Mostrar mensagens com a etiqueta manuel alegre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta manuel alegre. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Portugal/Presidenciais: Alegre propõe interromper campanha se Cavaco decidir recorrer ao FMI

O candidato presidencial Manuel Alegre (apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda) afirmou na segunda-feira à noite que começa a ser “comprometedor” o silêncio de Aníbal Cavaco Silva (apoiado pelo PSD e CDS-PP) sobre uma eventual entrada do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Portugal, contrapondo que "esta é a hora de resistência".

Alegre afirmou que Cavaco terá o seu apoio se pretender interromper a campanha para fazer diligências internacionais para impedir a escalada dos juros da dívida soberana de Portugal.

“O Presidente da República, se pretender interromper a campanha para fazer diligências junto de chefes de Estado e de entidades da União Europeia, terá o meu apoio. Trata-se de defender a soberania nacional”, sustentou o candidato presidencial apoiado pelo PS e Bloco de Esquerda.

Foto: Lusa

terça-feira, 20 de julho de 2010

Portugal: Manuel Alegre contra revisão constitucional

O candidato presidencial Manuel Alegre afirmou segunda-feira que “não é necessária uma revisão constitucional nesta altura”.

Desvalorizando a questão e quando instado a pronunciar-se sobre a questão, Alegre recusou comentar mais do que com estas breves palavras as propostas apresentadas nos últimos dias pelo PSD.

sábado, 10 de julho de 2010

Presidenciais: Manuel Alegre repudia eventual entrada da Guiné Equatorial para a CPLP

O candidato presidencial Manuel Alegre repudiou hoje uma eventual entrada da Guiné Equatorial para a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), frisando que esta organização tem de estar acima dos “negócios” e do “cheiro a petróleo”.

Segundo a edição de hoje do jornal “Público”, o presidente Teodoro Obiang, há três décadas à frente da Guiné Equatorial, tem vindo nas últimas semanas a desenvolver esforços diplomáticos para que ainda este mês o seu país entre em pleno na CPLP, cuja VIII conferência de chefes de Estado e de Governo se realiza em Luanda no próximo dia 23.

Em declarações à agência Lusa, Manuel Alegre afirmou que “não tem qualquer sentido a entrada da Guiné Equatorial na CPLP”.

“Em primeiro lugar, a Guiné Equatorial não é um país de língua portuguesa. Em segundo lugar, é uma petro-ditadura”, acentuou o candidato presidencial.

Manuel Alegre interrogou-se ainda sobre “que motivos ou argumentos podem existir” para justificar uma eventual adesão da Guiné Equatorial à CPLP.

“Os princípios e os valores da democracia e da CPLP têm de estar acima dos negócios e do cheiro do petróleo”, concluiu o candidato presidencial.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Portugal: Manuel Alegre anuncia disponibilidade para se candidatar à Presidência da República

Manuel Alegre anunciou sexta-feira, em Portimão, que está disponível para se candidatar à Presidência da República "para vencer pela República e por Portugal".

Alegre, que discursou perante cerca de três centenas de pessoas num jantar promovido pelo Movimento Intervenção e Cidadania (MIC), afirmou que Portugal "vive uma hora difícil" e que "é sempre mais fácil desistir e baixar os braços", considerando que "Portugal existe" e que "é preciso acreditar e agir".

"Nunca baixei os braços, nunca fugi a nenhum combate nem antes nem durante nem depois do 25 de Abril e também não ficarei neutro agora", afirmou.

PS regista disponibilidade de Alegre e tomará posição no tempo próprio

O Partido Socialista afirmou hoje, pela voz de Francisco Assis, que "respeita e regista" a intenção de Manuel Alegre se candidatar à Presidência da República, mas que o PS só tomará uma decisão no "tempo próprio".

O líder da bancada parlamentar socialista acrescentou que as candidaturas às Presidenciais são actos individuais e não partidários e que a decisão socialista só será conhecida a seguir à votação do Orçamento de Estado.

Manuel Alegre anunciou sexta-feira à noite em Portimão que está disponível para se candidatar à Presidência da República "para vencer pela República e por Portugal".

Alegre, que discursou perante cerca de três centenas de pessoas num jantar promovido pelo Movimento Intervenção e Cidadania (MIC), afirmou que Portugal "vive uma hora difícil" e que "é sempre mais fácil desistir e baixar os braços", considerando que "Portugal existe" e que "é preciso acreditar e agir".

"Nunca baixei os braços, nunca fugi a nenhum combate nem antes nem durante nem depois do 25 de Abril e também não ficarei neutro agora", afirmou.