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terça-feira, 3 de maio de 2011

Doze anos de cadeia por ter atirado homem para o rio Alzette

O homem que em Agosto de 2008 atirou o companheiro para o rio Alzette, em Clausen, foi condenado na segunda-feira a uma pena de 12 anos por lesão corporal seguida de morte.

No Verão de 2008, a vítima e o agressor estavam num bar em Clausen. Quando um deles insistiu para partir, o outro recusou-se. Descontente com a recusa, um dos homens agrediu o outro, levantou-lhe as pernas, levando-o a transpor o gradeamento da ponte que atravessa o rio Alzette.

Devido ao baixo nível do rio, a vítima não sobreviveu à queda. O Ministério Público pedia uma pena de 15 anos de prisão. O agressor tentou salvar a vítima e acompanhou-a na ambulância, o que levou o juiz a atenuar a pena.

Foto: Guy Jallay

domingo, 26 de setembro de 2010

Hoje: 4a Festa da Amizade do bairro de Clausen, na cidade do Luxemburgo

Pelo quarto ano consecutivo tem lugar hoje, entre as 11 e as 21h, a Festa da Amizade na place Cunégonde, junto à igreja de Clausen, na capital. A festa inclui folclore, danças e cantares portugueses.

Esta é um evento do Centro de Apoio Social e Associativo (CASA), uma das associações portuguesas com sede naquele bairro.

sábado, 25 de setembro de 2010

Cidade do Luxemburgo/Clausen: Esplanadas fecham às 23h

Uma autorização de abertura das esplanadas até às 23h foi a solução encontrada para mais um conflito entre os proprietários dos bares das Rives de Clausen e os moradores do bairro.

Em dois anos de existência, o local transformou-se no centro de diversão nocturna da capital. Todos os fins-de-semana, largas centenas de pessoas afluem ao local para jantar, beber um copo ou dançar. O trânsito nas noites de sexta e de sábado e o barulho até de madrugada têm levado os moradores a queixarem-se constantemente. A última queixa foi apresentada no tribunal administrativo, que ordenou o fecho puro e simples das esplanadas. Perante o impasse, o burgomestre da capital, Paul Helminger, propôs um compromisso: renovar as autorizações dos estabelecimentos que exploram esplanadas, mas limitando o seu funcionamento até às 23h.

Os proprietários dos estabelecimentos concordaram e consideram a medida justa, desde que se aplique a todos as esplanadas da cidade. Para os moradores esta solução não é a ideal, já que temem que o limite de horário não seja respeitado. Mas, para já, decidiram esperar para ver como a situação vai evoluir.