A dirigente sindical adiantou que a situação está a "piorar gradualmente", dando como exemplo o corte de 30 cursos na rede de ensino de português no estrangeiro em relação ao ano passado, decidido em Junho, a que se seguiu, em Setembro, a decisão de não substituir professores que se encontrem em licença de maternidade ou que se reformem a meio do ano.
"Todos esses alunos ficarão sem aulas. Na área de Estugarda, onde lecciono, estão no momento mais de 300 alunos sem aulas e assim vão continuar até Fevereiro. Acresce a isto, o facto do Instituto Camões, que tutela desde 2010 o ensino de português no estrangeiro, ter cancelado um concurso para colocar professores no ensino básico e secundário e nos leitorados no estrangeiro".
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