"Resido no Luxemburgo há 32 anos e quando participei nas eleições pela primeira vez senti-me bem. Senti-me mais luxemburguês", confia o espanhol Mario Velazquez, membro do CNE.
Henry Surpless, membro do CNE de nacionalidade americana, considera que votar é uma maneira de contribuir para uma melhor integração, enquanto a francesa Danielle Levy conta que vive no Luxemburgo desde os anos 1970 e é a terceira vez que vai votar no Grão-Ducado. "Sempre quis participar na vida da minha comuna, por isso decidi inscrever-me nos cadernos eleitorais, sem esquecer o facto de que estamos em democracia e que é nosso dever de cidadãos", afirma.
Recorde-se que o Conselho Nacional para os Estrangeiros é um órgão consultivo do governo luxemburguês encarregado de estudar os problemas que dizem respeito aos estrangeiros e à sua integração. O CNE é composto por 30 membros, luxemburgueses e não luxemburgueses.
Foto: Anouk Antony
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