O número de mortos causado pelo sismo de quarta feira em Yushu, noroeste da China, subiu para 617, disse hoje a agência noticiosa oficial chinesa.
O sismo, de 7,1 graus na escala de Richter, ocorreu quarta feira de manhã (hora local) numa zona montanhosa da província de Qinghai.
O primeiro balanço, difundido horas depois indicava 67 mortos, mas como muitas pessoas continuavam soterradas, o número foi continuamente subindo.
O número de feridos também subiu, para 9.110, e há ainda 313 pessoas desaparecidas, disse também a agência noticiosa oficial chinesa citando socorristas no local.
Cerca de 15.000 casas ruíram, desalojando cerca de 100.000 pessoas, quase metade da população da prefeitura de Yushu, indicou a mesma fonte.
Só em Jiegu (ou Gyegu, como também é designada a sede daquela prefeitura) ruíram mais de 85 por cento das casas, a maioria das quais construídas em madeira e bairro.
Foi o segundo sismo mais mortífero registado na China durante a última década.
“O tempo gelado, a alta altitude e o ar rarefeito estão a dificultar as operações de salvamento”, disse Hou Shike, vice-diretor da China International Search and Rescue Team.
Yushu fica a quatro mil metros de altitude e, segundo Hou Shike, as estradas para o aeroporto local foram bloqueados pelo desabamento de terras que o sismo provocou.
Foto: Arquivo LW
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