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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Euro/Crise: Comissão Europeia acredita que FMI será reforçado em 200 mil milhões de euros

A Comissão Europeia demonstrou hoje confiança no aumento dos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) em 200 mil milhões de euros, como acordado no último Conselho Europeu, e não somente nos 150 milhões decididos na segunda-feira.

Os países da zona euro acordaram na segunda-feira reforçar os recursos do FMI com 150 mil milhões de euros, tendo pedido a outros parceiros que se juntem ao esforço, com vista a salvaguardar a estabilidade financeira global. No começo de dezembro, em Conselho Europeu decorrido em Bruxelas, a meta estipulada havia sido de 200 mil milhões.

"Esperamos que a União Europeia (UE) chegue à meta de 200 mil milhões [de euros], definida no Conselho Europeu", disse hoje um porta-voz da "Comissão Barroso" na habitual conferência de imprensa diária do executivo comunitário.

Em nota divulgada em Bruxelas, depois de uma teleconferência realizada durante a tarde de segunda-feira, os ministros das Finanças da UE indicaram que, à luz das decisões da cimeira de 09 de dezembro passado, os países da Zona Euro decidiram destinar ao FMI 150 mil milhões de euros. De fora deste esforço ficam Grécia, Irlanda e Portugal, os países com planos de ajuda em curso, e que poderão indiretamente beneficiar deste reforço dos recursos do FMI.

Apontando que este contributo faz parte de “um esforço internacional mais amplo”, o Conselho apelou a “membros do G20 e outros membros financeiramente fortes do FMI” a darem também o seu contributo.
Avançou ainda que quatro Estados-membros da UE que não fazem parte da zona euro já manifestaram vontade de fazer parte do processo de reforço dos recursos do FMI, designadamente República Checa, Dinamarca, Polónia e Suécia, enquanto o Reino Unido indicou que definirá a sua contribuição no início do próximo ano, no quadro do G20.

Quanto ao montante de 150 mil milhões de euros acordado até ver, a distribuição do esforço entre si foi calculada com base na reforma das quotas no FMI levada a cabo em 2010 e que dita que os principais contributos sejam da Alemanha (41,50 mil milhões de euros), da França (31,40 mil milhões) e da Itália, com 23,48 mil milhões.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

FMI teme nova crise que pode arrastar 23 milhões de pessoas para a pobreza

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alerta, num estudo, que mais cerca de 23 milhões de pessoas poderão ficar abaixo do limiar da pobreza com uma nova recessão mundial.

"Existem graves riscos para a revisão em baixa das previsões atuais, às quais são altamente vulneráveis os países de fracos recursos", assinala um relatório do FMI, citado pela agência Efe, referindo que uma nova recessão causará mais pobres, sobretudo em certas regiões asiáticas e na África Subsariana.

O estudo, divulgado na segunda-feira, adverte para o facto de a recessão se instalar nos países mais desenvolvidos e produzir uma desaceleração de 1,3 e 1,6 pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2011 e 2012, respetivamente.

O Banco Mundial (BM) define como limiar da pobreza menos de 1,25 dólares por dia/pessoa.

O FMI recomenda às autoridades dos países mais avançados a usarem, de forma "mais ativa", as políticas monetárias e a fazerem um "maior reajuste das políticas macroeconómicas".

Um outro cenário admitido pelo FMI, mas menos plausível, aponta para cerca de mais 31 milhões de pessoas a viverem abaixo do limiar da pobreza, em África e Ásia, com um novo aumento dos preços dos alimentos e das matérias-primas. O BM estima que existam 1,2 mil milhões de pessoas abaixo do limiar da pobreza.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Juncker e Rehn contam com novo Governo português para executar programa acordado com UE e FMI

O comissário europeu dos Assuntos Económicos e Monetários e o presidente do Eurogrupo esperam a formação, em breve, de um novo Governo português que se aplique na implementação do programa de assistência financeira negociado com a UE e o FMI.

Olli Rehn e Jean-Claude Juncker falavam em Estrasburgo, à entrada para uma reunião na comissão parlamentar de Assuntos Económicos e Monetários dedicada aos processos de ajuda a Grécia, Irlanda e Portugal, no dia seguinte às eleições legislativas portuguesas, ganhas pelo PSD.

“Conto com o novo Governo para a implementação do programa que foi acordado com a União Europeia e o FMI sobre consolidação orçamental e sobre as reformas estruturais para o crescimento económico que são tão importantes para Portugal”, declarou o comissário Olli Rehn.

Sublinhando que “é essencial” que o programa acordado em meados de maio comece a ser implementado, Rehn disse acreditar “que o Governo seja formado oportunamente e que as medidas do programa sejam implementadas”.

Mais parco em palavras, Juncker, presidente do Eurogrupo, limitou-se a dizer que conta com o novo Governo saído das eleições de domingo para a implementação das medidas negociadas entre Lisboa, Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Espero que o Governo português se aplique a executar o programa que acordámos, e estou convicto de que o fará”, declarou.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Strauss-Kahn: Acusação pede continuação da detenção e defesa sugere caução de um milhão para libertação

A acusação pediu hoje à juíza encarregada de analisar o caso de Dominique Strauss-Kahn, em Nova Iorque, que o dirigente do Fundo Monetário Internacional não possa ser libertado sob caução e que continue detido.

Diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn foi acusado na madrugada de domingo de agressão sexual, tentativa de violação e sequestro de uma empregada de hotel no quarto onde estava hospedado em Nova Iorque.

Na audição, a defesa pediu a libertação de Strauss-Kahn sob uma caução de um milhão de dólares.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

FMI: Recuperação económica mundial "em perigo" se "espírito de cooperação" não existir, avisa Strauss-Kahn

A recuperação económica mundial está “em perigo” se “o espírito de cooperação” entre as principais economias do mundo não se mantiver, disse hoje em Xangai o diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.

"O espírito de cooperação deve ser mantido. Sem isso, a recuperação está em perigo", disse Strauss-Kahn após a conferência de alto nível entre o FMI e o governadores dos principais bancos centrais, de acordo com o discurso que chegou aos jornalistas.

O Fundo Monetário Internacional reuniu-se hoje em Xangai, numa conferência de alto nível com os governadores dos principais bancos centrais mundiais.

"Há agora o risco de que o coro dos que conseguiram domar a crise financeira se dissolva numa cacofonia de vozes discordantes", acrescentou o responsável, afirmando que essa atitude “vai certamente afetar todos”.

De acordo com o comunicado oficial, a reunião de hoje em Xangai teve como objetivo "avançar com as discussões sobre a aplicação de instrumentos de supervisão" pelos bancos centrais "com vista a contribuir para assegurar a estabilidade financeira" e pôr em prática mecanismos para evitar a falência de grandes instituições financeiras.

O encontro aconteceu no meio de receios sobre uma “guerra de moedas”, ainda que este tema não constasse do programa oficial, depois de vários bancos centrais terem enfraquecido as suas divisas para promover a economia.

A China é sobretudo criticada por recusar a valorização do yuan, mantendo o valor da sua moeda artificialmente baixo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

FMI: Economia portuguesa deverá estagnar em 2011 e crescer 1,1% ainda este ano, mas com desemprego a aumentar

A economia portuguesa deverá crescer 1,1% este ano e estagnar em 2011, enquanto a taxa de desemprego deverá continuar a aumentar tanto em 2010 como em 2011, estima o Fundo Monetário Internacional (FMI).

De acordo com as projecções económicas da organização, Portugal deverá crescer 1,1% em 2010 – contra previsões anteriores de 0,3% - sendo a projecção para 2011 de total estagnação da economia (0%), não antevendo o fundo qualquer crescimento.

No que diz respeito ao desemprego, as previsões do FMI são agora mais positivas para 2010, prevendo uma taxa de desemprego de 10,7% quando na anterior divulgação do "World Economic Outlook" o fundo esperava que esta atingisse os 11%.

Para 2011, a perspectiva para o desemprego é mais negativa, esperando agora o FMI que a taxa sofra um agravamento para 10,9%, contra o decréscimo anteriormente projectado para os 10,3%. A inflação para este ano e para o próximo foi revista em alta em 0,1%, para 0,9 e 1,2%, respectivamente. Para 2010, o FMI prevê um valor negativo de 10% do PIB, contra a previsão anterior de -9%. Para 2011, a previsão é de –9,2%, contra previsões anteriores de -10,2% do PIB.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Luxemburgo: FMI critica derivas orçamentais da Zona Euro

O Fundo Monetário Internacional (FMI) criticou segunda-feira no Luxemburgo a Zona Euro pelo fraco crescimento, pelas políticas orçamentais não viáveis e pela estrutura inadaptada e apelou à revisão dos tratados da União Europeia (UE).

"Os governos devem tomar medidas determinadas para precaver o projecto da união monetária", defendeu o FMI, num documento entregue no Luxemburgo aos ministros das Finanças da Zona Euro.

Segundo o FMI, a actual crise, devida a "políticas orçamentais não viáveis de certos países", mostrou aquilo que faltava "para garantir a responsabilidade orçamental colectiva exigida para que uma união monetária funcione correctamente".

O FMI propôs a existência de uma autoridade comum para determinar o nível de défice orçamental admissível para cada um dos membros.

"Uma reforma destas exige um consenso a favor de alterações dos tratados, o que levará tempo", admite o FMI.

Actualmente as questões orçamentais dos estados-membros da UE são regidas pelo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), que prevê défices abaixo dos 3% do Produto Interno Bruto (PIB), mas que é regularmente violado por vários países.

terça-feira, 4 de maio de 2010

UE: Grécia vai receber 110 mil milhões de euros da UE e do FMI nos próximos três anos para sair da crise

Os primeiros empréstimos da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) concedidos à Grécia chegarão a tempo de permitir que o país pague as dívidas com vencimento no próximo dia 19 de Maio, segundo fonte do governo de Atenas. O país tem 9 mil milhões de euros em obrigações a pagar nesse dia.

O total do plano de ajuda à Grécia, concedido pela UE e FMI, é de 110 mil milhões de euros.

Domingo, os ministros de Finanças da zona euro aprovaram o plano de ajuda à Grécia que prevê o envio de 80 mil milhões de euros por parte da UE, sendo os restantes 30 mil milhões enviado pelo FMI, segundo confirmou o primeiro-ministro do Luxemburgo e presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker.

Para obter esta ajuda financeira, o Executivo grego teve que concordar com medidas de contenção orçamental rigorosas, como rever o Orçamento de Estado em baixa, diminuir os ordenados dos funcionários públicos, além do aumento dos impostos.

Atenas tem estado sofrido fortes pressões a nível mundial para reduzir a enorme dívida pública que afectou os mercados internacionais. Os países da zona euro decidiram assim acelerar os esforços para ajudar a Grécia face à ameaça de lançar aquele estado-membro da UE numa crise interna e que o problema se espalhe a outros estados-membros com fortes dívidas públicas, como são o caso de Espanha e Portugal.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Portugal e Grécia não são risco para a zona euro, garante FMI

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que a situação delicada das finanças públicas de Portugal e Grécia não coloca riscos significativos para a zona euro, que estará muito mais dependente do resto do mundo.

"O destino da Europa vai estar muito mais ligado ao que acontecer no resto do mundo do que o que acontecer em na Grécia e Portugal", afirmou esta semana Jörg Decressin, diretor associado do FMI, na conferência de imprensa que seguiu a apresentação do 'World Economic Outlook'.

O responsável, que respondia a uma questão colocada pela Agência Lusa, sublinhou, no entanto, que os dois países não devem colocar problemas à zona euro desde que os problemas continuem a ser lidados da melhor forma.

"[Isto acontecerá] enquanto o que está a acontecer na Grécia e em Portugal estiver a ser lidado da forma apropriada, e é isso que esperamos", acrescentou.

Jörg Decressin considerou que Portugal e Grécia devem realizar significativos ajustes orçamentais e que devem redirecionar o seu crescimento para a procura externa.

"Em termos do que é preciso fazer, estes dois países enfrentam o desafio de redirecionar significativamente o seu crescimento da procura interna para a procura externa e corrigir défices orçamentais significativos", acrescentou.

"Os planos para isso estão a ser colocados em prática e assim não vemos riscos significativos para a zona euro vindos destes dois países nas nossas previsões", concluiu.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Internacional: FMI quer reforçar poder e ter um papel de supervisão e intervenção mundial alargada

O diretor geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), o francês Dominique Strauss-Kahn, anunciou sexta-feira que a instituição pediu aos estados membros para que estes lhe concedam um papel de supervisão e intervenção mundial alargada, de modo a detetar riscos potenciais.

O FMI "necessita de um mandato bastante claro para detetar os riscos que pesam sobre a estabilidade económica e, sublinho, sobre o sistema financeiro mundial", afirmou Strauss-Kahn, no discurso que fez perante o comité de Bretton Woods, em Washington.

"Em particular, lançamos a ideia de um novo procedimento de supervisão multilateral. Este irá permitir que o fundo avalie os efeitos alargados e sistémicos das políticas nacionais e os riscos associados de uma forma diferente", acrescentou o diretor geral do FMI.

Atualmente, o FMI é responsável pela supervisão do risco-país dos países e dos desenvolvimentos relativos à economia mundial, mas na "prática, o essencial do nosso papel é aplicado a um nível nacional", salientou Strauss-Kahn.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Internacional: Retirada dos apoios à economia deve ser coordenada, mas não sincronizada - segundo FMI

A retirada dos apoios dos Estados às economias tem de ser coordenada, mas isso não significa que essas acções tenham necessariamente de ser sincronizadas, diz o Fundo Monetário Internacional (FMI) no relatório que elenca os sete princípios nesta área.

"Tornar as políticas de saída [da crise] consistentes vai melhorar os resultados em todos os países", diz o relatório, que acrescenta que "a coordenação [nestas acções] não implica necessariamente uma sincronização" e sublinha que "a falta de coordenação política pode criar consequências adversas" para os outros países.

Os sete princípios foram divulgados no fim-de-semana em que o grupo dos 20 países mais industrializados se reuniram na Escócia. Na reunião, o primeiro-ministro britânico propôs a criação de uma taxa que responsabilizasse as entidades financeiras pelo seu papel na origem da crise, mas a proposta foi recusada pelo ministro das Finanças norte-americano. Como Gordon Brown foi claro ao dizer que a Grã-Bretanha só avançaria mediante um consenso, a criação de uma nova versão da taxa Tobin parece ter ficado, mais uma vez, adiada.

Entre os sete princípios defendidos pelo FMI para os Governos terem em conta durante os próximos meses, em que se estima que a recuperação económica comece a ganhar forma, apesar da "incerteza" que ainda paira sobre o futuro, está a necessidade de não retirar os apoios demasiado cedo.

"O timing de retirada deve depender do estado da economia e do sistema financeiro" e, a errar, deve errar por excesso, ou seja, deve manter os apoios por mais tempo que o necessário.

Por outro lado, recomenda o FMI, a política orçamental de consolidação das contas públicas deve estar "no topo das prioridades políticas" e as medidas devem ser "transparentes, abrangentes e devem ser já comunicadas claramente, tendo por objectivo a descida da dívida pública para níveis prudentes e num calendário especificado e definido".

Os economistas do FMI alertam ainda para a necessidade de observar as principais condicionantes para a retirada dos estímulos ao crescimento económico, considerando que "as condições económicas, a estabilidade dos mercados financeiros e os mecanismos baseados nos mercados devem determinar quando e como o apoio estatal é retirado".

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Internacional: FMI revê em baixa custo da crise para as instituições financeiras

O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu hoje em baixa a sua estimativa do custo da crise actual para as instituições financeiras, em "cerca de 3,4 biliões de dólares" contra 4 biliões há seis meses.

"A estabilidade financeira mundial melhorou" em relação a Abril, quando o Fundo estimava o custo mundial da crise para o mundo financeiro em mais de 4 biliões de dólares (2,7 biliões de euros) para o período 2007-2010, "mas os riscos continuam elevados", escreve o FMI num comunicado que acompanha a publicação do seu último "Relatório sobre a Estabilidade Financeira Mundial".

Embora note a "incerteza considerável" que rodeia a realização da previsão, o FMI indica neste relatório que o montante de 3,4 biliões de dólares (2,3 biliões de euros) corresponde ao custo que deverão suportar os bancos e outras instituições financeiras do planeta devido à baixa do valor constatado ou provável dos seus activos financeiros.

Considerando apenas os bancos (essencialmente norte-americanos, europeus e japoneses), a factura poderá subir a 2,8 biliões de dólares no total, assinala o FMI, confirmando a sua estimativa de Abril: aos 1,3 biliões de dólares de perdas já constatados deverão juntar-se 1,5 biliões de perdas ainda esperadas.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

G20: Líderes mundiais chegam a acordo sobre limites dos prémios dos banqueiros

Os líderes mundiais chegaram a um acordo no que se refere aos limites dos prémios dos banqueiros, cujo comportamento contribuiu para a crise mundial, afirmou quinta-feira o secretário norte-americano do Tesouro, Timothy Geithner, em Pittsburgh.

Geithner anunciou que as potências do G-20 chegaram a um consenso em relação às "linhas base" da proposta de limitação das regalias dos banqueiros, que deverá estar pronta até ao final deste ano.

O secretário norte-americano do Tesouro explicou que o acordo vai incluir padrões diferentes em cada país, que serão supervisionados pelo Fundo Monetário Internacional, que reúne os bancos centrais.

Até ao momento, a Europa tem pressionado mais do que os Estados Unidos para fixar estes limites.

Em conferência de imprensa, Geithner mostrou-se ainda optimista em relação à possibilidade de os líderes do G-20, reunidos em Pittsburgh, nos Estados Unidos da América, aprovarem as linhas base da proposta norte-americana para regular os enormes desequilíbrios da economia mundial, como o superavit da China e o défice recorde dos Estados Unidos.

Geithner disse ainda que o seu país apoia os esforços da China para ganhar mais direitos de voto no Fundo Monetário Internacional, (FMI) apesar das reservas da União Europeia, que perderia influência.

Dado o aumento do poder económico da China, "é a melhor coisa" e a Europa sabe disso, disse ainda Geithner.