quarta-feira, 26 de setembro de 2012

CONTACTO: Edição de 26 de Setembro de 2012

Na edição desta semana, o jornal CONTACTO faz manchete com a avaria informática que provocou o encerramento do Consulado. A situação já dura há quatro semanas e tem provocado vários transtornos aos portugueses que vivem no país.

Nas páginas centrais, Pedro Castilho, respresentante do Conselho Nacional de Estrangeiros por designação directa da ministra da Família, diz em entrevista ao nosso jornal que está empenhado em tirar o CNE do anonimato.

Uma companhia portuguesa faz sucesso no Luxemburgo com concertos para bebés. São concertos de música clássica para bebés, que segundo o maestro Paulo Lameiro são os melhores ouvintes de música do mundo.

O aumento dos salários e o 20° aniversário da Rádio Latina são outros dos destaques desta edição. Luc Wagner, director da estação portuguesa no Grão-Ducado, analisa as duas décadas de existência e o futuro da rádio.

No desporto, fique a conhecer as principais novidades do campeonato de futebol da Liga BGL e a criação de uma nova equipa de dardos portuguesa, em Dudelange, que quer ser campeã pela primeira vez. Estas e outras notícias no Jornal CONTACTO, o seu semanário em língua portuguesa no Luxemburgo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CONTACTO: Edição 19 Setembro de 2012




Na edição desta semana do CONTACTO olhamos para o início do ano escolar. Esta semana mais de 126 mil alunos regressam às carteiras das escolas luxemburguesas. Na segunda-feira foi a vez dos mais pequenos. Esta quarta-feira é o dia dos alunos do ensino secundário regressarem às aulas.
Um ano que promete alguma agitação: a reforma do ensino fundamental, a antiga escola primária, vai ser objecto de avaliação, e no ensino secundário, governo, sindicatos e estudantes não se entendem quanto à reforma apresentada pela ministra.
O CONTACTO esteve numa escola do ensino fundamental e ouviu as preocupações dos pais e alunos para este novo ano escolar.
Damos ainda conta de uma outra escola no Luxemburgo: Este é o último regresso às aulas na Escola Francófona de Walferdange. Para evitar o fecho e facilitar a integração dos alunos francófonos e lusófonos, os professores propuseram a criação de uma escola bilingue, mas a ministra chumbou o projecto.

Na primeira página trazemos ainda em grande destaque as manifestações de sábado passado em Portugal contra a austeridade.

Mas há mais: O Luxemburgo está em recessão. O anúncio foi feito pelo Banco Central do Luxemburgo durante a apresentação do último boletim trimestral.
Os economistas não têm dúvidas: o PIB contraiu pelo segundo semestre consecutivo, as exportações baixaram, a produção industrial caiu e o desemprego é galopante. O governador do Banco do Luxemburgo apela ao governo que tome medidas para o relançamento das finanças públicas já no Orçamento para 2013.
Por tudo isto e mais algumas razões, a OGBL e a LCGB marcaram uma manifestação conjunta para o dia 16 de Outubro.

O Ministro da defesa homenageou alguns portugueses que servem o exército luxemburguês. Os soldados portugueses cumpriram missões no estrangeiro. Na mesma ocasião dois recrutas portugueses fizeram o juramento de bandeira. A reportagem está nas páginas do CONTACTO desta semana.

Tudo isto e muito mais no CONTACTO desta semana, o primeiro jornal de língua portuguesa no Luxemburgo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Destaques nesta edição do CONTACTO

 (clique na imagem para ampliar)

Sexta-feira à noite não houve festa nas ruas do Luxemburgo. A vitória de Portugal frente à modesta equipa de futebol do Grão-Ducado não entusiasmou ninguém. Não houve o habitual buzinão pelas ruas da capital, nem sequer festejos à porta do estádio. A vitória por uma diferença tão escassa deixou amargos na boca de toda a gente. O CONTACTO acompanhou o percurso da Selecção desde que a equipa aterrou no Luxemburgo, e conta-lhe tudo sobre o jogo mais aguardado do ano. Um jogo em que a equipa das Quinas não convenceu.

O Luxemburgo pode estar à beira da falência por causa das pensões de reforma. Quem o diz é o jornal alemão Handeslblatt, que fez as contas aos encargos futuros do Grão-Ducado.

A cantora cabo-verdiana Lura regressa ao Luxemburgo no próximo sábado, depois de uma ausência de sete anos. Nessa noite actuam também os Xícara, um grupo português vindo de Guimarães, no ano em que aquela cidade é capital europeia da cultura.

De origem cabo-verdiana é também uma imigrante no Luxemburgo que está a organizar um concurso de beleza alternativo. Idade e altura não contam nesta primeira edição do Miss Europe United Nations.

Estas e outras notícias para ler nesta edição do CONTACTO, o primeiro jornal em língua portuguesa do Luxemburgo.

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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Banco Espirito Santo ainda tem bilhetes para o jogo Luxemburgo/Portugal


Os bilhetes para o jogo desta noite entre o Luxemburgo e Portugal há muito que esgotaram, mas os fanáticos da equipa das Quinas ainda podem encontrar uma entrada para o Josy Barthel.
O Banco Espirito Santo, no Luxemburgo, tem ainda bilhetes para oferecer às pessoas que se tornem clientes do Banco.
"Os bilhetes que nós oferecemos através do CONTACTO foram logo todos distribuídos na manhã da publicação do jornal . Agora temos ainda bilhetes para os nossos novos clientes. Basta para isso abrir uma conta aqui no BES", esclarece António Carvalho do Espirito Santo no Luxemburgo.
Os bilhetes podem ser ganhos até  às 17h de hoje.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Destaques da edição de 5 de Setembro de 2012

                                                     
                                                               (clicar para ampliar)

“A Comunidade portuguesa é a minha prioridade”, é em substância o que diz o novo cônsul de Portugal no Luxemburgo, Rui Monteiro, na grande entrevista que concede ao nosso jornal. O novo cônsul assume também as funções de conselheiro da Embaixada. Entre as prioridades estão ainda a situação dos funcionários consulares e as filas crónicas no atendimento.

Na última década, o número de portugueses no Grão-Ducado passou de cerca de 60 mil para mais de 80 mil, segundo as autoridades luxemburguesas, um aumento de mais de 40 por cento. Na realidade, e segundo o Consulado há já mais de 110 mil portugueses no país.

As famílias portuguesas do Luxemburgo sofrem mais privações que as luxemburguesas, revela um estudo recente do CEPS/Instead a que o CONTACTO teve acesso. Explicamos como e porquê.

Falar duas línguas beneficia as crianças portuguesas de famílias desfavorecidas. É um estudo da Universidade do Luxemburgo que o diz e que vai ser publicado brevemente na revista Psychological Science.

Cunha Rodrigues que foi Procurador Geral da República, entre 1984 e 2000, e que está há 11 anos no Luxemburgo, onde é Juiz no Tribunal de Justiça da União Europeia, vai trocar em Outubro esse cargo por um posto na UEFA, a convite do presidente desse organismo que gere o futebol europeu, Michel Platini.

O padre Sérgio Duarte é o novo chefe da Missão Católica Portuguesa no Luxemburgo. O CONTACTO esteve à conversa com o jovem padre de 38 anos que substitui assim o padre Belmiro Narino que esteve naquelas funções desde 1978.

Nesta edição, incluimos ainda um suplemento especial de 16 páginas totalmente dedicadas ao jogo entre as selecções do Luxemburgo e de Portugal, da próxima sexta-feira, e que conta para as eliminatórias do Mundial do Brasil em 2014.

Estas e outras notícias no CONTACTO de hoje. CONTACTO, o seu semanário no Luxemburgo.

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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Aulas de línguas e de informática: Centro de Formação Lucien Huss aceita inscrições para ano lectivo 2012/2013

O Centro de Formação Lucien Huss, da associação Amizade Portugal-Luxemburgo (APL) propõe, para o ano lectivo 2012/2013, aulas de luxemburguês, francês, alemão, inglês, e chinês, bem como aulas de informática.

Aquela instituição previu dois dias para as inscrições: 26 de Julho e 29 de Agosto, entre as 10 e as 18h. Os interessados devem dirgir-se à sede da APL,  no Centre Convict (edifício A, 1°andar), no n°5, avenue Marie-Thérèse, na cidade do Luxemburgo.

Para informações adicioanis, tel. 26 56 16 92 (ou cflh@gmail.com).

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Portugal: Morreu historiador José Hermano Saraiva

O historiador José Hermano Saraiva morreu hoje de manhã, disse à agência Lusa o assistente do produtor do programa da Videofono feito pelo académico de 93 anos.

Carlos Manuel disse à Lusa que o produtor José Manuel Crespo foi hoje informado por um familiar de José Hermano Saraiva que o historiador tinha morrido hoje em casa, no distrito de Setúbal.

De ministro a grande divulgador da cultura portuguesa na televisãoJosé Hermano Saraiva foi jurista, ministro da Educação e autor da “História Concisa de Portugal”, mas tornou-se conhecido do grande público como apresentador de programas televisivos de divulgação cultural.

O historiador foi agraciado este ano, nas celebrações dos 10 de junho, pelo Presidente da República, com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. Em outubro de 2010, a Academia Portuguesa da História (APH) distinguiu José Hermano Saraiva como académico de mérito, salientando ser um “grande divulgador” da História de Portugal.

“A Academia achou que nesta sua idade, era bonito, agradável, marcar um momento de confraternização com um homem que fez muitos portugueses conhecer a História de Portugal”, explicou na altura à Lusa a presidente da APH, Manuela Mendonça. Manuela Mendonça sublinhou que José Hermano Saraiva “levou com simpatia e palavras de agrado os portugueses a interessarem-se mais pela sua própria História”.Membro “há muitos anos” da Academia, José Hermano Saraiva era também membro das academias das Ciências de Lisboa, da Marinha e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (Brasil).

Nascido em Leiria, no dia 3 de outubro de 1917, José Hermano Saraiva notabilizou-se nas quatro últimas décadas através de programas televisivos sobre História.Licenciado em Histórico-Filosóficas (1941) e em Ciências Jurídicas (1942), exerceu advocacia e foi professor do ensino secundário.

Em 1957 foi deputado à Assembleia Nacional e procurador às cortes. Entre outros cargos públicos que exerceu antes do 25 de abril de 1974, como o de diretor do Instituto de Assistência aos Menores, foi ministro da Educação Nacional entre 1968 e 1970, qualidade na qual inaugurou a Biblioteca Nacional de Portugal. Foi substituído por Veiga Simão, após a crise académica de 1969, tendo sido designado embaixador de Portugal em Brasília, em 1972.

A colaboração com a RTP começou em 1971 com o programa “Horizontes da Memória”, tendo nesse ano recebido o Prémio da Imprensa para o Melhor Programa do Ano. Foi ainda autor e apresentador de “Gente de Paz”, que assinalou o seu regresso à RTP em 1978, “O Tempo e a Alma”, “Histórias que o Tempo Apagou” e “A Alma e a Gente”.

Um dos seus livros mais conhecidos é a “História concisa de Portugal”, já na 25.ª edição, com um total de cerca de 180 mil exemplares vendidos. Editado pela primeira vez em 1978, este título foi já traduzido em espanhol, italiano, alemão, búlgaro e chinês. O livro foi escrito durante o exílio a que se impôs na Nazaré, a praia da sua infância, durante o PREC (Período Revolucionário em Curso), em 1974-75, a convite do editor livreiro Lyon de Castro. José Hermano Saraiva dirigiu também uma outra História de Portugal em seis volumes, publicada em 1981 pelas Edições Alfa. Na área da História, José Hermano Saraiva publicou cerca de 20 títulos, entre eles “Uma carta do Infante D. Henrique”, “O tempo e alma”, “Portugal – Os últimos 100 anos”, “Vida ignorada de Camões” ou “Ditos portugueses dignos de memória”. Na área da jurisprudência editou sete títulos, nomeadamente “A revisão constitucional e a eleição do Chefe do Estado”, “Non-self-governing territories and The United Nation Charter” e “Apostilha crítica ao projecto do Código Civil”, tendo ainda publicado cinco títulos na área da pedagogia.

José Hermano Saraiva apresentou à APH várias orações académicas, tendo sido publicadas sete, a mais recente em 1988, intitulada “A crise geral e a Aljubarrota de Froyssar”.O historiador foi distinguido com a Grã-Cruz da Ordem da Instrução Pública, a Grã-Cruz da Ordem do Mérito do Trabalho, a Comenda da Ordem de N.da Conceição de Vila Viçosa e a Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco (Brasil).

Foto: LUSA


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Chefe de Redacção do Luxemburger Wort deixa grupo Saint-Paul Luxembourg

Marc Glesener, director da Informação e dos conteúdos redacionais dos media do grupo Saint-Paul Luxembourg, entre os quais se contam o CONTACTO e o Pont24-português, e Chefe de Redacção do Luxemburger Wort, deixa a empresa a 1 de Setembro.

O grupo Saint-Paul Luxembourg agradece a Marc Glesener os seus bons e leais serviços prestados ao longo de 19 anos e deseja-lhe muitos sucessos para o futuro da sua carreira profissional.

Na sequência desta partida, o director-geral, Paul Lenert, vai assegurar interinamente o posto de Chefe de Redacção do Luxemburger Wort.

Foto: Guy Jallay

Portugal: Sete distritos de Portugal continental sob aviso amarelo por causa do calor

Sete distritos de Portugal continental continuam hoje sob aviso amarelo, o segundo menos grave numa escala de quatro, devido ao calor, informa o Instituto de Meteorologia (IM).
De acordo com a página de Internet do IM, os distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja estão sob aviso amarelo até às 22:00 de hoje.
Por seu lado, Faro está sob aviso amarelo até às 22:00 de sábado.
O IM prevê para hoje em Portugal continental céu pouco nublado ou limpo e pequena descida da temperatura máxima.
Para hoje, em Lisboa, estão previstas temperaturas entre os 18º e os 30º, para o Porto, entre os 13º e 24º, e para Faro, entre os 21º e os 33º.

José Trindade lança apelo: "Não tragam mais portugueses"

José Trindade, presidente do Centro de Apoio Social e Associativo (CASA), emitiu na semana passada um comunicado em que pede aos portugueses que vão passar férias a Portugal que não aliciem compatriotas  com a emigração. A carta evoca o desemprego crescente  no Luxemburgo.

"Quando chegarem a Portugal (...), todas as pessoas que encontrarem irão contar os seus dissabores sobre a situação da crise. O que para nós imigrantes não é novidade, pois também sentimo-la cá a todos os níveis, mas os que lá vivem nem sempre acreditam nisso. (...) E é precisamente nesse sentido que vos manifesto a minha preocupação de não darem falsas esperanças ou fazerem promessas sem terem certezas absolutas de conseguirem ajudar os vossos familiares, amigos ou vizinhos [a emigrarem]."

Trindade pede ainda que cada um alerte "convenientemente as pessoas que tenham o desejo de sair do país" sobre a real situação no Luxemburgo.

"Todos os dias, o CASA ajuda recém-chegadas que estão a dormir na rua ou em carros, outros já não têm meios financeiros para regressar, damos-lhes um bilhete de regresso e até (...) dinheiro para se alimentarem na viagem. (...) As próprias autoridades (Consulado e Embaixada) procuram-nos para facultar este tipo de ajuda. Existe um ditado que diz que cada família portuguesa que vai de férias a Portugal tráz um novo imigrante na bagagem. Peço-vos muito sinceramente que não se responsabilizem por trazer ninguém", recomenda o presidente do CASA.

O CASA informa ainda que, durante o mês de Agosto, todos os seus serviços continuam disponíveis, mas apenas sob marcação prévia (tel. 43 27 49/621 152 104 ou infocasa@pt.lu ).

"Chèque-service" tem novas regras





O Conselho de Ministros aprovou as alterações ao regime do "chèque-service".

A partir de agora, os pais vão ter que pagar mais nas actividades subsidiadas pelo Governo. No novo regime anunciado pelo primeiro-ministro, durante o debate do Estado da Nação, uma família com rendimentos inferiores a três salários mínimos (ou seja 76.041 euros por ano) vai passar a pagar três euros para poder frequentar uma creche num período de quatro a 24 horas por semana. Na prática há um aumento de 50 cêntimos.

O preço das refeições vai também aumentar: dos actuais dois euros, as famílias vão começar a pagar três euros. O preço das refeições, como já acontece, é pago à parte da mensalidade paga ao estabelecimento que acolhe a criança. No caso das famílias que tenham rendimentos superiores ou iguais a 4,5 vezes o salário mínimo nacional (ou seja 97.766 euros por ano), os preços que as famílias vão ter de pagar aumentam um euro.

Na prática, uma família com um filho vai pagar quatro euros, em vez dos actuais três, para que a criança possa frequentar um estabelecimento de ensino. O segundo filho vai pagar 3,20 euros, o terceiro 2,10 e o último vai poder frequentar um estabelecimento escolar gratuitamente. Ao nível do preço das refeições, o aumento é mais significativo: mais 2,5 euros por refeição, ou seja, 4,5 em vez dos actuais dois euros.

Ao nível da denominada "plein tarif" (preço completo) não há quaisquer alterações, independentemente da categoria dos rendimentos, isto é, cada agregado vai continuar a pagar 7,5 euros para as 60 horas semanais. A "tarif sociofamilial" (tarifa sócio-familiar) também não sofre alterações. Os novos preços são aplicados ao nível das "Maison Relais", "foyers de jour" (centros de dia), creches e infantários.

Grupo de tricot “All Knit Long” reúne-se no domingo, na cidade do Luxemburgo

O primeiro encontro do grupo de tricot teve lugar em Maio Foto: Sabrina Sousa
No domingo, 22 de Julho, o grupo “All Knit Long” volta a reunir-se na place de Clairefontaine, na cidade do Luxemburgo.

O encontro tem início marcado para as 16h e a organização espera uma boa afluência de tricotadeiras.

Tricotar para solidarizar

Este encontro traz consigo uma novidade: sob o lema “tricotar para doar”, o grupo irá tricotar por uma causa conjunta: até Dezembro, serão tricotadas peças que, no Natal, serão oferecidas a uma instituição de solidariedade social.

Os interessados em participar neste projeto são bem vindos: basta que se associem ao grupo “All Knit Long”, para assim colaborar na confeção das peças.

Todas as pessoas que, não pudendo participar, mas que mesmo assim queiram ajudar, poderão doar lãs para a produção das ditas peças. Incrições e outras informações podem ser através do envio do e-mail allknitlong.info@gmail.com ou contactando a CCPL (Confederação da Comunidade Portuguesa na Luxemburgo) pelo número de tel. 29 00 75.

Relembramos que a participação neste grupo é gratuita.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Luxemburgo abre caça a beneficiários do RMG





A carta veio da Direcção da Imigração do Luxemburgo, um departamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros luxemburguês, e é peremptória. Maria e João (*) "não dispõem de recursos suficientes para eles próprios e os membros da sua família" e tornaram-se "uma sobrecarga não razoável para o sistema de Segurança Social" luxemburguês. "Em consequência, considero a partir deste momento revogar o vosso direito de residência, bem como o dos vossos filhos menores", termina a carta, que dá a Maria e João um prazo de oito dias para "apresentar observações".

Maria e João estão há quase quatro anos no Luxemburgo. João chegou primeiro, em 2008, e só esteve um dia sem trabalhar.

"Ao segundo dia arranjou trabalho, graças a Deus", conta Maria, que veio para o Luxemburgo alguns meses depois com os quatro filhos do casal. O mais velho sofre de uma doença rara, uma enfermidade incurável que se agravou com o clima do Luxemburgo. Maria ainda trabalhou durante 15 dias, mas o filho foi internado e teve de deixar o emprego. A doença do menor não tem tratamento no Grão-Ducado, e de seis em seis meses, Maria tem de levar o filho a uma clínica no estrangeiro, onde a criança chega a ficar internada por períodos de três semanas. "Nenhum patrão iria aceitar isso...".

Como Maria não pode trabalhar, a família tem de viver com o salário do marido. E como o que o marido ganha não chega para viver, têm direito a receber um complemento de Rendimento Mínimo Garantido (RMG), como prevê a legislação luxemburguesa. Foi um assistente social que informou a família de que tinham direito ao RMG, como todos os cidadãos comunitários que vivam no país há mais de três meses. "Mas agora a carta diz que damos prejuízo ao Luxemburgo e que vamos ficar sem 'droit de séjour' [direito de residência]", conta Maria, em lágrimas.

Desde que recebeu a carta, Maria não tem descanso: no dia seguinte estava à porta do Ministério dos Negócios Estrangeiros para pedir explicações. "Só por telefone”, dizem-lhe. Uma funcionária chega a dizer-lhe que a carta "é definitiva” e que "não há nada a fazer, vão mesmo perder o direito de residência”. Pânico. Pelo telefone, esclarecem-na: sim, tem oito dias para explicar a situação da família, só depois é que o Ministério toma uma decisão.

"O meu marido sai de casa todos os dias às 4h30 da manhã para ganhar o salário mínimo. Faz isto há quatro anos. E agora querem que nos vamos embora, como se fôssemos criminosos? Mas nós roubámos alguém? Nós matámos alguém, para sermos extraditados do país? Eu não acho isto justo!".


CASOS NÃO PARAM
DE AUMENTAR


 Quem também não acha a situação "justa" é a ASTI. De há uns meses para cá, a Associação de Apoio aos Trabalhadores Imigrantes foi inundada de casos como este: cidadãos comunitários com cartas iguaizinhas à de João e Maria, só mudam os nomes.

"É uma invasão", garante Laurence Hever, assistente social no Guichet Info-Migrants da ASTI, que presta informação aos imigrantes.

"As primeiras situações surgiram no ano passado, mas nessa altura eram casos de pessoas que estavam desempregadas e tinham trabalhado pouco tempo no Luxemburgo. Desde Junho, há cada vez mais casos, incluindo de trabalhadores que recebem um complemento de RMG. Recebemos cinco casos por semana, um por dia. Mas estas são apenas as pessoas que nos contactam: há pessoas que não contactam sequer um advogado ou uma associação, e simplesmente não respondem".

E com apenas oito dias para responder, há muitos a deixar passar o prazo. "Oito dias para decidir o que vai ser das suas vidas", indigna-se a assistente social. "Há muita gente a deixar passar o prazo – têm medo, acham que se não fizerem nada o problema desaparece... E depois têm de contactar uma associação ou um advogado, porque, em geral, não são capazes de redigir uma resposta deste tipo. E têm de recolher documentos e provas, e isso leva tempo".

Na ausência de resposta, a Direcção da Imigração revoga automaticamente o direito de residência, "e retira-lhes o RMG e as prestações familiares". E sem direito a viver no país, "as pessoas caem numa zona de não-direito", explica Laurence Hever.

"Não são legais nem ilegais: não têm o direito de residir aqui, mas também não podem expulsá-los". É que a lei comunitária só permite a expulsão de cidadãos da UE em casos de segurança ou ordem pública: em nenhum caso a decisão de afastamento poderá ser baseada em razões económicas, diz a directiva comunitária sobre a liberdade de circulação. Mas ficar no Luxemburgo sem direito de residência significa perder o direito a trabalhar no país, perder o direito às prestações sociais e aos abonos de família, e, a prazo, "perder o apartamento, tudo”. "São os sem-papéis comunitários", sintetiza a assistente social, chocada com a falta de critério da Direcção da Imigração.

"Nunca pensei que chegássemos a este ponto. Há situações e situações. O que mais me choca é porem toda a gente na mesma gaveta. Não contesto o direito de o Governo fiscalizar os abusos, mas há pessoas que pura e simplesmente não deveriam receber esta carta", indigna-se a assistente social. É o caso, defende, de João e Maria.

"Aqui, não há qualquer abuso nem aproveitamento do sistema: a família faz esforços, mais até do que a maioria. O pai é trabalhador assalariado, e é impossível para esta mãe trabalhar, com quatro filhos, para mais quando um deles tem uma doença grave".


ASTI QUESTIONA MINISTRO DA IMIGRAÇÃO 


Há pouco mais de uma semana, a ASTI convocou uma reunião com vários juristas para discutir o problema. E decidiu questionar o ministro da Imigração sobre os critérios que levam ao envio das cartas e à revogação do direito de residência.

A carta para Nicolas Schmit seguiu na última sexta-feira e ainda não teve resposta. A de João e Maria, essa, já chegou. Com a ajuda da ASTI, o casal expôs a situação à Direcção da Imigração e enviou documentos e provas: atestados médicos com a doença do filho, recibos de vencimento, cópias do contrato de trabalho de João. Pensaram que o caso ficaria por aí, mas a resposta do Ministério fê-los sentir que voltaram à estaca zero.

A carta diz que a família recebeu "uma soma de mais de 50 mil euros" de RMG nos últimos três anos, e pode por isso "ser considerada uma sobrecarga não razoável para o sistema de Segurança Social, tendo em conta que os rendimentos [de João] não chegam para cobrir as necessidades dele próprio e dos membros da família". E dá a Maria e João um prazo até Dezembro deste ano para "reduzirem de maneira significativa" a sobrecarga para a Segurança Social. Mas em Dezembro a situação da família não vai ser diferente: "A mãe vai continuar a não poder trabalhar, e enquanto o marido ganhar o salário mínimo, vão continuar a ter direito a receber este complemento”, diz a assistente social da ASTI.

Para Maria e João, a bomba-relógio que receberam pelo correio continua a ameaçar explodir.

Paula Telo Alves

* O casal pediu o anonimato.

Número de casos aumentou nos últimos meses: Todos os dias um português recebe um aviso da Direcção da Imigração

Não se sabe se existe, mas o estereótipo do "turista social” que vem para o Luxemburgo para usufruir da Segurança Social está bem vivo na cabeça das autoridades luxemburguesas.

"Há pessoas que se apresentam no Fonds National de Solidarité [que atribui o Rendimento Mínimo Garantido] sem sequer se inscreverem antes na comuna. Eu não vi, mas contaram-me no FNS", diz Tom Goeders, responsável pelo Serviço dos Cidadãos Comunitários na Direcção da Imigração. E no entanto, os casos em que aquele serviço ameaça retirar o direito de residência aos beneficiários de RMG estão longe de encaixar nesse estereótipo.

Na secretária do chefe de serviço, acumulam-se duas pilhas de processos. No chão, há mais dois caixotes com pastas. É daqui que saem os avisos para os beneficiários do RMG, "em média dez por semana". Destes, mais de 60 por cento são enviados a portugueses, garante Tom Goeders – seis por semana, pelo menos um por dia.

O volume aumentou muito desde meados de 2011. Nos últimos 15 meses, o FNS recebeu 1.800 novos pedidos de RMG de cidadãos comunitários e de países fora da UE, revelou ao CONTACTO Claude Schranck, responsável da administração do Fonds National de Solidarité. Nos últimos meses, são 200 novos pedidos de RMG por mês, diz Schranck, que reconhece que a instituição não dispõe de estatísticas fiáveis nem de dados comparativos com anos anteriores.

"Há uns meses, mudámos a nossa posição", admite Tom Goeders. "Antes, se uma pessoa trabalhava quarenta horas por semana e recebia um complemento de RMG, dizíamos: 'já trabalha o máximo possível'. Mas como o número de pessoas que pede o RMG aumentou, e as pessoas vão começar a imigrar para o Luxemburgo por esta razão, tornámo-nos rigorosos".

A máquina de fiscalização está montada. Sempre que entra um pedido de RMG de um cidadão comunitário, o Fonds National de Solidarité (FNS) informa a Direcção da Imigração, "mesmo que as pessoas só recebam um complemento de RMG de 300 ou 400 euros”, explica Goeders. Depois, a Direcção da Imigração verifica há quanto tempo a pessoa chegou ao Luxemburgo, quantos meses trabalhou no país, quanto recebe de RMG.

"Numa primeira fase, os interessados são informados da nossa intenção de revogar o direito de residência. Depois, analisamos a reacção. Se a pessoa nem sequer responde, a seguir enviamos a carta em que revogamos o direito de residência”. 

Desde o início deste ano, a Direcção da Imigração já retirou o direito de residência em 70 casos. A fundamentar as decisões do Ministério estão os artigos 6 e 24 da Lei de 29 de Agosto de 2008 sobre a livre circulação e a imigração, que transpõe a directiva comunitária 2004/38/CE. Uma e outra condicionam o direito de residência dos cidadãos comunitários à prova de "recursos suficientes para não se tornar[em] uma sobrecarga não razoável para o regime de Segurança Social”.

O problema é que em lado nenhum se define o que é "uma sobrecarga não razoável”, e a amostra de casos é tão variada que é difícil descortinar o princípio que dita as decisões. Em comum, apenas o facto de em todos os casos os cidadãos comunitários estarem há menos de cinco anos no Luxemburgo, e não terem por isso direito de residência permanente.

No mais, "os casos  raramente se parecem”, admite Goeders. A maioria são pessoas que  estão há pouco tempo no Luxemburgo e que começaram a receber o RMG pouco tempo depois.

"Se uma pessoa vem, trabalha três meses, e depois recebe RMG durante cinco meses, e não responde de forma convincente à primeira carta, aí dizemos-lhe 'ok, talvez seja melhor que vá para outro país'”. Um grande número de casos diz respeito a "pessoas que, depois de viverem nove meses no Luxemburgo, recebem a totalidade do RMG (cerca de 1.400 euros) durante seis meses, por exemplo”.

O maior número de casos nesta situação são pessoas que trabalham na construção, no sector de trabalho temporário. "A construção está em crise, e pelo menos no Inverno, é difícil encontrar trabalho”, explica o funcionário.

Como há também, de há uns meses para cá,  trabalhadores a receberem avisos da Direcção da Imigração, como no caso de João e Maria, que publicamos nestas páginas. "Pessoas pouco qualificadas, que por isso recebem salários mais baixos” e têm de receber um complemento de RMG para a família.

No Luxemburgo, um em cada dez trabalhadores está em situação de pobreza, segundo um relatório do Statec de 2012. O país pode ter o salário mínimo mais alto da União Europeia, mas "é também o país da Europa onde o salário mínimo mais se aproxima do limiar de pobreza", constata o gabinete de estatísticas luxemburguês. Resultado: há famílias em que um ou mais elementos trabalham, e mesmo assim têm direito a receber um complemento de RMG para poderem sobreviver.

"Se numa família alguém trabalha quarenta horas por semana, ou arquivamos o processo, ou damos-lhe mais tempo [para resolver a situação]. Mas num caso em que o marido trabalha 40 horas e a mulher 20, por exemplo, aí não há problema, porque não estamos perante uma sobrecarga não razoável. Aí, é a vida que é demasiado cara no Luxemburgo”, diz Tom Goeders.

Há também casos de beneficiários do RMG que em troca do subsídio trabalham para o Estado, ao abrigo de uma medida de inserção profissional. O problema é que depois arriscam-se a receber uma carta da Direcção da Imigração a ameaçar revogar-lhes o direito de residência. A razão? "Estas medidas de inserção são totalmente financiadas pelo Estado, e por isso não são consideradas trabalho”, justifica-se Goeders.

O chefe do Serviço dos Cidadãos Comunitários deixa um alerta: "As pessoas não estão informadas. Nos primeiros cinco anos de residência, quem recorra frequentemente às chamadas prestações sociais não contributivas (o RMG) arrisca-se a ver retirado o direito de residência – as pessoas que recebem subsídio de desemprego não estão em causa, descontaram para isso. O que as pessoas têm de perceber é que o RMG serve para 'desenrascar', não deve ser um recurso que perdure, porque senão arriscam-se a ter problemas”.

A partir de cinco anos no país, os cidadãos comunitários adquirem o direito de residência permanente e deixam de estar sujeitos à fiscalização do Estado. "Aí, têm os mesmos direitos que um cidadão luxemburguês – deixam de ter de provar que têm recursos suficientes".

Na carta que enviou na sexta-feira ao ministro da Imigração, e a que o CONTACTO teve acesso, a ASTI questiona os critérios da Direcção da Imigração, "tendo em conta as consequências dramáticas da revogação do certificado de residência”. E insta o ministro a rever os procedimentos, "sobretudo se os elementos do processo indicam que foi uma causa independente da vontade [dos beneficiários do RMG] a colocá-los em situação de dependência social".

Paula Telo Alves

Destaques do CONTACTO de 18 de Julho de 2012


O Luxemburgo abre caça a beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido, esta a manchete do jornal CONTACTO de hoje. Todas as semanas, a Direcção da Imigração do Luxemburgo envia uma dezena de cartas a ameaçar revogar o direito de residência a beneficiaries do RMG. Entre as cartas que saem semanalmente, 60% são enviadas a portugueses. O CONTACTO falou com um casal português que está nesse caso. Um exclusivo CONTACTO.

As férias colectivas da construção civil começam a 27 de Julho e a retoma é a 19 de Agosto. É a altura que a maior parte da comunidade portuguesa escolhe para tirar férias.

“Diz-se que quando regressam de férias cada português traz outro português na bagagem. Não se responsabilizem em trazer portugueses para o Luxemburgo”, este é o apelo de José Trindade, presidente do CASA, o Centro de Apoio Social e Associativo, num comunicado enviado à comunidade portuguesa, em vésperas de esta partir de férias.

Nesta edição pode ainda encontrar a notícia sobre a morte de John Castegnaro, o antigo presidente da OGB-L, que faleceu na segunda-feira. E pode ler também a reportagem sobre uma doença que poucos conhecem, o Lúpus. O CONTACTO falou com uma portuguesa portadora da doença.

Estas e outras notícias no CONTACTO de hoje.

Esta é a última edição do CONTACTO antes da pausa de Verão. Regressamos a 5 de Setembro. A todos os leitores e anunciantes desejamos umas Boas Férias.

CONTACTO, o seu semanário no Luxemburgo.

domingo, 15 de julho de 2012

F91 Dudelange prepara recepção ao Salzbourg

Foto: Fabrizio Munisso
Depois de ter "cilindrado" completamente o Tre Penne (7-0 e 4-0), frágil formação de São Marino na primeira pré-eliminatória da "Champions", o F91 Dudelange vai defrontar na próxima semana os austríacos do Red Bull Salzbourg.

Um adversário bastante forte e com pretensões na prova.

Depois de dois jogos fáceis frente ao Tre Penne, o campeão em título do Luxemburgo vai defrontar o vencedor da Liga austríaca na segunda pré-eliminatória da Liga dos Campeões.

O encontro da primeira mão disputa-se na próxima terça-feira, dia 17 de Julho, no estádio Jos Nosbaum, em Dudelange, a partir das 18h30.

A formação de Didier Philipe, com o moral em alta, prepara a recepção ao seu poderoso adversário, consciente das dificuldades, mas acreditando que pode fazer um brilharete na prova.

sábado, 14 de julho de 2012

Portugal encerra qualificação em Coimbra com o Luxemburgo

A selecção portuguesa de futebol vai disputar o último jogo do Grupo F de qualificação para o Mundial 2014 em Coimbra, frente ao Luxemburgo, a 15 de Outubro de 2013. Depois de iniciar a fase de apuramento diante do Luxemburgo, a 7 de Setembro, a equipa das "quinas" disputa o primeiro jogo em casa, em Braga, frente ao Azerbaijão, quatro dias depois.

Ainda em 2012, Portugal vai à Rússia, a 12 de Outubro, e recebe a Irlanda do Norte, no Estádio do Dragão, a 16 de Outubro. Portugal vai receber a Rússia, no Estádio da Luz, em Lisboa, a 7 de Junho de 2013, antes de defrontar Israel em Alvalade, a 11 de Outubro de 2013. O último jogo de Portugal no grupo de qualificação está marcado para quatro dias depois, frente ao Luxemburgo, a 15 de Outubro, em Coimbra.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Blink-182 dão concerto amanhã na Rockhal

Foto: Blink-182
A banda punk rock norte-americana Blink-182 vai estar em concerto amanhã no Luxemburgo. As portas da Rockhal abrem às 19h.A banda de San Diego chega finalmente ao Luxemburgo, para gáudio dos seus muitos fãs, depois de terem falhado a edição do ano passado do festival Rock-a-Field. Na bagagem, Tom DeLonge, Mark Hoppus e Travis Barker trazem o mais recente trabalho do grupo: "Neighborhoods".

Os Blink-182 alcançaram o sucesso em 1999 com o lançamento do álbum "Enema of The State". Depois dos álbuns "Take Off Your Pants and Jacket" (2001) e "Blink-182" (2003), a banda acabou por se separar em Fevereiro de 2005. Passados quatro anos, em Fevereiro de 2009, retomaram os palcos, para depois lançarem, em 2011, o sexto álbum, "Neighborhoods". Bilhetes à venda no site do Atelier ( www.atelier.lu ).

Governo português garante apoio ao Ciberdúvidas

Foto: Guy Jallay
Sem apoios financeiros, o Ciberdúvidas, portal online dedicado à língua portuguesa, estava em risco de fechar, alertou na terça-feira o responsável do portal.

Ontem, a Secretaria de Estado da Cultura veio garantir apoio ao projecto. A secretaria de Estado da Cultura portuguesa anunciou ontem que vai disponibilizar "uma verba que permitirá assegurar a continuidade do portal Ciberdúvidas da Língua Portuguesa", para cobrir os custos de funcionamento.

"O Ciberdúvidas e o seu criador, o jornalista José Mário Costa, prestam um trabalho de inexcedível dedicação à causa pública, à língua portuguesa e aos portugueses, desde há década e meia”, afirma Francisco José Viegas. "Assegurar a sua continuidade enquadra-se integralmente na nossa missão, naquilo que diz respeito à promoção e defesa da língua", diz o secretário de Estado.

Na terça-feira, José Mário Costa disse à Lusa, depois de ter sido ouvido em audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, na Assembleia da República, que o portal poderia encerrar até Setembro, se continuasse sem apoios financeiros.

Nas contas dos responsáveis pelo projecto criado há 15 anos, e que recebe 2,5 milhões de visitas por mês, o portal precisava "apenas do valor irrisório de 2.000 euros mensais para continuar".

Festa "encarnada" no domingo em Hesperange

O Benfica vem ao Grão-Ducado fazer um jogo amigável com o Hamm Benfica, no âmbito do estágio que os lisboetas estão a efectuar em Evian. O estádio do Hesperange acolhe o encontro, no domingo, às 20h45, e vai registar uma grande enchente.

A equipa do Cents vai defrontar o Benfica de Lisboa no Grão-Ducado, num estádio que a comunidade portuguesa residente, e os benfiquistas em especial, vão encher para a festa "encarnada".

Leonel Oliveira, secretário do RM Hamm Benfica, garante que o encontro vai ser "um evento marcante". "É um momento especial para o clube, benfiquistas residentes no Luxemburgo e arredores, e para toda a comunidade". Ainda estão disponíveis alguns bilhetes que podem ser adquiridos no BCP, Supporter Club H. Benfica, Rádio Latina, Café Hollerecher Stuff e restaurante o Bom Talher, na capital.