea luxemburguesa é o tel. 24 56 42 42.
17 mil voos cancelados em toda a Europa
Um total de 17 mil voos foram cancelados na Europa desde quinta feira passada devido às nuvens de cinzas vulcânicas provenientes da Islândia, segundo a agência europeia de tráfego aéreo.
O espaço aéreo permanece encerrado no Luxemburgo, Irlanda, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Estónia, no norte de França (incluindo Paris) e em algumas zonas da Alemanha (Dusseldorf, Colónia, Hamburgo, Berlim e Frankfurt) e da Polónia, incluindo Varsóvia e Cracóvia.
O encerramento do aeroporto de Cracóvia coloca em risco a chegada das cerca de 80 delegações estrangeiras esperadas para o funeral do Presidente Lech Kaczynski, que se realiza amanhã domingo. O funeral esteve para ser adiado, mas a pedido da família Kaczynski, a hora e o dia foram mantidos.
O fenómeno, provocado pela erupção de um vulcão na Islândia, impediu também na sexta feira a realização do primeiro voo comercial entre Bagdad e Londres desde que a ONU impôs um embargo ao regime de Saddam Hussein em 1990.
República Checa: Cavaco Silva opta por sair de Praga de automóvel, rumo a Estrasburgo
O Presidente da República português, Cavaco Silva, parte de carro hoje às 14h de Praga, onde está retido desde sexta feira devido à nuvem de cinzas vulcânicas proveniente da Islândia, em direção a Estrasburgo, anunciou esta manhã fonte de Belém.
O chefe de Estado irá passar a noite de hoje em Estrasburgo, partindo de carro no domingo de manhã para Barcelona.
Em Barcelona, onde deverá chegar ao início da noite terá um Falcon à sua espera para o transportar para Lisboa.
Caso o aeroporto de Barcelona encerre entretanto, Cavaco Silva seguirá para Lisboa de carro.
O chefe de Estado irá passar a noite de hoje em Estrasburgo, partindo de carro no domingo de manhã para Barcelona.
Em Barcelona, onde deverá chegar ao início da noite terá um Falcon à sua espera para o transportar para Lisboa.
Caso o aeroporto de Barcelona encerre entretanto, Cavaco Silva seguirá para Lisboa de carro.
Portugal: Angela Merkel voa de Lisboa para Roma
A chanceler alemã Angela Merkel já chegou ao aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa, de onde deverá partir às 11h30 (12h30 no Luxemburgo) com destino a Roma, disse esta manhã à agência Lusa um elemento da comitiva.
Os aeroportos alemães estarão encerrados pelo menos até às 10h de domingo devido à nuvem de cinzas de origem vulcânica proveniente da Islândia, que está a perturbar fortemente a aviação comercial europeia.
Angela Merkel, que regressava da Califórnia, depois de uma viagem oficial aos Estados Unidos, teve de fazer escala na sexta feira em Lisboa, devido às perturbações do tráfego aéreo.
Inicialmente, a partida estava prevista do aeroporto de Figo Maduro hoje às 8h30, mas o voo foi adiado.
De acordo com fonte da comitiva da chanceler alemã, o avião da Força Aérea alemã está previsto partir com destino a Roma às 11h30 (+ 1 hora no Luxemburgo).
Os aeroportos alemães estarão encerrados pelo menos até às 10h de domingo devido à nuvem de cinzas de origem vulcânica proveniente da Islândia, que está a perturbar fortemente a aviação comercial europeia.
Angela Merkel, que regressava da Califórnia, depois de uma viagem oficial aos Estados Unidos, teve de fazer escala na sexta feira em Lisboa, devido às perturbações do tráfego aéreo.
Inicialmente, a partida estava prevista do aeroporto de Figo Maduro hoje às 8h30, mas o voo foi adiado.
De acordo com fonte da comitiva da chanceler alemã, o avião da Força Aérea alemã está previsto partir com destino a Roma às 11h30 (+ 1 hora no Luxemburgo).
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Islândia/Erupção de vulcão: Avião da TAP com destino ao Luxemburgo retido no aeroporto Sá Carneiro
O vooTP676 da TAP que deveria ter descolado hoje às 12h50 do Porto e aterrado no Luxemburgo às 16h05 está retido no aeroporto de Sá Carneiro devido às nuvens de cinzas do vulcão em erupção na Islândia.
Ao CONTACTO, uma responsável da Transportadora Aérea Portuguesa no Grão-Ducado informou que o aeroporto do Findel pode vir a encerrar se até às 18h30 o vento não mudar de direcção, uma vez que as nuvens de cinzas se estão dirigir para Sul, aproximando-se da costa holandesa.
Entretanto, ao longo do dia, os voos com destino a Londres, Dublim, Copenhaga e Amsterdão já tinham sido cancelados.
Ao CONTACTO, uma responsável da Transportadora Aérea Portuguesa no Grão-Ducado informou que o aeroporto do Findel pode vir a encerrar se até às 18h30 o vento não mudar de direcção, uma vez que as nuvens de cinzas se estão dirigir para Sul, aproximando-se da costa holandesa.
Entretanto, ao longo do dia, os voos com destino a Londres, Dublim, Copenhaga e Amsterdão já tinham sido cancelados.
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