O diploma, que assim modifica a lei de 23 de Junho de 1972 sobre os emblemas nacionais, aparece na sequência do compromisso alcançado em Julho de 2007 quando, depois de o deputado cristão-social Michel Wolter (hoje presidente do CSV) lançar a ideia em Outubro de 2006 de substituir a tradicional bandeira tricolor pelo estandarte com o leão vermelho como bandeira oficial do país.
Além de o leão vermelho ser o brasão real nacional desde o séc. XIII, Wolter argumentava que assim esta se distinguiria da holandesa, quase idêntica à luxemburguesa, sendo apenas os tons de vermelho e de azul ligeiramente mais intensos.
A questão havia dividido o país e depois de quase dois anos de controvérsia e de campanha a favor e contra, cada lóbi com os seus argumentos, Juncker veio anunciar que tomava bem nota da vontade da população e que se reservava o direito de vir a decidir mais tarde esse assunto. O que aconteceu na semana passada.
O projecto-lei será agora analisado pelo Conselho de Estado, após o que será submetido a votação no Parlamento luxemburguês.
Foto: Marc Wilwert
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