“Acabámos uma época que não se revelou nada competitiva para nós e este modelo deve assinalar um ponto de viragem para o futuro. Queremos ganhar outra vez”, explicou Stefano Domenicalli, director da equipa.
Neste sentido, e quase como superstição, a Ferrari recuperou o hábito de “baptizar” os monolugares com a referência ao ano relativo à época, depois da excepção de 2009 e do nome F60, que assinalava o 60º aniversário da escuderia.
A época de 2009 foi desastrosa para a formação italiana, que terminou no quarto lugar na classificação de construtores.
Individualmente, a melhor prestação valeu apenas o sexto posto, ocupado finlandês Kimi Raikkonen, ironicamente dispensado pela Ferrari para a entrada de Alonso, bicampeão mundial (2005 e 2006) quando representava a Renault.
DM c/Lusa
Sem comentários:
Enviar um comentário