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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Portugal/Cimeira da NATO: Obama encontra-se hoje com Cavaco Silva e José Sócrates

O Presidente norte-americano encontra-se hoje com o chefe de Estado e o primeiro-ministro português em Lisboa, no âmbito de uma visita de trabalho, realizada por ocasião da realização da cimeira da NATO.

O Presidente da República Cavao Silva vai oferecer ao chefe de Estado norte-americano um decantador em cristal desenhado por Siza Vieira, enquanto Obama irá oferecer ao seu homólogo uma cópia do primeiro tratado firmado entre Portugal e os EUA, o Tratado de Comércio e Navegação, assinado em 26 de Agosto de 1840.

Juntamente com o decantador serão também oferecidos ao Presidente norte-americano cálices oficiais de Vinho do Porto igualmente concebidos por Siza Vieira, juntamente com uma garrafa de Porto Vintage “Quinta do Noval” de 2008, ano em que Obama foi eleito.

Barack Obama receberá ainda uma pequena escultura em bronze representando o cão de água português, da autoria do escultor Luís Valadares e que integra uma coleção lançada pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda.

Há quase dois anos, quando se instalou na Casa Branca, o Presidente norte-americano ofereceu às filhas Malia e Sasha um cão de água português, o “Bo”.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

EUA: Obama quer anular benefícios fiscais às petrolíferas e expandir energias verdes

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Barack Obama, afirmou hoje que o Congresso devia anular os benefícios fiscais de milhares de milhões de dólares à indústria petrolífera e aprovar legislação favorável às fontes energéticas limpas.

O objetivo final seria o de ajudar o país a acabar com a sua dependência dos combustíveis fósseis.

Obama prevê que encontraria o apoio político necessário para a legislação, que conduziria a mudança radicais na maneira como os norte-americanos abastecem os seus veículos e as suas casas, mesmo que essa legislação seja politicamente conflituosa.

“Os votos podem não estar aqui, agora, mas eu tenciono encontrá-los nos próximos meses”, disse Obama, na Universidade Carnegie Mellon.

“Continuarei a defender um futuro com energia limpa, onde e quando possa, e trabalharei com qualquer um para conseguir isso. E vamos consegui-lo”, acentuou.

Obama disse que a continuada dependência dos EUA nos combustíveis fósseis “prejudicará a segurança nacional, asfixiará o planeta e continuará a ameaçar a nossa economia e o nosso ambiente”.

O presidente falou enquanto os norte-americanos continuam frustrados face ao pior desastre petrolífero na história do país (ver imagem), com o crude a continuar a verter no Golfo do Méxic, mais de um mês depois de uma plataforma petrolífera operada pela BP ter explodido e afundado.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

EUA: Para evitar atentados, Obama anuncia reformas em quatro áreas dos serviços de informação

O presidente dos Estados Unidos anunciou entretanto mudanças em quatro áreas dos serviços de informação para melhorar o seu funcionamento e a sua agilidade e impedir que se repitam acontecimentos como o atentado falhado num voo de Amesterdão para Detroit.

Barack Obama determinou que se investiguem "de imediato" as pistas relativas a matéria anti-terrorista e que os relatórios das agências de inteligência sejam disponibilizados de forma "mais ampla e rápida".

Prometeu ainda o reforço dos sistemas de processamento e da análise de informação e a melhoria das listas de vigilância de terroristas.

Os Estados Unidos, comprometeu-se ainda, vão aumentar nos aeroportos o uso de tecnologia de identificação de passageiros, incluindo "scanners" corporais.

"Aumentaremos o uso de sistemas de detecção, incluindo tecnologia com imagens", anunciou Obama, na Casa Branca, em Washington, ao mesmo tempo que era divulgado o relatório sobre o atentado abortado, de 25 de Dezembro, num avião de uma companhia aérea norte-americana e que os Estados Unidos atribuíram à organização terrorista Al-Qaeda.

Obama assumiu ainda que, em última análise, será sempre o responsável pela segurança quando surgirem ameaças terroristas contra o país.

"Quando o sistema falha, isso é da minha responsabilidade", declarou.

O presidente norte-americano assegurou que não despedirá nenhum funcionário dos serviços de inteligência porque as falhas de segurança reveladas pelo ataque fracassado não podem ser atribuídas a uma só pessoa ou instituição.

sábado, 7 de novembro de 2009

EUA: Democratas superam impasse interno e estão prontos a votar reforma da saúde de Obama

Ao fim de meses de luta interna, os democratas da Câmara dos Representantes dos EUA superaram na sexta-feira um impasse relacionado com o aborto e preparam-se para aprovar a proposta de reforma da saúde de Obama.

Espera-se que o diploma seja votado este sábado, após uma última intervenção de Barack Obama junto dos congressistas, a meio da manhã. A nova legislação visa garantir assistência na doença a dezenas de milhões de norte-americanos que não tem qualquer esquema de apoio e banir a prática das seguradoras de saúde de recusarem contratos com base na condição médica do segurado.

Segundo o acordo, os congressistas Bart Stupak, Brad Ellsworth e outros opositores do aborto poderão introduzir maiores restrições na discussão da lei na especialidade.

A esperança da liderança democrata é a de que, independentemente da posição sobre o aborto, todos os eleitos democratas votem a favor do novo diploma para vencerem a oposição em bloco dos republicanos.

O acordo foi conseguido após horas de reunião entre representantes das diversas opiniões sobre o aborto, tendo estado presentes membros da Conferência dos Bispos Católicos.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

EUA: Campanha apela norte-americanos a aprovar lei sobre energia renovável

Uma campanha de alerta para os perigos do aquecimento global pretende que os Estados Unidos aprovem uma lei sobre energia renovável antes do encontro de Copenhaga, agendado para Dezembro.

A iniciativa apela ao envolvimento da população no sentido de pressionar a administração do presidente Obama para que legisle sobre a energia renovável, e pretende permitir ao país reconstruir uma economia forte, criar mais postos de trabalho, bem como promover a sua independência energética e reduzir o aquecimento global.

Os organizadores querem que com este passo legislativo, os EUA assistam à Cimeira das Nações Unidas sobre o Clima, em Copenhaga, com uma "proposta forte para alcançar um acordo mais estrito sobre o limite das emissões poluentes".

Organizada pelas Nações Unidas, a Cimeira de Copenhaga pretende alcançar um acordo internacional para substituir o Protocolo de Quioto (1997), cuja primeira fase de aplicação termina em 2012. Este encontro está agendado para 7 e 8 de Dezembro.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

EUA/Emissões de dióxido de carbono (CO2): O ultimato de Obama

O presidente norte-americano, Barack Obama, instruiu segunda-feira todos os ministérios e agências governamentais norte-americanos a apresentarem, num prazo de 90 dias, objectivos calendarizados de medição e redução de emissões de gases que contribuem para o efeito de estufa.

"O Governo federal é o maior consumidor de energia da economia norte-americana. Pode e deve dar o exemplo no que diz respeito a criar formas inovadoras e reduzir as emissões", afirma Obama num comunicado anexo ao decreto publicado na segunda-feira.

O objectivo é aumentar a eficiência energética, reduzir o consumo de combustíveis, economizar água e diminuir a produção de resíduos. Até 2020, as agências governamentais deverão reduzir em 30% o consumo de combustível nos seus veículos de frota. Deverão ainda reciclar 50% dos seus resíduos até 2015.

O Governo norte-americano gere 500 mil edifícios, 600 mil automóveis e compra anualmente bens e serviços avaliados em 500 mil milhões de dólares. O plano da administração Obama prevê também que todos os edifícios governamentais cumpram as novas normas ambientais.

A luta contra as alterações climáticas é um dos eixos do projecto Obama para reformar os EUA e a sua economia, incitando os sectores público e privado a participar no esforço a favor do ambiente. O decreto surge numa altura em que a Administração norte-americana se prepara para apresentar aos fabricantes automóveis e instalações industriais exigências de redução de emissões.

É também uma forma de Washington mostrar progressos na redução de emissões antes da próxima conferência mundial sobre o ambiente, que terá lugar em Copenhaga, no mês de Dezembro.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

EUA: CIA cria célula dedicada ao aquecimento global

A CIA pôs em funcionamento uma célula dedicada ao aquecimento global e às suas consequências para a segurança dos Estados Unidos da América, anunciou quinta-feira a agência.

Esta "pequena unidade" deve dedicar-se ao "impacto do aquecimento global na segurança nacional através de fenómenos tais como a desertificação, a subida das águas dos oceanos, as deslocações de populações e a concorrência acrescida para os recursos naturais", explica a agência, em comunicado.

O novo "Centro sobre Alterações Climáticas e Segurança Nacional" deverá aconselhar os responsáveis pelo país quando da negociação de acordos internacionais ligados ao ambiente.

O presidente Barack Obama, cujo país é um dos maiores poluidores do Planeta, afirmou-se terça-feira "determinado" a agir contra o aquecimento global mas reconheceu que "o mais duro" está por fazer até à Conferência de Copenhaga, marcada para Dezembro.

sábado, 12 de setembro de 2009

Espaço, a última fronteira! ....Mas quem financia?

O futuro dos voos espaciais norte-americanos pode depender do reforço da cooperação internacional e do compromisso do sector privado, podendo os Estados Unidos da América ter de rever em baixa as suas ambições, devido a problemas orçamentais.

A comissão de especialistas nomeada pelo presidente Barack Obama, que entregou esta semana um relatório na Casa Branca, concluiu que "o programa actual de voos espaciais dos Estados Unidos da América - baptizado de Constelação - não é exequível" com os recursos existentes.

O programa Constelação, lançado em 2004 pelo anterior presidente George W. Bush, previu um regresso dos norte-americanos à Lua até 2020, antes das expedições a Marte (até 2045) e ao resto do sistema solar (até ao fim do século).

A NASA, agência espacial norte-americana, tem um orçamento anual de cerca de 18 mil milhões de dólares (12,3 mil milhões de euros) e a comissão considerou "indispensável" um financiamento suplementar de três mil milhões de dólares (dois mil milhões de euros) por ano para que um programa de exploração além da órbita terrestre seja "digno de interesse".

"Qualquer que seja o programa espacial aprovado, deverá ser acompanhado dos recursos necessários para a sua execução", refere o relatório.

A comissão de especialistas considerou ainda que existem várias opções para mobilizar estes recursos, referindo a cooperação internacional: "A exploração espacial transformou-se numa actividade globalizada. Vários países têm programas espaciais e os seus orçamentos anuais combinados são equivalentes ao da NASA".

"Um esforço activo dos Estados Unidos com os parceiros internacionais de forma adaptada ao mundo multi-polar de hoje poderá reforçar as relações geopolíticas, aumentar os recursos e impulsionar as actividades de exploração", consideraram os dez membros da comissão presidida por Norman Augustine, antigo presidente do grupo aeroespacial Lockheed Martin.

Os peritos sublinharam também que o sector privado está em plena efervescência nas actividades espaciais: "Se conseguirmos criar, no domínio espacial, um potencial de actividades interessantes para o sector privado, poderemos talvez reduzir os custos da NASA", afirmaram.

sábado, 18 de julho de 2009

EUA/Obama: Reforma do sistema de Saúde enfrenta resistência até de democratas mais conservadores

O presidente norte-americano, Barack Obama, apelou este sábado ao Congresso para que aprove com urgência a reforma do sistema de seguros de Saúde no país, que está a enfrentar resistência, mesmo de membros do partido democrata.

Falando na sua alocução radiofónica semanal, Obama apelou aos parlamentares que "agarrem esta oportunidade - que o país pode não voltar a ter nas próximas gerações - para aprovar por fim a reforma dos seguros de saúde este ano, em 2009".

Obama afirmou mesmo que é a "estabilidade de toda a economia" que está em causa na reforma. Se as negociações prosseguirem, afirmou, o problema continuará sem solução, numa altura em que mais famílias e empresas são afectadas pela crise e mais norte-americanos perdem cobertura de serviços de saúde.

O projecto, que envolve um montante de cerca de um bilião de dólares, visa criar um seguro de saúde gerido pelo governo, para competir com os seguradores privados. A reforma do sistema de Saúde foi uma das "bandeiras" da campanha de Obama, e um adiamento da votação para 2010, ano de eleições para o Congresso, pode significar um atraso substancial.

Da parte republicana têm chovido críticas quanto ao "fardo financeiro" que o plano acarreta e alguns democratas conservadores também têm manifestado a sua oposição. Foram várias as intervenções feitas ao longo da semana pelo presidente norte-americano a favor da aprovação do plano, a última das quais sexta-feira, quando apelou a que os legisladores façam maiores cortes de custos para acalmar as preocupações sobre os grandes gastos envolvidos.

Num encontro à porta fechada com líderes judeus, na segunda-feira, Obama afirmou mesmo que a única coisa mais difícil do que aprovar a reforma da Saúde era negociar a paz no Oriente Médio.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Washington/10 de Junho: Obama enaltece Camões e fala da amizade entre Portugal e Estados Unidos

O presidente norte-americano, Barack Obama, assinalou na quarta-feira o Dia de Portugal, numa mensagem em que enalteceu Luís de Camões e “Os Lusíadas” e a amizade entre os Estados Unidos e Portugal.

“Envio com orgulho os meus melhores desejos àqueles que celebram a cultura e herança portuguesas nesta ocasião”, afirmou Obama, em comunicado.

O Presidente norte-americano destacou a “larga e firme amizade” entre os Estados Unidos e Portugal.

Obama referiu-se igualmente à contribuição dos norte-americanos de origem portuguesa na construção dos Estados Unidos.

“É importante que Camões, que viveu entre 1524 e 1580, seja conhecido, sobretudo pelo seu poema épico ‘Os Lusíadas’, um tributo à época dourada da exploração e dos descobrimentos portugueses”, afirmou.

Residem nos Estados Unidos cerca de um milhão de portugueses, a maioria oriunda dos Açores.

Lusa

Foto: The White House

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Emigração portuguesa para os Estados Unidos
Alguns luso-americanos famosos:


Da Lua ao grande ecrã

Sabia que a bandeira norte-americana colocada na Lua por Neil Armstrong foi feita por uma portuguesa? Ou que o actor Tom Hanks é descendente de portugueses?

Iniciada no séc. XVIII, sobretudo a partir dos Açores, a emigração lusa para os Estados Unidos daria origem a personalidades de renome em todas as áreas da vida social, cultural e política do país. Luso-americanos famosos no EUA incluem:

Alan Belda , Chief Executive Officer (CEO) da Alcoa, o segundo maior produtor de alumínio mundial.

Benjamin Cardozo , juiz do Supremo Tribunal de Justiça norte-americano (1932-38), descendente de judeus portugueses que emigraram para os Estados Unidos em 1740, a partir de Portugal, via Holanda e Inglaterra.

Claudio Reyna , capitão da selecção de futebol norte-americana que disputou o último Mundial. É filho de pai português e mãe argentina.

Craig C. Mello , Prémio Nobel da Medicina em 2006. O bisavô paterno era de São Miguel, nos Açores.

Daniel da Ponte , senador republicano em Rhode Island (nomeado para a primeira edição dos Prémios Talento, na categoria "Política", juntamente com o luso-luxemburguês Félix Braz – ver nossa edição de 2 de Maio).

Daniel Silva , filho adoptivo de imigrantes açorianos, foi considerado um dos melhores autores de livros de espionagem pelo "Washington Post", competindo com nomes como Graham Greene e John Le Carre. Nascido no Michigan, Daniel Silva começou a carreira como jornalista na CNN, que deixou em 1997 para se dedicar à escrita. O seu primeiro livro, "O Espião Improvável" (que se passa durante a Segunda Guerra Mundial), foi um best-seller instantâneo.

Danielle Steel , autora de best-sellers , nascida nos EUA em 1947. Os avós maternos eram açorianos.

David Lee Roth , vocalista dos Van Halen, neto de uma portuguesa.

John Dos Passos , escritor (1896 – 1970). O avô paterno, Manuel Joaquim dos Passos, era natural da Ponta do Sol, na Madeira, tendo emigrado para os EUA em 1830 e fixado residência em Filadélfia. O pai do proeminente escritor da "geração perdida" era um prestigiado advogado, John Randolph dos Passos (1844-1917). No prefácio do livro "The Portugal Story", o autor conta a primeira visita que fez com o pai ao Funchal, em 1905, quando tinha oito anos.

John P hilip de Sousa , autor de várias marchas populares e um dos mais populares compositores norte-americanos do seu tempo. Nascido em Washington a 6 de Novembro de 1854, John Philip de Sousa era filho do português António Sousa e de uma austríaca, Marie Elisabeth Trinkaus. Na sua árvore genealógica figuram nomes como Tomé de Sousa, primeiro governador-geral do Brasil, e Martim Afonso de Sousa, colonizador do Brasil e governador da Índia.

Keanu Reeves , actor. O Neo da popular trilogia "Matrix" é filho de Rose Miguel, de ascendência portuguesa, chinesa e havaiana, e de Charles Reeves, descendente de irlandeses.

Lee Gomes , repórter no "Wall Street Journal".

Maria Isilda Ribeiro , costureira que coseu a bandeira americana colocada na Lua por Neil Armstrong na fábrica de bandeiras Annin, em New Jersey, onde trabalhava. Nasceu em Vagos, Portugal.

Mário de Carvalho
, repórter de imagem da CBS News, galardoado com um Emmy. Nasceu na ilha de Santa Maria, Açores, a 23 de Março de 1950. Em 30 anos de actividade profissional ao serviço de uma das maiores cadeias televisivas dos EUA, o cameraman , especializado na cobertura de conflitos armados, tornou-se num dos mais apreciados repórteres de televisão do mundo inteiro.

Meredith Vieira , apresentadora do "Today Show" na cadeia de televisão NBC, galardoada com sete Emmys. A antiga apresentadora do programa "Quem quer ser um milionário?" é filha dos luso-americanos Mary Elsie Rosa e Edwin Vieira.

Pete Souza , fotógrafo oficial de Ronald Reagan, antigo presidente dos EUA, durante cinco anos. Actualmente, é fotógrafo a nível nacional para o "Chicago Tribune", em Washington.

Teresa Simões Ferreira Heinz , presidente da Fundação Heinz, casada com o senador John Kerry (candidato às eleições presidenciais norte-americanas em 2004), nasceu em Moçambique, de família portuguesa.

Tom Hanks , o actor galardoado com dois Óscares ("Forrest Gump", em 1994, e "Filadélfia", em 1993), além de realizador e produtor, admitiu já em várias entrevistas ser descendente de portugueses. Em vários fóruns na internet, é possível encontrar a sua árvore genealógica, que inclui, sem mais precisões, um bisavô português, Emmanuel Rose.

Sam Mendes , realizador premiado com um Óscar pelo filme "American Beauty", em 1999. Nasceu em Londres, filho de Peter Mendes, emigrante de origem lusa de Trinidad e Tobago.

P.T.A., in Contacto, 09.05.2007

Fontes: Embaixada dos EUA no Luxemburgo, Diário de Notícias da Madeira, Lusa, Portuguese American Historical & Research Foundation, Público, Revista da Armada, Wikipédia.